Bem-Vindos a "O Bar do Alcides"!

* O Bar do Alcides não faz favores a ninguém!
* É apolítico e imparcial!
* Todos os portugueses são vítimas da MAÇONARIA, que continua destruindo a nossa Nação!

domingo, 30 de maio de 2010

UGT: porque é que o Presidente da UGT (João Proença) está contra as Manifestações?







O Presidente da UGT está CONTRA qualquer Manifestação contra o Governo de José Sócrates, porque o João Proença faz parte da mesma "confraria" que o Governo!


O João Proença é MAÇON!


O João Proença pertence à mesma Loja Maçónica que o GOVERNO!


O João Proença, assim como o José Sócrates, o Armando Vara, os ministros Rui Pereira, Vieira da Silva e Augusto Santos Silva, o Jorge Coelho, o Isaltino de Morais, o António Costa, o Vítor Constãncio, o Almeida Santos, o João Soares, o Rui Novo da Silva (PSD), o Arquitecto Troufa Real, os irmãos Sá Fernandes, etc., etc., etc. são da Loja Maçónica "GRANDE ORIENTE LUSITANO"!!!


A Máfia da Maçonaria Portuguesa!!!


De onde provém tudo ou quase tudo o que é CORRUPÇÃO, TRÁFICO DE INFLUÊNCIAS, DESVIOS DE DINHEIROS PÚBLICOS, etc., etc., etc.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

10 de Junho: Grandes Manifestações no Porto e em Lisboa.


Amigos e Companheiros,

No próximo dia 10 de Junho, Dia de Portugal, teremos DUAS GRANDES MANIFESTAÇÕES!

Uma na cidade do Porto (na INVICTA), na Avenida dos Aliados, a começar às 10H00 da manhã.

E a outra na cidade de Lisboa, na Praça Marquês de Pombal, a começar também às 10H00 da manhã.

Serão DUAS manifestações a favor da VERDADE!

O Povo Português está cansado, desmoralizado e desanimado por assistir constantemente desde à anos a esta parte, à "pouca vergonha" dos políticos governantes portugueses que alternadamente têm (DES-)GOVERNADO o País.

Sejam do Partido Socialista, do Partido Social-Democrata ou do Centro Democrático Social - Partido Popular.

Eles são os ÚNICOS causadores de Portugal estar como está: arruinado, desempregado, sem sectores produtivos e já com dois milhões de pessoas a viver prácticamente na MISÉRIA!

Enquanto isso, esses mesmos POLÍTICOS estão cada vez melhor na vida!

Eles têm-se "GOVERNADO" e bem à custa do Povo!

Ganham fabulosos ORDENADOS ou REFORMAS, ganham PRÉMIOS, BÓNUS e AJUDAS DE CUSTO, que tudo somado mais parecem PRIMEIROS PRÉMIOS DO EUROMILHÕES!!!

Fora as MORDOMIAS (viagens, viaturas do Estado, motoristas, etc., etc.).

E quem são eles?

Os GOVERNANTES (Presidente da República, Primeiro-Ministro, Ministros, Secretários de Estado, Directores-Gerais nomeados por "confiança politica", Directores, etc.), os DEPUTADOS, os AUTARCAS, os ADMINISTRADORES das Empresas Públicas, os ADMINISTRADORES das Empresas Privadas de Capitais Públicos ou Mistos, os PRESIDENTES dos Institutos do Estado, os GOVERNADORES do Banco de Portugal, da Caixa Geral de Depósitos, do Millennium-BCP (maçons que substituiram os da Opus-Dei, do Banco Português de Negócios, do Banco Privado Português, da EDP, da REFER, da CP, da CARRIS, dos STCP, da TAP, da EDP-RENOVÁVEIS, da GALP, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça (outro maçon...), o Procurador-Geral da República (outro maçon...), os PRESIDENTES das Fundações, os Presidentes das Entidades Reguladoras, os Presidentes das Comissões "disto e daquilo", etc., etc., etc.

TODOS, mas TODOS, a viverem à custa do nosso dinheiro, ou seja do Erário Público!

Mas para ganharem essas FORTUNAS, eles têm produzido algo que se veja a favor dos Portugueses?

NÃO!!!!

Temos uma EDUCAÇÃO de MERDA!

Temos uma JUSTIÇA de MERDA!

Temos uma SAÚDE de MERDA!

Eles foram e estão na Política para se SERVIREM!

E não, como seria normal e correcto, para SERVIREM o Povo!

Que NINGUÉM falte as estas duas manifestações!

Estas DUAS manifestações são para TODOS aqueles que se sentem ENGANADOS, ALDRABADOS, VIGARIZADOS E DESILUDIDOS!

E principalmente para os que se sentem...DESESPERADOS!

São DUAS Manifestações Apartidárias de Caracter Expontâneo, planeadas por cidadãos comuns, pessoas de bem, que pagam os seus impostos e que querem dizer: BASTA!!!

E temos os três Ramos das Forças Armadas (Exército, Marinha e a Força Aérea), a GNR, a PSP e a Polícia Judiciária CONNOSCO!!!

Bem-Hajam!

Por PORTUGAL!!!

VIVA PORTUGAL!!!

terça-feira, 25 de maio de 2010

Aqui no Brasil é ASSIM! Políticos Corruptos têm NOME deles exposto no Programa do "Ratinho"!

Aqui no Brasil é ASSIM!

Políticos Corruptos têm NOME deles exposto no Programa do "Ratinho"!

E porque não se faz o mesmo em...PORTUGAL???

O POVO não tem nada a perder!

Os que têm e muito a PERDER são esses CORRUPTOS e TRAFICANTES DE INFLUÊNCIAS dos MAÇONS do "Grande Oriente Lusitano"!!!




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Compromisso com...PORTUGAL!


A Nova Cruzada não é uma Revolta, mas sim uma luta consistente e determinada dos revoltados.

A Nova Cruzada é uma luta pela reconquista dos valores e dos direitos.

A Nova Cruzada não é a agitação social, nem sequer a sua promoção, é a mobilização das consciências e dos sentimentos, na afinidade do conceito maioritário da sociedade portuguesa.

A Nova Cruzada visa a vitória de Portugal, do Portuguesismo, da Família e da Fé.

A Nova Cruzada não é uma acção de grupos, de seitas, de partidos, de organizações, de instituições, mas de todos e de cada português, na defesa de Portugal, da sua Identidade, da sua Diferenciação, da sua Dignidade e dos seus Direitos como Nação.

A Nova Cruzada tem como sede e reduto Fátima, pelo seu simbolismo milagroso e de Fé, onde o Líder espiritual veio depositar a Esperança e a Mensagem, que nos mobilizará para os desígnios que nos estão destinados.

A Nova Cruzada é a motivação e mobilização, dos alheados, dos descontentes, dos desesperados, dos resignados, pela acção empenhada dos mais conscientes e determinados.

A Nova Cruzada é a mobilização da Juventude Portuguesa, pela obrigação de lhes oferecer a melhor formação e pela sua consciencialização dos seus direitos e deveres, como forma de motivar a sua participação na construção do seu futuro.

A Nova Cruzada é a recuperação do nobre sentido maternal das mulheres portuguesas e o enaltecimento dessa função maternal e do papel determinante e essencial na educação e formação.

A Nova Cruzada é a comunhão do sentimento patriótico, com o sentido e postura de exigência, que associa todas as vontades e crenças, numa afinidade colectiva de Valores e de Direitos, que ditarão o verdadeiro movimento que fará ressuscitar a Alma do povo português e voltar a dar sentido a Portugal.

A Nova Cruzada tem protagonistas e princípios, essa é a sua essência, a sua razão e a sua força:

• Todos os portugueses que sentem esse forte sentimento de paixão, pela sua Raiz que foi plantada num Território Sagrado e que não abdicam do considerar como seu e como seus únicos e exclusivos donos e gestores.

• Todos os portugueses que vivem e não abdicam de viver, numa sociedade cuja pilar dominante é a Família e o seu direito de prioridade na formação e educação dos portugueses, de acordo com os princípios e valores religiosos, que estão na sua origem e na sua tradição.

• Todos os portugueses que se honram e orgulham da sua História e querem viver orgulhosos da sua própria dignidade no presente e no futuro.

• Todos os portugueses que não abdicam da defesa dos Valores Eternos, que são a essência equilíbrio social: o Respeito devido a cada um e ao próximo, a Honestidade, a Generosidade, a Solidariedade, a Lealdade, a Liberdade e a Verdade.

• Todos os portugueses que Acreditam que Portugal é eterno e que não se resignam a imposições de limitação da sua soberania como uma fatalidade, acreditando como uma Verdade, que tem sido negada, nas suas potencialidades, territoriais, culturais e humanas.

• Todos os portugueses que se revejam na preferência nacional. Na defesa dos nossos produtos, da nossa cultura, do nosso ambiente e território, nos nossos direitos, nos nossos hábitos, costumes e tradições.

• Todos os portugueses que sentem o seu Portuguesismo, que é Patriotismo, Humanismo e Mundanismo. Uma diferenciação e distinção de um povo glorioso, que pela sua afirmação criará a riqueza indispensável, que fará renascer a sua motivação, o seu orgulho, a sua felicidade, também a amizade e o reconhecimento de todos os outros povos.

