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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Expresso de 07.05.2009: Santos Silva diz que Ferreira Leite quer amordaçar adversários.

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, considera que a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, parece querer "colocar mordaça naqueles que pensa serem seus adversários" e assinalou que os membros do Governo mantêm os direitos políticos.

"O Dr. Paulo Rangel, no seu discurso de candidatura, acusou o PS de querer amordaçá-lo e disse que ia recusar qualquer mordaça mas, afinal, quem parece querer colocar mordaça na boca dos outros é o PSD", afirmou Augusto Santos Silva à agência Lusa.

O ministro dos Assuntos Parlamentares reagia às declarações da presidente do PSD, que acusou hoje o Governo de se confundir com o Partido que o apoia, o PS, entrando na luta partidária e interferindo na campanha eleitoral.

"O Governo é um órgão de soberania e o Partido Socialista é um partido político, não há confusão possível", sublinhou Santos Silva, acrescentando que, no entanto, "nenhum ministro, nenhum secretário de Estado está impedido - por sê-lo - de ter e de expressar opinião política".

"A única conclusão que se pode retirar daqui é que a Dr.ª Manuela Ferreira Leite parece conviver mal com os direitos políticos de todos os cidadãos, quer ocupem ou não cargos públicos e parece querer colocar uma mordaça àqueles que pensa serem seus adversários", reforçou o governante.

Na origem da acusação da líder do PSD está a polémica entre o cabeça-de-lista do PSD às eleições europeias, Paulo Rangel, o presidente da Agência para o Investimento e o Comércio Externo de Portugal, Basílio Horta, e o ministro da Economia, Manuel Pinho, sobre os programas para promover a mobilidade e o emprego dos jovens.

"O candidato Paulo Rangel só pode agradecer o facto de, em tempo útil, o presidente da Agência para o Investimento e o Comércio Externo o ter esclarecido de que o programa que propunha a nível europeu já tem expressão em Portugal", declarou, em reacção, Augusto Santos Silva.

Para o ministro, "essa informação enriquece o debate político próprio de uma campanha eleitoral" e não tem nada a ver com interferências "de um dirigente da administração directa do Estado nessa campanha".