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sexta-feira, 1 de maio de 2009

Correio da Manhã de 01.05.2009: Caso Freeport.

Freeport: Consultor queria regularizar situação fiscal da Smith & Pedro.

Smith reuniu-se em Monte Carlo.

Em 2006, Charles Smith teve uma reunião no Mónaco com os principais responsáveis da Freeport Leisure.

Em Monte Carlo estiveram presentes, para além do sócio da Smith & Pedro, o presidente da Freeport, Sean Collidge, e os administradores Gary Russell e Alan Perkins.

Principal tópico de discussão foram as buscas realizadas à Smith & Pedro e ao Freeport.

Smith reclamava a regularização do IVA das facturas pró-forma, apreendidas pela Polícia Judiciária, que somavam vários milhares de euros.

Todas estas informações constam de um extenso relatório elaborado pela empresa de advogados Decherts.

O mesmo documento conclui que, perante as questões fiscais levantadas no encontro, bem como as buscas realizadas pela polícia, o administrador Alan Perkins terá concluído que existiram pagamentos irregulares e ilegais realizados em Portugal.

Os advogados ingleses concluem que, face às informações recolhidas no Mónaco, Perkins terá preparado a gravação do vídeo em que Charles Smith fala de José Sócrates, como argumento para segurar o seu posto de trabalho dentro do Freeport.

Em 2006, o fundo americano Carlyle já mostrara interesse em comprar a empresa inglesa, negócio que ficaria definitivamente concluído em Março de 2007.

O relatório adianta que Alan Perkins utilizou o vídeo gravado com Charles Smith em Alcochete durante o processo de rescisão do seu contrato de trabalho, que resultou no seu despedimento da Freeport.

DOCUMENTOS DESAPARECIDOS

Faltam documentos na escritura da casa da mãe de José Sócrates.

A notícia foi avançada pelo ‘Jornal Nacional’, na TVI, citando o ‘Sol’.

Os documentos em falta dizem respeito ao pagamento da Sisa e à identificação da procuradora que vendeu o imóvel, uma offshore sediada nas Ilhas Virgens britânicas, segundo o semanário.

Em 1998, altura da venda, era notária Maria de Lurdes Menezes, que em 2006 foi condenada a três anos de prisão por falsificação de documentos.

A actual notária terá dado por falta destas declarações quando se preparava para responder a questões levantadas por vários jornalistas.

A mesma notícia explica que sem esta documentação se perde o rasto aos vendedores da casa da mãe do primeiro-ministro.

Entretanto, a Ordem dos Notários já terá feito uma participação ao Ministério Público.

Em Março de 2007 a Operação Pública de Aquisição lançada pela Carlyle sobre a Freeport é coroada de êxito depois de sete meses de incerteza.

Charles Smith recebeu 80 mil euros como prova de 'boa-fé' por parte do Freeport, pelo facto de ter conseguido marcar uma reunião entre os ingleses e José Sócrates, noticia hoje o ‘Expresso’.

Os advogados da Decherts demoraram quatro meses a fazer o relatório das irregularidades do Freeport, que foi posteriormente enviado ao Serious Fraud Office.

O relatório da Decherts foi o objectivo da recente visita a Londres de um procurador do caso Freeport.