• Todos os portugueses que exigem que o Serviço Público e Político retome o seu verdadeiro significado de Servir a sociedade, com o objectivo do bem-estar dos portugueses.

• Todos os portugueses que reclamam o mérito e a qualidade no exercício do Serviço Público e Político e que não abdicam do direito de exigência da responsabilização pública de todos os que se disponibilizem para a função enobrecida do Serviço Público e da Governação.

• Todos os portugueses que rejeitam como objectivo exclusivo, o usufruto dos bens materiais, o materialismo como finalidade da vida humana e realçam o humanismo e a espiritualidade, como factores determinantes da realização pessoal e colectiva.

• Todos os portugueses que reconhecem Portugal em todo seu sentido histórico e actual como uma Nação do Mundo e que rejeitam toda e qualquer outra subalternização deste sentido de Portugal, que está naturalmente identificado pela opção de muitos que vivem e trabalham fora do Território Pátrio.

• Todos os portugueses que acreditam na distinta diferenciação de Portugal e do Povo português e que só foi possível manter essa diferenciação justificadora de Nação, pelo reconhecimento colectivo, por vezes intuitivo, mas verdadeiro, de que temos hoje, tal como tivemos no passado, um desígnio a cumprir que nos enriquecerá e glorificará.

A Nova Cruzada não é um movimento político, nem social, ou religioso. É a expressão de uma luta colectiva que unirá a maioria da sociedade portuguesa, com o objectivo da Libertação dos Portugueses e de Portugal:

• Uma mobilização colectiva contra a Mentira e a Manipulação.

• Uma mobilização colectiva contra o laicismo militante e a sua consequente descaracterização da sociedade portuguesa.

• Uma mobilização colectiva contra a corrupção e os compadrios.

• Uma mobilização colectiva contra os privilégios pessoais e partidários, que conduziram a uma inaceitável diferenciação da distribuição do rendimento nacional e a uma Oligarquia partidária onde os direitos são sonegados, espartilhados, em que se nega o surgimento de novas ideias e novas forças partidárias e se inibe a responsabilização política.

• Uma mobilização colectiva contra todos os aspectos que afrontam a nossa afinidade comum, numa atitude de firmeza e empenhamento permanente, de participação cívica.

• Uma mobilização colectiva de informação e testemunho pessoal ou associativo, capaz de mobilizar toda a sociedade e a ela levar a Esperança que carece para se impor na sua vontade.

• Uma mobilização colectiva contra a mediocridade da classe dirigente e um apelo constante a permanente à afirmação pública da qualidade ao serviço de Portugal e da sociedade portuguesa.

• Uma mobilização colectiva contra os espartilhos e condicionamentos da liberdade de expressão e em prol do sentido crítico, pois estas por vezes subtis formas de neutralização, representam as mais graves de limitações actuais dos direitos e liberdades dos portugueses e formas de preservar os erros e as irresponsabilidades.

• Uma mobilização colectiva pelas mudanças urgentes… do Ensino Público obsoleto, pela exigência dos princípios prioritários do rigor, da exigência e da motivação. Da Justiça, que terá de ser independente e célere e pela simplificação legal. Da despesa corrente do Estado e do sentido do rigor dos Serviços públicos. Do sistema eleitoral, pela liberalização das candidaturas, pela eliminação do oligopólio partidário e pela responsabilização dos eleitos.

• Uma mobilização colectiva pelos direitos regionais a um desenvolvimento harmonioso e contra a desertificação ambiental e social.

• Uma mobilização colectiva pelo direito à segurança de pessoas e bens

• Uma mobilização colectiva na defesa da igualdade de oportunidades e no enaltecimento do mérito individual.

• Uma mobilização colectiva na defesa do património nacional, do ambiente e dos recursos.

• Uma mobilização colectiva na aproximação dos portugueses e na sua mobilização para projectos nacionais. No aprofundamento dos laços culturais, económicos e sociais com os povos lusófonos.

A Nova Cruzada é assim a luta, que teremos de fazer em muitos e diversos campos de batalha, sob a bandeira comum de restaurar Portugal e o seu sentido como Nação do Mundo.

A Nova Cruzada é a libertação de Portugal, pela Verdade, pelo sentimento comum, pela razão que justifica a Nação, pela comunhão de todas as nossas afinidades e pela crença de que temos uma importante missão a desempenhar hoje e no futuro.
Serão lutas diárias, a que associarão um vasto e diversificado conjunto de organizações e organismos cívicos, culturais e religiosos, que conduzirão à vitória esta Cruzada de salvação e libertação de Portugal.

Os Libertados, empenhados na Restauração de Portugal e do seu profundo sentido histórico e cultural, disponibilizam-se para a Nova Cruzada e exortam todos os patriotas a uniram-se nesta luta de que se orgulharão os nossos filhos, os nossos netos e os seus descendentes.

Azambuja, 22 de Maio de 2010
Os Libertados, pel’A Nova Cruzada

Desabafo...


Vejo a soberania do meu querido país a ser retalhada; a economia a ser destruída; a moeda desaparecida; estou indefeso contra tudo e contra todos e vejo os meus filhos crescerem num sociedade em desagregação acelerada de referências, valores e costumes.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Bloco de Esquerda: mais um Partido Político a "ENGANAR" o POVO e os MILITANTES!!!



E anda-me este gaijo sempre a falar em «BOYS»!!!

- FRANCISCO ANACLETO LOUÇÃ, de 49 anos de idade, portador do Bilhete de Identidade nº 4711887, emitido pelo Arquivo de Identificação de Lisboa em 6 de Abril de 1998, filho de António Seixas Louçã e de Noémia da Rocha Neves Anacleto Louçã, solteiro, professor universitário, natural de São Sebastião da Pedreira, Lisboa e residente na Avenida Duque de Loulé nº 105, 1º, Lisboa;

Despacho (extracto) n.º 5296/2010
Assembleia da República - Secretário-Geral
Nomeação da licenciada Noémia da Rocha Neves Anacleto Louçã para a categoria de assessora do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda Digamos que se trata de uma jovem senhora com 79 anos uma bonita idade para ser nomeada para a AR... SEM REMUNERAÇÃO!!!

http://dre.pt/pdf2sdip/2010/03/058000000/1480814808.pdf


Isto de andar a nomear familiares com 77 anos de idade tem o que se lhe diga!


Para quê isso???


Não há gente nova no Bloco de Esquerda para o efeito???


DÊEM LUGAR AOS NOVOS, PORRA!!!

O Poder da Máfia Maçónica do "Grande Oriente Lusitano".

É uma autêntica VERGONHA NACIONAL!

Os «irmãos-maçons» do Grande Oriente Lusitano, António Costa (actual Presidente da Câmara Municipal de Lisboa), Jorge Coelho (Presidente Executivo da Mota-Engil, SA), Ferro Rodrigues (ex-Secretário-Geral do Partido Socialista) e José Miguel Júdice (advogado) TENTAM À ÚLTIMA DA HORA "SALVAR" o também "irmão-maçon" acusado de pedofilia Paulo Pedroso de ser PRESO!!!

VEJAM AQUI O VÍDEO.
video

domingo, 23 de maio de 2010

Você que trabalha e que paga os seus impostos a tempo e horas.


Você que trabalha e que paga os seus impostos a tempo e horas.

Você que paga a prestação da sua casa a tempo e horas.

Você que espera às vezes uns meses para comprar qualquer coisa para sua casa a pronto-pagamento, evitando assim o crédito.

Você que vai ao Mercado e paga tudo com o dinheiro na mão.

Você não acha que o que os POLÍTICOS estão fazendo está...ERRADO?

Você que ganha o Salário Mínimo não acha que quem ganha mais de € 1.000 Euros já é um afortunado?

E o que você acha daqueles que ganham € 5.000 Euros por mês?

Você acha que trabalham mais que você?

Se você acha que trabalham, então está CERTO!

Agora se você acha que NÃO trabalham mais que você, então você muito provavelmente acha que "ali à gato!"!

Você até vai achar que é um "TACHO"!

Contra TODOS OS ROUBOS destes Senhores:

PRESIDENTE DA REPÚBLICA, 1º MINISTRO, MINISTROS, SECRETÁRIOS DE ESTADO, DEPUTADOS, GESTORES PÚBLICOS DE EMPRESAS PÚBLICAS, GESTORES PÚBLICOS DE EMPRESAS PRIVADAS DE CAPITAIS PÚBLICOS, PRESIDENTES DOS INSTITUTOS DO ESTADO, PRESIDENTES DAS "ERSES" DESTE PAÍS, PRESIDENTES DAS FUNDAÇÕES, GESTORES DAS EMPRESAS DE CAPITAIS MISTOS (PÚBLICOS E PRIVADOS), AUTARCAS, VEREADORES, DIRECTORES, ETC., ETC., ETC....eu estou de LUTO!!!

TODOS A ROUBAR O "ZÉ POVINHO" ATÉ O MATAR DE FOME!!!

