Bem-Vindos a "O Bar do Alcides"!

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* Todos os portugueses são vítimas da MAÇONARIA, que continua destruindo a nossa Nação!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

25 de Abril de 1974: TRAIÇÃO À PÁTRIA!


25 DE ABRIL de 1974, "QUEREMOS ECONTRAR UMA – CAUSA–, UMA SÓ".

SOBRE A PÁGINA MAIS VERGONHOSA E ULTRAJANTE NA HISTÓRIA DE PORTUGAL.

A EFEMÉRIDE DO PROFANO, DOS ASSASSINATOS DE MILHÕES DE PORTUGUESES, DO LUTO E DA DESONRA.

A EFEMÉRIDE DO "CARNAVAL VERMELHO" TAMBÉM VERMELHO A COR DO SANGUE DERRAMADO PELOS CRIMES DA TRAIÇÃO À PÁTRIA.

DA TÚNICA AUGUSTA E PURA DE ESPERANÇA DE UM PORTUGAL MAIOR, AO MANTO NEGRO E TRÁGICO DE UM PORTUGAL FINADO.

"Julgai com equidade as questões de cada um (...) Não fareis acepção de pessoas nos vossos julgamentos. bOuvireis tanto o grande como o pequeno, sem temor de ninguém, porque a Justiça provém de Deus". Deuteronómio—1-16/17


– O 25 de Abril marca a transformação de uma Nação do Minho a Timor,
próspera e rica, a um manicómio nacional.

– O 25 de Abril marca os acontecimentos trágicos da nossa Nação e os
assassinatos de portugueses.

– O 25 de Abril marca que no exército da Nação existiam traidores apátridas que
desonravam as fardas e divisas envergadas sem honra nem dignidade.

– O 25 de Abril marca que no exército de Portugal existiam "homens" que
iludiam os órgãos do Estado e a Hierarquia Militar para promoções imerecidas a
capitão, major, coronel, marechal, general. Canalha criminosa destituída de
patriotismo, de honestidade que desonravam o exército da Nação, a mancha
desonesta e vergonhosa entre Patriotas, os Heróis e os militares mortos que
deram as suas vidas, derramaram o seu sangue pela defesa intransigente da
Nação e da paz dos povos de Portugal.
Esta Canalha Criminosa, falhos obscenos imorais, continuaram a manter as
divisas militares após os crimes realizados, alguns deles ousaram autopromoverem
aproveitando as oportunidades fortuitas com a anuência dos
cúmplices participantes dos crimes de assassinato realizados nas províncias
ultramarinas de Portugal, e responsáveis pelo crime de Lesa-Pátria, alguns
falhos de vergonha escreveram livros sobre os Crimes realizados: António da
Silva Cardoso, o livro "Anatomia de uma Tragédia" tendo sido ele um dos
responsáveis pela Tragédia.
Pedro Júlio Pezarat Correia, o livro " PERVERSÕES E FRAGILIDADES" sendo
ele um dos Perversos Traidores.
Todo o homem tem como valores intransigentes: a Palavra como Honra, a
Hombridade como Dignidade, a Nobreza como generosidade, a Honra como
Sentimento da Integridade e do Dever, a Rectidão como Justiça, o Carácter
como Propriedade Individual, o Dever Sacro na Defesa da sua Nação, a
Decência como Decoro, a Moral como Princípios, a Protecção aos seus iguais
como Dever, a Consciência do Dever Cumprido na Causa do Bem Comum como
Valor Humano, a Protecção e a defesa da sua Nação e da Paz do seu Povo
como Obrigação e Dever de Patriota.
"Estes Valores não foram encontrados em nenhum dos Apátridas Criminosos
Militares de Abril".
E surgem nomes do nada, na maioria desconhecidos, saídos das casernas dos
quartéis, dos hospitais psiquiátricos, das ruelas estranhas, dos quiosques de
França, de um qualquer Gulag de Moscovo, de uma qualquer favela de Argel.
E surgem os embustes tramados nos quartéis para justificarem os actos
paranóicos dos insanos militares, perante a estupefacção de milhões de
portugueses, apanhados na surpresa pelo acto paranóico destes militares
apátridas e pelo aparato saído dos quartéis.

E Surgem as siglas feitas em cima do joelho, nos degraus ou nos vãos de uma
qualquer escada, de Moscovo, de Argel ou Conakry ou num qualquer quiosque
de Paris: PRP, PREC, PCP, PS. O MFA o CEMGFA o COPCON.

E os Pactos entre a CANALHA DA MAROFA : MFA/Partidos, o PDC ex-MES. Mais os
Plenários na: BETP na EPAM, os da tropilha fandangueira a: EPC/ RASP. As
Manifestação dos: SUV, APU, FUP, GDUP do MES e da LCI, o CEMGFA, o
MFA/POVO-UNIDO/VASCO -AMIGO, da UDP do MRPP mais conhecido por MR
pum-pum pelos petardos que rebentavam por todo este já pequeno Portugal,
uma organização terrorista vinculada a Pequim, Jiang Quim, a viúva de Mao, e o
chamado “bando dos quatro” ainda eram influentes, um dos chefes era o
enganoso Durão Barroso. Já em fase de completa destruição da Nação surge
uma Junta de Salvação Nacional, sobre a Junta percebe-se, sobre a Salvação
Nacional, essa nunca existiu.

– E surgem os Embustes –

1°- Embuste, a saída do quartel de alguns militares com material de guerra
usado abusivamente pelas ruas de Lisboa em passeio exclusivo e pessoal,
deram-lhes o nome de "intentona", alguns minutos mais tarde, passaria a ser
denominada "insurreição", horas mais tarde já com directrizes vermelhas,
passaria a "revolução militar", e de "revolução militar" passaria à Lírica
"revolução dos cravos", mas, para uma revolução militar tinha que existir uma
forte ditadura civil com existência de terror diário, com repercussões dramáticas
a todo um povo, persecuções diárias com milhares de portugueses presos,
desaparecidos ou milhares de mortos civis vítimas de uma feroz ditadura, "esta
ditadura anunciada não existia".