SÃO UMA CAMBADA DE CHULOS!!!

Diário da República (da pouca vergonha) nº 28 de 10-02-2010.


Diário da República nº 28 - I série- datado de 10 de Fevereiro de 2010 -
RESOLUÇÃO da Assembleia da República nº 11/2010.


Poderão aceder através do site http://www.dre.pt

Algumas rubricas do orçamento da Assembleia da Republica

1 - Vencimento de Deputados: - 2 milhões 349 mil Euros;

2 - Ajudas de Custo de Deputados: - 2 milhões 724 mil Euros;

3 - Transportes de Deputados: - 3 milhões 869 mil Euros;

4 - Deslocações e Estadas: - 2 milhões 363 mil Euros;

5 - Assistência Técnica (??): - 2 milhões 948 mil Euros;

6 - Outros Trabalhos Especializados (??): - 3 milhões 593 mil Euros;

7 - RESTAURANTE,REFEITÓRIO,CAFETARIA: - 961 mil Euros;

8 - Subvenções aos Grupos Parlamentares: - 970 mil Euros;

9 - Equipamento de Informática: - 2 milhões 110 mil Euros;

10- Outros Investimentos (??): - 2 milhões 420 mil Euros;

11- Edificios: - 2 milhões 686 mil Euros;

12- Transfer's (??) Diversos (??): - 13 milhões 506 mil Euros;

13- SUBVENÇÃO aos PARTIDOS na A. R.: - 16 milhões 977 mil Euros;

14- SUBVENÇÕES CAMPANHAS ELEITORAIS: - 73 milhões 798 mil Euros;

EM RESUMO O TOTAL DA DESPESA ORÇAMENTADA PARA O ANO de 2010, É O SEGUINTE:


- € 191.405.356,61 (191 Milhões 405 mil 356 Euros e 61 cêntimos)


- Ver Folha 372 do acima identificado Diário da República nº 28 - 1ª Série -, de 10 de Fevereiro de 2010.




Vamos lá então ver se isto agora já o começa a incomodar um "bocadinho".


Repare:

- Cada deputado, em vencimentos e encargos directos e indirectos custa ao País, cerca de 700.000 Euros por ano.


- Ou seja cerca de 60.000 Euros mês.



- E depois pedem sacrifícios ao povo???????


MAS AFINAL QUE "RAIO" DE GOVERNANTES PORTUGAL TEM?


MAÇONS, LADRÕES, VIGARISTAS, ALDRABÕES, BURLADORES, MAFIOSOS???

(PRESIDENTE DA REPÚBLICA, 1º MINISTRO, MINISTROS, SECRETÁRIOS DE ESTADO, DEPUTADOS, GESTORES PÚBLICOS DE EMPRESAS PÚBLICAS, GESTORES PÚBLICOS DE EMPRESAS PRIVADAS DE CAPITAIS PÚBLICOS, PRESIDENTES DOS INSTITUTOS DO ESTADO, PRESIDENTES DAS "ERSES" DESTE PAÍS, PRESIDENTES DAS FUNDAÇÕES, GESTORES DAS EMPRESAS DE CAPITAIS MISTOS (PÚBLICOS E PRIVADOS), ETC., ETC., ETC.).

TODOS A ROUBAR O ZÉ POVINHO ATÉ O MATAR DE FOME!!!

CAMBADA DE CHULOS!!!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

SILVA LOPES, 77 ANOS, NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS!!!


SILVA LOPES, 77 ANOS - NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS.


A pouca vergonha continua. Ao que isto chegou.


SILVA LOPES, com 77 (setenta e sete) anos de idade, ex-Administrador do Montepio Geral, onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de varias reformas que tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logo que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVAVEIS, empresa do Grupo EDP.


Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pela escumalha politica do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos do centrão.


Entretanto o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num pais com 20% de pobres, onde o desemprego caminha para niveis assustadores, onde os salários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nivel da subsistência.

Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário: o
congelamento de salários e o não aumento do salário mínimo nacional, por causa da competividade da economia portuguesa.


Claro que para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar, (desde que não congelem o dele, claro).



Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário político do PS, recebeu em 2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações.


Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o " comissário PS " for para a reforma.


Claro que isto não vai acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como esta cambada de ex-politicos que perante a crise " assobia para o ar ", sempre com os bolsos cheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.


Estes senhores não têm vergonha na cara?

Companheiros e Amigos.


Portugal está como todos sabem à beira da "Banca-Rota"!

Os gastos têm sido superiores à receita!

É como se em nossa casa, nós recebêssemos de ordenado mensal € 500 Euros e tivéssemos encargos mensais na ordem dos € 1.000 Euros.

Não é necessário ser-se "economista" para se ver que assim, não iríamos longe!

Basta fazermos como o "merceeiro": pegamos numa folha de papel e fazêmos-lhe um risco ao "meio".

De um dos lados do risco, escrevemos a palavra "DEVE" e do outro lado do risco escrevemos a palavra "HAVER".

Queremos nós dizer com isto que os nossos políticos governantes, nem para merceeiros serviriam...

Eles só sabem gerir o "DINHEIRO DE TODOS NÓS" através da "Lei do Funil":

"BEM LARGA PARA ELES" e..."MUITO ESTREITA PARA NÓS, O POVO"!

Esta é que é a REALIDADE, a triste realidade...

VERGONHA NACIONAL: PS, PSD e CDS-PP não aprovaram a moção de censura ao (des-) Governo de José Sócrates!


Hoje Portugal PERDEU!

Hoje Portugal PERDEU A OPORTUNIDADE de se "ver livre" do Governo de José Sócrates!

Hoje PORTUGAL deu MAIS "UM PASSO ATRÁS"!

Hoje em Portugal CONFIRMOU-SE que os maçons SÃO UNIDOS!

A Maçonaria instalada no PS, PSD e CDS-PP, mais uma vez mostrou que está...COESA!!!

A Loja Maçónica "Grande Oriente Lusitano" DEU AS SUAS ORDENS:

"- Este Governo NÃO É AINDA PARA IR ABAIXO! AINDA HÁ MUITO PARA ROUBAR!!!"

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Afinal onde é que há CRISE????


É, absolutamente, inacreditável!


Quando se pedem sacrifícios brutais aos portugueses, só no Diário da República, 2.ª série — N.º 96 — 18 de Maio de 2010, a Secretaria Geral do Gabinete do Primeiro-Ministro designa ou requisita 12 motoristas para o Gabinete do Primeiro-Ministro.


As designações/requisições estão aqui e aqui.



Assim, não há receitas adicionais que endireitem o país!

http://dre.pt/pdf2sdip/2010/05/096000000/2693226932.pdf

http://dre.pt/pdf2sdip/2010/05/096000000/2693126931.pdf

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Manifestações/Concentrações no dia 10 de Junho no Porto e em Lisboa.


Ainda sobre os eventos do dia 10 de Junho no Porto e em Lisboa.

A proposta que temos vindo a fazer às pessoas é que vão vestidas de preto, em sinal de LUTO pelo estado em que a Nação se encontra a nível económico e financeiro.

Como sabem, pretende-se concentrar o maior número de descontentes com esta classe política que está no poder para se servir e não, como deveria ser, para servir a Nação.

Sinceramente achámos que outras cores não fariam sentido.

Até porque se tratam de dois eventos apartidários e expontâneos (mas onde lógicamente estarão partidários e simpatizantes de todos os quadrantes políticos...).

E isso porquê?

Porque o que mobiliza nesta altura as pessoas é a "ruptura" com o "sistema".

As pessoas estão cansadas e fartas de ser enganadas.

De serem sempre elas a pagar as asneiras dos políticos.

As pessoas sentem-se frustradas, desiludidas, desapontadas e sobretudo vigarizadas.

Obrigado pela vossa atenção.

Bem-Hajam!

António Portugal

terça-feira, 18 de maio de 2010

“INVESTIGAÇÃO” o universo secreto da maçonaria.


AS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER

A MAÇONARIA POR DENTRO

São militantes do PS, do PSD e do CDS, são ministros, diplomatas, magistrados, médicos, juristas e elementos dos serviços secretos.

De venda negra a cobrir os olhos, com a perna esquerda das calças arregaçada e uma parte do peito completamente à mostra, aquele que ainda hoje é um dos homens mais influentes de Portugal conseguia apenas distinguir sons, vozes e instruções dadas pelo venerável mestre da loja maçónica a que estava prestes a aderir como maçon aprendiz. Na derradeira prova antes de poder ser um membro de pleno direito do Grande Oriente Lusitano (GOL), fizeram-no dar três voltas completas, de olhos vendados, ao templo maçónico - todas elas com um significado simbólico. Sempre acompanhado pelo mestre de cerimónias, o homem que se certifica de que o ritual é escrupulosamente cumprido, superou o teste. Pelo caminho, teve de ouvir barulhos de espadas a bater no chão e mulheres a bater nas madeiras e teve de sentir o calor do fogo e a temperatura fria da água. Já com os percursos feitos sempre da esquerda para a direita da loja; que é como quem diz das trevas para a luz -, mas ainda de olhos vendados, foi conduzido ao altar. Estava na altura de finalmente ser iluminado pela figura do venerável. Ao cair da venda, veria a luz.

Viu mais do que isso: um conjunto de homens com aventais de cores e disposições variadas, alinhados como numa parada militar. À sua frente, o líder da loja levantou uma espada que atravessava o testamento maçónico que escrevera antes de entrar na loja, numa câmara escura e sombria, com caveiras humanas desenhadas nas paredes. Nesse pedaço de papel registara as suas últimas reflexões profanas, que começavam agora a ser despedaçadas pelas chamas. Jorge Coelho - um dos mais influentes militantes da história do Partido Socialista estava a entrar num mundo desconhecido da maior parte dos portugueses: - o universo secreto da maçonaria.

ANTES DELE - QUE CHEGOU ao GOL há pelo menos seis anos, durante o grãomestrado de Eugénio de Oliveira (1996 / 02) -, muitas outras figuras influentes da sociedade portuguesa passaram pelo ritual iniciático. Entre elas, Almeida Santos (ex-presidente da Assembleia da República), António Vitorino (antigo ministro socialista da Defesa e excomissário europeu), João Soares (ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa), João Cravinho (ex-ministro das Obras Públicas e actual administrador do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento), Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais), Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e exministro da Saúde), Isaltino Morais (presidente da Câmara Municipal de Oeiras) e António de Sousa Lara (ex-subsecretário de Estado da Cultura de um governo de Cavaco Silva e professor, que acabou envolvido no escândalo da Universidade Moderna). Esta é uma curta lista entre milhares de nomes, divididos por várias obediências - as mais representativas são o Grande Oriente Lusitano (GOL), liderado pelo ex-deputado sodalista António Reis, e a Grande Loja Regular de Portugal (GLRP), dirigida pelo escritor Mário Martin Guia - que se movem em todos os sectores de actividade. É a acção conjunta destes homens, que se reúnem entre as paredes discretas dos templos maçónicos, repletos de símbolos e artefactos, que forma o designado "lóbi maçónico".

O último episódio demonstrativo da proximidade entre a maçonaria e o poder surgiu na mais recente remodelação governamental. António Costa saiu para ser candidato à Câmara Municipal de Lisboa e, para seu sucessor na pasta da Administração Interna, foi designado Rui Pereira, que hoje é visto como um dos nomes mais fortes do GOL. Fez parte da Loja Convergência, liderada por Luís Nunes de Almeida, o ex-presidente do Tribunal Constitucional (TC) falecido em 2004 e em cujo funeral maçons de várias lojas e obediências fizeram - sem o conhecimento do prior Horácio Correia, responsável pela Basílica da Estrela – uma cadeia de união (ritual maçónico em que todos dão as mãos e proferem as últimas palavras de homenagem ao morto). O acto decorreu discretamente na casa mortuária, longe dos olhos de elementos não maçons, os "profanos".

Frequentador assíduo destas e de outras reuniões maçónicas, Rui Pereira dividiu ultimamente tarefas entre a visível coordenação da Unidade de Missão para a Reforma Penal e a presidência-sombra do Supremo Tribunal Maçónico, que acabou por abandonar, segundo fontes do GOL, quando foi há poucos meses escolhido pelo PS para integrar o Tribunal Constitucional. Hoje faz parte da Loja Luís Nunes de Almeida - criada em homenagem ao jurista falecido após a cisão registada na Loja Convergência, que continuou a ter, entre outros membros, Luís Fontoura, social-democrata e ex-secretário de Estado da Cooperação dos governos de Balsemão, e Abel Pinheiro, administrador da Grão-Pará e o ex-homem-forte das finanças do CDS, arguido no processo judicial Portucale. Contactado, Abel Pinheiro assume uma ligação de mais de 20 anos à maçonaria, considerando que esta “não tem qualquer espécie de poder”.

SE NÃO TEM PODER oficialmente, pelo menos está "representado" em vários órgãos de poder. Rui Pereira, o actual ministro da Administração Interna, já foi director, entre 1997 e 2000, do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e mantém desde então relações próximas com o mundo da espionagem portuguesa. Rui Pereira - que não quis falar sobre a sua ligação à maçonaria - é também olhado como uma ponte entre o GOL e a GLRP [Grande Loja Regular de Portugal], através do seu grande amigo José Manuel Anes. Além de ser hoje grão-mestre honorário da GLRP, Anes é director da revista maçónica Aprendiz e da publicação Segurança e Defesa, lançada em Outubro de 2006 pela editora Diário de Bordo, e onde escrevem vários elementos ligados aos serviços secretos.

Os membros da maçonaria têm marcado presença na definição das opções do País, em especial junto de governos socialistas. Há áreas em que os maçons actuaram desde sempre, como a administração interna e os serviços de informações, e outras em que a sua influência é grande. Os governos de António Guterres são um exemplo claro. Jorge Coelho, enquanto ministro da Administração Interna, teve como secretário de Estado Armando Vara - outro maçom, que hoje é administrador da Caixa Geral de Depósitos, nomeado pelo Governo. No exercício das suas competências, Coelho nomeou em 1997, para dirigir o SIS, Rui Pereira, que acabou por sair três anos depois para ocupar o cargo de secretário de Estado da Administração Interna. Jorge Coelho - que não quis falar de maçonaria ("Nunca falei disso com ninguém, mas vou ter muito gosto em ler o artigo") - já então tinha trocado a pasta da Administração Interna pela do Equipamento Social e Rui Pereira ficou sob a alçada de Alberto Costa, hoje ministro da Justiça e que desmentiu qualquer ligação à maçonaria. NESSE MESMO GOVERNO, em 2000, Fausto Correia, outro histórico do Grande Oriente Lusitano, ocupou o cargo de secretário de Estado adjunto do ministro de Estado, o seu amigo e "irmão" Jorge Coelho. Noutra área, a dos Assuntos Fiscais, estava o advogado de Carlos Cruz no processo Casa Pia, Ricardo Sá Fernandes, também ele membro do GOL. Mas a presença dos maçons no executivo de António Guterres não pára aqui.

Na área da Habitação estava Leonor Coutinho, há muito mestre na Grande Loja Feminina de Portugal. O secretário de Estado da Saúde era José Miguel Boquinhas (maçom e amigo de Jorge Coelho, de quem passou a ser sócio numa clínica de exames laboratoriais, a Fisiocontrol), que chegou a candidatar-se, há cerca de três anos, a bastonário da Ordem dos Médicos com fortes apoios de médicos (até sindicalistas) maçons. Acabou por perder para Pedro Nunes, o actual bastonário, que por sua vez sucedeu a Germano de Sousa, outro elemento do GOL. Também Rui Cunha, um maçom do GOL recentemente nomeado pelo Governo para provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi secretário de Estado adjunto do ministro do Trabalho e da Solidariedade. Ainda no mesmo Executivo, Armando Vara, depois de ter desempenhado as funções de secretário de Estado da Administração Interna, foi nomeado ministro da Juventude e do Desporto. Carlos Zorrinho, que era na altura secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna, entrou há pouco para o GOL.

Segunda-feira, 18h30, Janeiro de 2007. Dois homens de fato escuro e gravata saem do n.º 17 da Rua João Saraiva, em Alvalade, e atravessam apressadamente a estrada neste fim de tarde já escuro. Dirigem-se a uma carrinha cinzenta Citroën C5. Abrem a mala, retiram aquilo que parecem roupas dobradas e uma maleta de cabedal preto, com pequenas rodas, que um deles arrasta pelo chão. Num instante, já estão a regressar ao edifício, mas ainda falta cerca de meia hora para a reunião da Loja Mercúrio, talvez a mais secreta da maçonaria regular portuguesa. À medida que o tempo vai passando, começam a chegar os carros. Um BMW 520i segue devagar, o motorista leva-o algumas dezenas de metros adiante, dobra a esquina e estaciona. Jorge Silva Carvalho, o chefe de gabinete que o secretário-geral do SIRP (Serviço de Informações da República Portuguesa) requisitou ao SIS, sai do banco traseiro, ajeita o fato azul-escuro e põe-se calmamente a caminho, deixando para trás o carro que é propriedade da secreta militar e que, desde 2002, foi cedido ao gabinete do director do SIRP, Júlio Pereira. Quase no mesmo instante, mas do outro lado da rua, o motorista de um BMW propriedade da Câmara Municipal de Oeiras estaciona e um homem sai apressado em direcção ao edifício degradado. É Isaltino Morais, que se junta a Emanuel Martins, líder do PS de Oeiras e um dos 17 maçons presentes na reunião de irmãos que se vai prolongar por mais de duas horas. Emanuel Martins tem sido o principal responsável pelo facto de Isaltino Morais ainda não ter caído da presidência da câmara: contra todas as expectativas, o líder da oposição tem vindo a manifestar solidariedade para com o autarca e seu "irmão", acusado pelo Ministério Público dos crimes de corrupção, branqueamento de capitais e abuso de poder. Questionado sobre o assunto, Isaltino Morais não quis falar. Por essa altura, já outros carros topo de gama procuram estacionamento. Alguns estão a coberto do anonimato assegurado pelos registos - uns são Mercedes em leasing, outros são Audis registados em nome de empresas. Outros nem tanto, como são o caso de um Citroën C5 azul guiado por Paulo Miranda, o homem que foi vice-presidente do Conselho Nacional do CDS, ou o Opel Vectra que é propriedade do ex-reitor da Universidade Moderna, Britaldo Rodrigues.

Hoje é dia de iniciações de aprendizes, gente que vai entrar nos segredos da maçonaria. Um homem de cerca de 50 anos parece perdido. Olha para os edifícios em redor, agarra no telemóvel e obtém a confirmação do número da porta. Lá dentro, no andar superior ao corredor dos Passos Perdidos (onde são afixados os nomes de quem está em vias de ser iniciado), José Moreno, o social-democrata subdirector do Gabinete de Planeamento do Ministério das Finanças, e Paulo Noguês, especialista em marketing político e institucional, estão a postos para iniciar os rituais secretos da Grande Loja Regular de Portugal, que serão inevitavelmente seguidos de um ágape, uma espécie de convívio de homenagem aos recém-admitidos.

OS NOVOS “IRMÃOS” terão aí a oportunidade de, pela primeira vez, tomar contacto com a linguagem codificada da instituição: obedecendo às instruções dos mestres (o grau máximo que se pode atingir numa loja maçónica), pegam num "canhão" (copo), "carregam-no" (enchem-no) de "pólvora forte branca" (vinho branco) ou, em alternativa, de "pólvora forte vermelha"ite (vinho tinto) ou de "pólvora explosiva" (champanhe); "alinham" (colocam os copos em linha) e "fazem fogo" (bebem). A bebida é frequentemente acompanhada de "materiais" (comida). Há quem opte por colocá-los na "telha" (prato), agarrando na "trolha" (colher) ou no "tridente" (garfo), para de seguida "demolir os materiais" (mastigar). Para que o ambiente permaneça descontraído, é possível experimentar "pólvora do Líbano" (tabaco) ou "fazer fogo" com "pólvora fulminante" (licor). Normalmente este ritual tem lugar na sede da própria obediência, mas o edifício degradado em que funciona a maçonaria regular, situado em Alvalade, não é propício a grandes convívios. Resultado: os "irmãos" preferem carregar a simbologia para o restaurante mais próximo, onde discretamente convivem ao jantar. Como aconteceu nessa noite.

A GLRP é uma verdadeira salada de frutas de políticos. Reúne socialistas e monárquicas, sociais-democratas e centristas. Todos se dizem homens bons à procura do aperfeiçoamento individual e da humanidade, mas poucos se questionam sobre alguns dos episódios polémicos daquela obediência em Portugal, como o da estratégia montada durante largos meses pela direcção da Grande Loja para conseguir uma nova sede - um palacete situado em pleno Príncipe Real, em Lisboa - cedida pelo ex-presidente da Câmara de Lisboa, Carmona Rodrigues. Para "seduzir" o agora recandidato, a GLRP até lhe atribuiu uma importante condecoração maçónica, a grã-cruz da Ordem Honorífica Gomes Freire de Andrade. A divulgação do caso em Abril, levou o vereador do Bloco de Esquerda, José Sá Fernandes, a fazer um requerimento para saber exactamente o que tinha sido acordado. Nunca obteve resposta, mas, ao que tudo indica, o palacete vai mesmo chegar às mãos da GLRP. De resto, o universo da autarquia lisboeta é um autêntico caldeirão maçónico. Sabe-se que o antigo chefe de gabinete de Carmona Rodrigues, Cal Gonçalves, é maçom. O mesmo sucede com vários membros da oposição no PS Lisboa, como Rui Paulo Figueiredo, que pertence à Loja Mercúrio, ou Miguel Coelho, líder da distrital do partido, Dias Baptista, líder do PS na autarquia, ou ainda Rosa do Egipto (recém-nomeado administrador da EPUL), Arnaldo João (advogado e ex-EPUL) e Gonçalo Velho (PS de Carnide). Em declarações, José Manuel Anes afirma que ainda não acredita que o negócio em causa estivesse em marcha: "Estou profundamente triste pelo que li na vossa revista. Fiquei de boca aberta. A minha sensibilidade maçónica ficou ofendida". Nandim de Carvalho, ex-grão-mestre da GLRP, não percebe Anes: "Isso não tem ponta por onde se lhe pegue. É uma declaração ininteligível." E Nandim de Carvalho não fica incomodado com o secretismo com que toda a operação estava a ser planeada.

SEGUNDO DOCUMENTOS a que teve acesso, também já houve comendas atribuídas aos presidentes das Câmaras de Setúbal e Palmela, respectivamente, Carlos Sousa e Ana Teresa Vicente. As autarquias são outro dos sectores onde a maçonaria também tenta ter uma presença forte. Em Maio e Junho de 2001, o GOL organizou a exposição Maçonaria na Figueira, realizada no museu camarário. Em documentos internos da organização que se consultou, é destacado o "empenho e o profissionalismo" de diversas pessoas. Entre elas, o então vereador social-democrata Miguel Almeida. Melhor, o "irmão" Miguel Almeida, que seria braço-direito de Santana Lopes na Câmara de Lisboa, e que por diversas vezes o aconselhou a visitar o GOL e a subsidiar vários eventos da instituição. O actual deputado sublinha que não lhe repugna que os membros da instituição procurem ajudá-la. "Se for para defender os valores da casa, não acho mal, pelo contrário", afirma. Será apenas coincidência, mas os maçons estão sempre a encontrar-se nas autarquias. Ainda nas últimas eleições, depois de Manuel Maria Carrilho ter feito uma manobra de antecipação, anunciando a disponibilidade para ser candidato do PS a Lisboa, João Soares, expresidente da Câmara, resignou-se ao facto de ter de se candidatar à liderança de outra cidade. Acabou por conseguir ser a aposta do PS a Sintra. O coordenador autárquico do partido era o seu "irmão" Jorge Coelho. Uma curiosidade: João Soares é um maçom sui generis. Na sua loja recusa-se terminantemente a usar o tradicional avental, por considerar que é "abichanado". Em declarações, João Soares confirma: "Uso avental em casa, não sou pessoa de grandes rituais. Estou lá pelo espírito republicano e laico da organização". Um espírito que é defendido intransigentemente pelo grão-mestre António Reis. "Não telecomandamos pessoas ou grupos. Faço uma distinção total entre a espiritualidade ética e laica e os grupos de pressão que não somos", diz. Vítor Ramalho, deputado do PS e maçom assumido, tem mais dúvidas. "Vejo com grande criticismo a entrada de certas pessoas e houve um período em que a maçonaria abriu as portas de forma menos avisada", refere.

Resumindo: todos terão a consciência de que para manter o espírito puro é necessário muito esforço interno. Se não, veja-se a declaração de princípios da lista encabeçada em 2002 por António Arnaut, na qual se mencionava a corrupção e o compadrio nos partidos políticos, defendendo-se até a existência de um "novo tipo de prática maçónica" que levasse os "irmãos" para longe das disputas partidárias, tanto mais que os partidos, "que deviam ser intérpretes do interesse nacional e escolas de civismo", se transformaram em "máquinas de conquista de poder e agendas de emprego". O diagnóstico era, portanto, desanimador. "A corrupção alastra, o compadrio substitui o mérito, o interesse material oblitera o dever de servir a comunidade", dizia o documento, apontando outros potenciais culpados: "São as multinacionais que inspiram certas leis e são os canais de televisão que ditam as regras, criam factos políticos e impõem a obscenidade."

EM 1998, Fernando Negrão, o actual candidato do PSD à Câmara de Lisboa, que era então director da Polícia Judiciária, afirmou ao jornal Expresso que a maçonaria "com certeza democratizará a sua visibilidade". Inquirido pelo mesmo jornal, Jorge Coelho, que era ministro da Administração Interna, disse que não faria sentido uma investigação sobre quem é quem na maçonaria portuguesa porque a época das perseguições já passara. O ponto de vista do exdirigente socialista parece ter vingado: na discussão que decorreu no ano passado no Parlamento, os deputados esclareceram muito bem quais seriam as novas regras do registo público de interesses a vigorar a partir de 2009. De fora ficaram, por proposta do PS e com a abstenção de toda a oposição, as ligações à maçonaria.

O desejo de secretismo sobre os membros da instituição vem de longe e mantém-se até hoje. Até para se reconhecerem em público os maçons utilizam códigos. Um exemplo: dois "irmãos" estão a falar em público sobre um qualquer assunto da loja a que pertencem. Um deles percebe que há um "profano" que se aproxima. Para avisar o interlocutor, diz a seguinte frase: "Está a chover." Outro ainda: um membro desconfia, mas não tem a certeza, de que uma pessoa que se prepara para conhecer é maçom. Para o confirmar, ao cumprimentá-la dá-lhe três toques com o polegar. Se houver resposta igual, é um "irmão". Outra forma de se reconhecerem: num jantar de grupo, um maçom pensa estar frente a outro maçom, embora não esteja certo disso. Para o saber, olha para ele enquanto coloca a pala da mão aberta sobre o próprio pescoço. Se a resposta for semelhante, o mistério está desfeito. ANTÓNIO ARNAUT - que, em 1978, enquanto ministro dos Assuntos Sociais, protagonizou um dos episódios mais sintomáticos da influência da maçonaria na sociedade civil, ao colocar em discussão o projecto de lei que criaria o Serviço Nacional de Saúde primeiro na sua loja maçónica e só depois no Parlamento - desempenhou um papel importante na relativa abertura da instituição. Ao contrário do que sucedeu com o seu antecessor - o coronel Eugénio de Oliveira, que usava o nome simbólico de Gandhi na Loja O Futuro, onde Afonso Costa (chefe de alguns Governos durante a I República) também esteve - o grão-mestre defendeu maior divulgação da natureza e dos princípios do GOL. Foi por isso que abriu as portas do palacete situado no Bairro Alto, em Lisboa, a personalidades como Jorge Sampaio, D. Duarte, Pedro Santana Lopes ou Jaime Gama, que na altura declarou que era o primeiro presidente da Assembleia da República não maçom de Portugal. Não era. O seu antecessor, Mota Amaral, pertence, de facto, a uma organização igualmente discreta, mas com outro nome - a católica Opus Dei. Em diversos documentos do GOL e da GLRP a que se teve acesso são feitas referências a encontros com o poder político e económico, muitos deles secretos: "Há que destacar também a recepção pelo grão-mestre do GOL de dirigentes de partidos políticos, embaixadores creditados em Portugal (...)", pode ler-se numa comunicação interna do GOL, que, ao contrário do que acontece com a GLRP, não revela nomes "profanos" nos seus documentos, optando, por uma questão de segurança, pela utilização de nomes simbólicos (todos os maçons têm um) ou, no caso de se tratar de representantes institucionais exteriores ao GOL, pela inscrição das iniciais dos seus nomes.

A maçonaria está por todo o lado. Para intervir activamente na sociedade civil, cria as chamadas instituições para-maçónicas. Entidades como a Academia das Ciências de Lisboa, a Universidade Livre, os Pupilos do Exército, a Voz do Operário, a editora Hugin ou o Montepio Geral foram pensadas primeiro em lojas maçónicas e só depois lançadas na sociedade civil, normalmente com maçons na sua direcção. Foi isso que aconteceu também com a Universidade Moderna. Um professor maçom que esteve ligado ao projecto desde o início garante que a ideia foi desenvolvida na maçonaria. "O José Júlio Gonçalves e o Oliveira Marques [historiador que morreu recentemente] estavam em conflito porque os dois queriam ser reitores", afirma. "Nessa altura, a ideia era chamar-lhe Europa, mas um dia o José Júlio, que era quem tinha arranjado forma de viabilizar o projecto, perdeu a paciência e disse ao Oliveira Marques para fazer a sua própria universidade. Foi quando criou a Moderna." A versão é contestada por Nandim de Carvalho, fundador e primeiro presidente da Assembleia Geral da Universidade, que garante que Oliveira Marques "não teve participação" na ideia. O projecto acabaria por dar origem a um dos maiores escândalos políticos dos últimos 20 anos, prejudicando a imagem da maçonaria, sobretudo da GLRP. E também a de alguns políticos, como Paulo Portas, que foi o primeiro gestor da empresa de sondagens da universidade, a Amostra, e que conduzia um Jaguar da Moderna, ou Santana Lopes, que também geriu a Amostra e que tinha ao serviço um Mercedes Classe A - carros disponibilizados por José Braga Gonçalves, administrador da universidade, filho de José Júlio Gonçalves e membro da maçonaria da Casa do Sino.

OS PERSONAGENAGENS

AS LIGAÇÕES PODEROSAS DA ORGANIZAÇÃO QUE NÃO QUER APARECER

“A MAÇONARIA POR DENTRO”

Estrutura dirigente da GLRP

Mário Martins Guia - Grão-mestre / Norton de Matos

José Moreno - Vice-grão-mestre / Mercúrio

Júlio Meirinhos - Vice-grão-mestre / Rigor

Paulo Noguês - Assistente de grão-mestre / Brasília

Luís Lopes - Assistente de grão-mestre / Marquês de Pombal

R. LeIé - Assistente vice-grão-mestre moreno I Mestre Afonso Domingues

A. Rente - Assistente vice-grão-mestre meirinhos / Egitânia

José Coelho Antunes - Grande secretário INorton de Matos

I. Fonseca Vice-grande secretário / Norton de Matos

Manuel Martins da Costa - Assistente de / grande secretário / Marquês de Pombal

Mário Gil Damião da Silva - Assistente de grande secretário I Norton de Matos

J. A. Ferreira - Grande correio-mor / Estrela da Manhã

Alcides Guimarães - Primeiro grande vigilante / Rei Salomão

L Homem - Segunda grande vigilante / Conímbriga

Augusto Castro - Vice-primeiro grande vigilante / Anderson

R. Cruz - Vice-segundo grande vigilante / Portus Calle

Francisco Queiroz - Grande capelão / Teixeira de Pascoaes

Benito Martinez - Vice-gronde capelão / Quinto Império

Mário Máximo - Grande orador / Nova Avalon

H. Veiga - Vice-grande orador / Bispo Alves Martins

Vítor Gabão Veiga - Grande hospitaleiro e esmoler / Soliditas

António Vicente - Grande arquivista e bibliotecário I Harmonia

Arnaldo Matos - Grande porta-estandarte / Miramar

Manuel Cabido Mota - Grande superintendente e guardião do templo / Harmonia

Luís Honrado Ramos - Grande mestre de cerimónias / Almeida Garrett

Miguel Cardina - Primeiro grande experto / Mestre Afonso Domingues

Luís Pombo - Segunda grande experto / Miramar

Esmeraldo Mateus Vivas - Segundo grande experto / Marquês de Pombal

Manuel Pinto - Grande organista / Porto do Graal

Nuno Jordão - Grande porta-espada I Nova luz

J. Ruah - Grande inspector I Mestre Afonso Domingues

João Oliveira e Silva - Grande inspector I Fernando Pessoa

Edgar Gencsi - Grande inspector I Miramar

Manuel Sacavém - Grande inspector / Lusitânia

Nuno Silva - Vice-grande inspector / Fernando Pessoa

José Fernando d’AIte - Vice-grande inspector / Almeida Garrett

G. Ribeiro - Vice-grande inspector I Aristides Sousa Mendes

Manuel Tavares Oliveira - Vice-grande inspector / Anderson

José Oliveira Costa - Assistente grande inspector / Bispo Alves Martins

Armando Anacleto - Assistente grande inspector / Egitânia

António Delfim Oliveira Marques - Assistente grande inspector / Egas Moniz

Jorge Vilela Carvalho - Assistente grande inspector I Astrolábio

Paulo Albuquerque - Assistente grande inspector / Lusitânia

Membros do governo e deputados

Nomes que são da maçonaria ou, em algum momento, foram membros:

Rui Pereira (actual ministro da Administração Interna e ex-director dos serviços secretos)

António Castro Guerra (actual secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação)

António Arnaut (ex-ministro socialista)

Jorge Coelho (ex-ministro socialista)

António Vitorino (ex-rninistro socialista, entretanto expulso do GOL)

Isaltino Morais (ex-ministro social-democrata e actual presidente da Câmara de Oeiras)

Almeida Santos (ex-ministro e ex-presidente do Parlamento)

João Cravinho (ex-ministro socialista)

Armando Vara (ex-ministro PS e actual administrador da CGD)

Rui Gomes da Silva (deputado e ex-ministro do PSD)

Carlos Zorrinho (ex-secretário de Estado PS e coordenador do Plano Tecnológico)

Fausto Correia (eurodeputado e ex-secretário de Estado socialista)

Juristas, diplomatas e espiões

António Lamego (advogado)

António Pinto Pereira (advogado)

José António Barreiras (advogado)

Diamantino Lopes (ex-vice-bastonário da Ordem dos Advogados)

Rodrigo Santiago (advogado)

Nuno Godinho Matos (advogado)

Guerra da Mata (advogado)

Miguel Cardina (advogado)

Manuel Pinto (advogado)

Luís Moitinho de Oliveira (advogado)

Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do PS)

Ricardo da Velha (desembargador jubilado e exparticipante no programa televisivo O Juiz Decide)

Jorge Silva Carvalho (chefe de gabinete de Júlio Pereira, director do Serviço de Informações da República Portuguesa)

José Manuel Anes (director da revista Segurança e Defesa)

José Fernandes Fafe (diplomata)

Fernando Reino (diplomata jubilado)

Gestores, médicos e militares

Abel Pinheiro (administrador da Grão-Pará)

Maldonado Gonelha (administrador da Caixa Geral de Depósitos e ex-ministro da Saúde socialista)

Fernando Lima Valadas (gestor da construtora Abrantina)

Amadeu Paiva (administrador da Unicre)

Carlos Monjardino (presidente da Fundação Oriente)

José Miguel Boquinhas (médico, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental e ex-secretário de Estado socialista)

Germano de Sousa (ex-bastonárioda Ordem dos Médicos)

Cipriano Justo (médico e sindicalista)

Jacinto Simões (médico e ex-director do Hospital de Santa Cruz)

Santinho Cunha (médico legista)

Vasco Lourenço (militar de Abril)

Palma lnácio (ex-resistente antifascista)

Professores, arquitectos, escritores, músicos e outros

José Júlio Gonçalves (ex-reitor da Universidade Moderna)

António de Sousa Lara (professor e exsubsecretário de Estado da Cultura socialdemocrata)

Lemos de Sousa (professor catedrático)

Jorge de Sá (professor e director da empresa de sondagens Aximage)

Fernando Condesso (professor)

José Manuel Fava (arquitecto e ex-sogro de José Sócrates)

Troufa Real (arquitecto)

José Jorge Letria (escritor)

Mário Zambujal (escritor)

José Fanha (escritor)

Fausto (cantor)

Carlos Alberto Moniz (cantor)

José Nuno Martins (apresentador)

Nicolau Breyner (actor)

Moita Flores (argumentista e presidente da Câmara Municipal de Santarém)

Henrique Monteiro (director do jornal Expresso)

João Proença (secretário-geral da UGT)

POSIÇÃO DA IGREJA PERANTE A MAÇONARIA

Por vezes pergunta-se entre nós o que é a Maçonaria e o porquê do antagonismo entre religião cristã e maçonaria e o motivo por que um cristão, designadamente um católico, não pode pertencer a associações maçónicas sem trair a sua Fé. É preciso saber que, mesmo quando a associação maçónica (cuja adesão é vinculativa) não professa declarado ateísmo ou agnosticismo, a sua concepção de um “Supremo arquitecto do Universo” não é compatível com a concepção cristã do Deus pessoal dos ensinamentos de Jesus Cristo que nos são transmitidos pela Igreja. Daí o esclarecimento da S. Congregação da Doutrina da Fé, com data de 26 de Novembro de 1982: – «Os fiéis que pertencem às associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão». «Separar a fé da vida concreta não é bom, nem para a fé, nem para a vida, pois é exactamente a Vida verdadeira que celebram na Ceia do Senhor.» «Um católico, consciente da sua fé e que celebra a Eucaristia, não pode ser mação, e se o for convictamente, não pode celebrar a eucaristia». – Cardeal-Patriarca, D. José Policarpo, in Nota Pastoral da Quaresma de 2005.

Aliás, escreve o maçom Manuel Borges Grainha, na sua História da Maçonaria em Portugal, editada em 1913, reeditada em português da edição francesa em 1976 (Edit. Veja), na pág. 44: - «O Grande Arquitecto do Universo não é certamente o Jeová hebraico nem o Deus cristão: é a maneira filosófica de representar as forças criadoras e impulsivas da Natureza»

A. Rente - (GLRP) - Assistente vice-grão-mestre meirinhos / Egitânia Abel Pinheiro (administrador da Grão-Pará // e ex-homem forte das finanças do CDS “assume uma ligação de mais de 20 anos à maçonaria”) Arguido no processo judicial Portucale. Alcides Guimarães - (GLRP) - Primeiro grande vigilante / Rei Salomão Almeida Santos (ex-rninistro e ex-presidente do Parlamento) Amadeu Paiva (administrador da Unicre) António Arnaut, (PS) em 1978, ex-ministro dos Assuntos Sociais em 2002, assinava uma declaração de princípios que denunciava a corrupção e o compadrio nos partidos políticos, defendendo-se até a existência de um "novo tipo de prática maçónica". António Castro Guerra (actual secretário de Estado adjunto, da Indústria e Inovação) António de Sousa Lara (ex-subsecretário de Estado da Cultura de um governo de Cavaco Silva e professor e ex-subsecretário de Estado da Cultura, social-democrata, que acabou envolvido no escândalo da Universidade Moderna). António Delfim Oliveira Marques - (GLRP) - Assistente grande inspector / Egas Moniz António Lamego (advogado) António Pinto Pereira (advogado) António Reis, ex-deputado sodalista, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano (GOL), António Vicente - (GLRP) - Grande arquivista e bibliotecário / Harmonia . António Vitorino (antigo ministro socialista da Defesa e excomissário europeu), entretanto expulso do GOL. Armando Anacleto - Assistente grande inspector / Egitânia Armando Vara, depois de ter desempenhado as funções de secretário de Estado da Administração Interna, foi nomeado ministro da Juventude e do Desporto. Hoje é administrador da Caixa Geral de Depósitos, nomeado pelo Governo. Arnaldo João (advogado da ex-EPUL). Arnaldo Matos - (GLRP)- Grande porta estandarte / Miramar Augusto Castro - (GLRP) - Vice-primeiro grande vigilante / Anderson Benito Martinez - (GLRP)- Vice-grande capelão / Quinto Império Cal Gonçalves, (GLRP),antigo chefe de gabinete de Carmona Rodrigues é maçon. O mesmo sucede com vários membros da oposição no PS Lisboa. Carlos Alberto Moniz (cantor) Carlos Monjardino (presidente da Fundação Oriente) Carlos Zorrinho, ex- secretário de Estado adjunto do ministro da Administração Interna e coordenador do Plano Tecnológico, entrou há pouco para o GOL.

Cipriano Justo (médico e sindicalista) Diamantino Lopes (ex-vice-bastonário da Ordem dos Advogados) Dias Baptista (líder do PS na autarquia/Lisboa) Edgar Gencsi - (GLRP)- Grande inspector / Miramar Emanuel Martins (líder do PS de Oeiras, apoiante de Isaltino de Morais na Câmara) Esmeraldo Mateus Vivas - (GLRP) - Segundo grande experto / Marquês de Pombal. Eugénio de Oliveira, coronel, [GOL] grão-mestre, (de 1996/02) que usava o nome simbólico de Gandhi na Loja O Futuro, onde esteve Afonso Costa; defendeu maior divulgação da natureza e dos princípios do GOL Fausto (cantor) Fausto Correia, - (PS) euro-deputado, outro histórico do Grande Oriente Lusitano; em 2000, no governo de Guterres, ocupou o cargo de secretário de Estado adjunto do ministro de Estado, o seu amigo e "irmão" Jorge Coelho. Fernando Condesso (professor) Fernando Lima Valadas (gestor da construtora Abrantina) Fernando Reino (diplomata jubilado) Francisco Queiroz - (GLRP) - Grande capelão / Teixeira de Pascoaes. G. Ribeiro - (GLRP)- Vice-grande inspector I Aristides Sousa Mendes. Germano de Sousa (ex-bastonárioda Ordem dos Médicos. Outro elemento do GOL.) Gonçalo Velho (PS de Carnide) Guerra da Mata (advogado) H. Veiga - (GLRP) - Vice-grande orador / Bispo Alves Martins Henrique Monteiro (director do jornal Expresso) I. Fonseca - (GLRP)- Vice-grande secretário / Norton de Matos Isaltino Morais (ex-ministro social-democrata e actual presidente da Câmara de Oeiras) PSD. J. A. Ferreira - (GLRP) - Grande correio-mor / Estrela do Manhã J. Ruah - (GLRP) - Grande inspector I Mestre Afonso Domingues Jacinto Simões (médico e ex-director do Hospital de Santa Cruz) João Cravinho (ex-ministro socialista das Obras Públicas e actual administrador do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento), João Oliveira e Silva - (GLRP)- Grande inspector I Fernando Pessoa João Proença (secretário-geral da UGT)

João Soares (ex-presidente da Câmara Municipal de Lisboa), GOL, é um maçon sui generis. Na sua loja recusa-se terminantemente a usar o tradicional avental, por considerar que é "abichanado". Jorge Coelho - (ex-ministro socialista um dos mais influentes militantes da história do Partido Socialista enquanto ministro da Administração Interna, teve como secretário de Estado em 1997, Rui Pereira. Jorge de Sá (professor e director da empresa de sondagens Aximage) Jorge Silva Carvalho (chefe de gabinete de Júlio Pereira, director do Serviço de Informações da República Portuguesa - SIRP) Jorge Vilela Carvalho - (GLRP) - Assistente grande inspector I Astrolábio José António Barreiras (advogado) José Braga Gonçalves (membro da maçonaria da Casa do Sino; administrador da Universidade Moderna) José Coelho Antunes - (GLRP) - Grande secretário I Norton de Matos José Fanha (escritor) José Fernandes Fafe (diplomata) José Fernando d’Alte - (GLRP) - Vice-grande inspector / Almeida Garrett José Jorge Letria (escritor) José Júlio Gonçalves, (GLRP) ex-reitor da Universidade Moderna. José Manuel Anes. Além de ser hoje grão-mestre honorário da GLRP, é director da revista maçónica Aprendiz e da publicação Segurança e Defesa, lançada em Outubro de 2006 pela editora Diário de Bordo, e onde escrevem vários elementos ligados aos serviços secretos.

José Manuel Fava (arquitecto e ex-sogro de José Sócrates) José Miguel Boquinhas (médico, presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental e ex-secretário socialista de Estado da Saúde) maçon e amigo de Jorge Coelho, de quem passou a ser sócio numa clínica de exames laboratoriais, a Fisiocontrol. José Moreno - (GLRP) - Vice-grão-mestre / Mercúrio (social democrata, subdirector do Gabinete de Planeamento do Ministério das Finanças) José Nuno Martins (apresentador) José Oliveira Costa - (GLRP)- Assistente grande inspector / Bispo Alves Martins. Júlio Meirinhos - (GLRP) - Vice-grão-mestre / Rigor L Homem - (GLRP) - Segunda grande vigilante / Conímbriga Lemos de Sousa (professor catedrático) Luís Fontoura, social democrata e ex-secretário de Estado da Cooperação dos governos de Balsemão.

Luís Honrado Ramos - (GLRP) - Grande mestre de cerimónias / Almeida Garrett . Luís Lopes - (GLRP) - Assistente de grão-mestre / Marquês de Pombal Luís Moitinho de Oliveira (advogado) . Luís Nunes de Almeida, o ex-presidente do Tribunal Constitucional (TC) falecido em 2004, mestre da Loja Convergência. (Rito maçónico efectuado abusivamente na Capela mortuária da Basílica da Estrela ). Luís Pombo - (GLRP) - Segunda grande experto / Miramar Maldonado Gonelha (socialista, administrador da Caixa Geral de Depósitos e ex-ministro da Saúde) Manuel Cabido Mota - (GLRP) - Grande superintendente e guardião do templo / Harmonia Manuel Martins da Costa - (GLRP) - Assistente de / grande secretário / Marquês de Pombal Manuel Pinto - (GLRP) - Grande organista / Porto do Graal - (advogado) Manuel Sacavém - (GLRP) - Grande inspector / Lusitânia Manuel Tavares Oliveira - (GLRP) - Vice-grande inspector / Anderson Mário Gil Damião da Silva - (GLRP) - Assistente de grande secretário I Norton de Matos Mário Martins Guia - (GLRP) - Grão-mestre / Norton de Matos – (escritor) Mário Máximo - (GLRP) - Grande orador / Nova Avalon Mário Zambujal (escritor) Miguel Almeida, social-democrata maçon, que terá sido o braço direito de Santana Lopes na Câmara de Lisboa. Miguel Cardina - (advogado) (GLRP) - Primeiro grande experto / Mestre Afonso Domingues. Miguel Coelho, líder da distrital do partido. Miguel de Almeida (deputado; ex-vereador social democrata do GOL) Moita Flores (argumentista e presidente da Câmara Municipal de Santarém) Nandim de Carvalho ((ex-grão-mestre da GLRP) Nicolau Breyner (actor) Nuno Godinho Matos (advogado) Nuno Jordão - (GLRP) - Grande porta-espada I Nova luz Nuno Silva - (GLRP) - Vice-grande inspector / Fernando Pessoa Oliveira Marques, (GLRP) historiador que morreu recentemente. Palma lnácio (ex-resistente antifacista) Paulo Albuquerque - (GLRP) - Assistente grande inspector / Lusitânia Paulo Miranda, o homem que foi vice-presidente do Conselho Nacional do CDS, Paulo Noguês - (GLRP) - Assistente de grão-mestre / Brasília - (especialista em marketing político e institucional).

R. Cruz - (GLRP) - Vice-segundo grande vigilante / Portus Calle. R. Lelé - (GLRP) - Assistente vice-grão-mestre moreno I Mestre Afonso Domingues. Ricardo da Velha (desembargador jubilado e ex-participante no programa televisivo O Juiz Decide). Ricardo Sá Fernandes (advogado e ex-secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do PS, no executivo de Ant. Guterres) Rodrigo Santiago (advogado) Rosa do Egipto (recém nomeado administrador da EPUL). Rui Cunha, um maçon do GOL recentemente nomeado pelo Governo para provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, foi secretário de Estado adjunto do ministro do Trabalho e da Solidariedade. Rui Gomes da Silva (deputado e ex-ministro do PSD). Rui Paulo de Figueiredo (membro da oposição no PS / Lisboa / Loja Mercúrio) Rui Pereira, - um dos nomes mais fortes do GOL. Fez parte da Loja Convergência, participou na Reforma Penal e na presidência-sombra do Supremo Tribunal Maçónico. Da Loja Luís Nunes de Almeida. Integra o Tribunal Constitucional. É o actual ministro da Administração Interna. Foi director, entre 1997 e 2000, do Serviço de Informações de Segurança (SIS) e mantém desde então relações próximas com o mundo da espionagem portuguesa. Foi secretário de estado da Admin. Interna. Santinho Cunha (médico legista) Troufa Real (arquitecto) Vasco Lourenço (militar de Abril) Vítor Gabão Veiga - (GLRP) - Grande hospitaleiro e esmoler / Soliditas Vítor Ramalho, deputado do PS e maçon assumido.

SENHORAS “MAÇANS

GRANDE LOJA FEMININA DE PORTUGAL

* Ana Bela Pereira da Silva, presidente da Associação Portuguesa das Mulheres Empresárias. * Helena Sanches Osório, jornalista já falecida, uma das fundadoras da GLFP. * Leonor Coutinho, mestre na Grande Loja Feminina de Portugal. Ex-secretária de Estado da Habitação do governo de António Guterres. * Maria Belo (psicanalista; militante socialista (PS); Grande Loja Feminina de Portugal fundada em 1983.

MULHERES VENDADAS

“Se a solidariedade entre “irmãs” existe, eu nunca a vi."

Quem o afirma é um membro da Grande Loja Feminina de Portugal (GLFP), a obediência maçónica criada em 1983, entre outras, pela psicanalista e militante socialista Maria Belo, numa antiga garagem com uma gruta por trás. Maria Belo e as "irmãs" - entre elas a já falecida jornalista Helena Sanches Osório decidiram chamar a essa primeira loja Unidade e Mátria. Tornou-se conhecida por ser muito rigorosa no cumprimento do ritual. "Lá, o segredo é mesmo a alma do negócio. No dia da minha iniciação, meteram-me num carro e andaram comigo a passear de olhos vendados para não imaginar sequer para onde ia. Elas levam a promoção do secretismo até ao ridículo e as figuras de topo guardam toda a informação para si. Se quiser saber nomes de outros elementos, não me dizem. Querem manter o poder", afirma o mesmo membro, que ainda hoje não convive bem com o facto de ter de dizer sempre uma palavra passe para entrar na sede da GLFP nem com a obrigatoriedade de terem de ser as candidatas à irmandade a confeccionar à mão o seu traje maçónico. "Disseram-me que tinha de ser eu a cosê-lo... Fui a casa da minha mãe e ela ajudou-me", diz. A sede da GLFP situa-se em Lisboa, junto ao Largo do Adamastor. Entre os seus membros estão Leonor Coutinho, ex-secretária de Estado da Habitação do governo de António Guterres, e Ana Bela Pereira da Silva, presidente da Associação Portuguesa das Mulheres Empresárias.

Os nomes dos “irmãos” declarados, estão destacados a negrito e a vermelho, pela curiosidade de observar a sua actuação na actividade política no aparelho do Estado (que diz respeito a todos nós, Povo Português) e que se vincularam a determinados compromissos exigidos pela maçonaria, (consoante a “obediência”), conquanto alguns estejam vinculados pelo baptismo a Cristo e à Igreja.

– Flagrantes exemplos: o de um notável político, que frequentou, no Rodízio, o 4º. Cursilho de Cristandade de Lisboa, ( 9 a 12 /Jun.1961) – do género não será o único – e tal como o apoiar a imposição ditatorial do laicismo e comportamentos aberrantes (que em bom e tradicional português se designam por “deboche ”) a um povo culturalmente de raiz cristã e, eventualmente, assumindo as posições de grupos de pressão ad hoc para justificar decisões pouco ou nada claras de “laicidade” ( o caso da retirada de crucifixos das escolas, o condicionalismo da assistência religiosa nos hospitais… e não só). Aquela classificação, de “deboche ”, a fez, “mutatis mutandis”, perante as câmaras da televisão, em discurso público, na Madeira, na terceira semana de Agosto / 2007 Alberto João Jardim, presidente da Reg. Aut. da Madeira, em relação à homossexualidade e até ao facilitismo abortista, contra-valores que nos querem impor como se de gente civilizada fossem. Não lemos nada em letra de forma que o contradissesse. Claro, que haverá que considerar as honestas excepções de homens de recta consciência, para confirmar a regra. Coerentemente, não podem, cristãos, nomeadamente, cristãos católicos, ser fiéis a dois vínculos inconciliáveis... “servir a dois senhores” – um deles necessariamente será traído... Qual? – No caso vertente,

O Primeiro. Aquele que foi assumido no Baptismo e na profissão de Fé em nome da Trindade Divina, e no seguimento de Jesus Cristo, o Verbo de Deus, a Sua Humana Face. (“Os fiéis que pertencem a associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão” – S. Congr. para a Doutrina da Fé, 26.Nov.1982) “Um católico, consciente da sua Fé e que celebra a Eucaristia, não pode ser mação. E se o for convictamente, não pode celebrar a Eucaristia ” – Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo, Mensagem Quaresmal de 2005.