2 °- Embuste, era contra Salazar, não se pode atentar contra alguém que
fisicamente não existe!.

3°- Embuste, era contra o regime de Salazar, não se pode acusar contra um
Estado de Direito cívico, livre e Constitucional...

4°- Embuste, era a guerra no Ultramar, centenas de milhares de portugueses de
origem europeia nasceram, cresceram e viviam nas províncias ultramarinas de
Portugal eram testemunhos vivos e presentes, podiam provar e testemunhar de
que em Angola não existia guerra, em Moçambique o terrorismo estava
praticamente ganho, em Cabo-Verde não existia guerra, em S. Tomé e Príncipe
não existia guerra, em Timor não existia guerra, na Madeira não existia guerra,
nos Açores não existia guerra, na Guiné haviam focos de terroristas mas para os
eliminar existiam os exércitos! Caso contrário afinal para que servem os
exércitos? Que se saiba desde que o mundo é mundo, e desde que existem Estados ou
Nações existem exércitos para defenderem as suas Nações, o seu povo e os
seus territórios! Neste caso, qualquer acto de terrorismo que atentasse contra o
Estado de direito da Nação e do povo, o seu exército perante juramento feito de
honra, de lealdade ao serviço da sua Pátria e do bem comum pela paz, e pela
ordem, tinham por dever e obrigação defender a Nação dos inimigos a
interesses estrangeiros, alheios a Portugal, e a Nação portuguesa era do Minho
a Timor. A nossa Nação encontrava-se em vários continentes e a sua geografia em si
própria não era impedimento,para motivo de negação da sua defesa, a Nação
Portuguesa era como era há 500 anos, a Nação era uma só e, aonde chegava a
Nação, tinha que chegar o Estado e o seu exército, esta era precisamente a
razão porque a Constituição de um Estado Unitário não permitia qualquer
descriminação entre os seus territórios.

O exército da Nação era constituído por homens naturais de toda a Nação do
Minho a Timor, brancos, asiáticos, euro-africanos e africanos.


5°- Embuste, apelaram que o único objectivo da saída dos quarteis era a
reivindicação de status militares e salários mais elevados, mas aqui também a
situação não era clara, estes assuntos são tratados em gabinetes e não nas
ruas nem na posse de armas de guerra.

6°- Embuste, a causa era o colonialismo em África, como pode existir
colonialismo entre um só povo que faz parte integrante de uma única Nação!!!
De Embuste em Embuste, surgiu a Usura, a Perfídia, a Traição, as Prisões, os
Assassinatos, o Apunhalamento pelas costas dos povos de Portugal.
Destruída a Nação, declarada as guerras nas suas províncias a única saída que
colocavam estes paranóicos, trágicos apátridas era abandonar os territórios de
Portugal e os seus povos, perante a catástrofe só lhes restava a retirada e
refugiarem-se nos quartéis de Lisboa, e retiraram armas e bandeiras, e todos os
povos de Portugal foram abandonados e entregues há morte às mãos
assassinas dos seus algozes comunistas.
E restava-lhes continuarem a suster um qualquer embuste como justificação aos
seus Crimes para imporem as suas razões pela força da mentira, sobre os
portugueses assassinados, sobre as ferozes guerras fomentadas por Abril,
sobre as centenas de milhares de portugueses refugiados dessas guerras,
desenraízados e espoliados, sobre o grave Crime praticado contra a Nação.
De entre os Crápulas Criminosos, alguns nomes:
O camarada Spínola o homem que cultivava as peneiras, o monóculo, o
pengalim, que se cuspia quando falava como trôpego de pensamento, de
palavras e de acção, este não era comunista, nem socialista, nem democrata,
não sabia o que era, era simplesmente um patético pérfido.

O camarada Salgado Zenha comunista de índole criminosa, mais conhecido por
pescoço de cavalo.

O camarada Costa Gomes mais conhecido por falar para dentro e, o boca de sapo este, não era comunista, nem socialista, nem democrata, não sabia o que era, era simplesmente um patético pérfido, ao deixar este mundo rumo ao Julgamento Divino descobriu-se que tinha uma "consciência", "oculta", disse como num expurgar de pecado e remorsos a "descolonização" feita daquela forma foi o maior desastre para Portugal ( mas não existiu descolonização!!! não deveria confundir abandono e desprezo dos povos de Portugal entregues à morte, com descolonização).

Segue-se o camarada esquizofrénico Vasco Gonçalves que tinha acabado de
saír do Hospital Psiquiátrico Júlio de Matos e abandonado as consultas a meio
do tratamento, como doente mental era comunista.

Mas nada para admirar a Nação foi transformada em manicónio nacional.

Ainda para se juntarem à pandilha dos desequilibrados mentais e pérfidos.

O camarada Corvacho, fiel cão rafeiro do COPCON criminoso cumpridor e
seguidor das leis do COPCON das prisões arbitrárias, das expropriações, dos
roubos, comunista com índole criminosa.

O camarada Rosa Coutinho figura tenebrosa, canalha assassino, instigador e
fomentador da guerra em Angola (às ordens do colega e amigo, camarada Mário
Soares) mestiço tingido de vermelho, com índole criminosa, conhecido também
por cobarde quando uma mulher, Maria Emília Ferreira, lhe deitou as mãos ao
pescoço e no ímpeto agarrou-o pela camisa arrancando-lhe um botão, caso não
tivesse sido salvo pela tropilha fandanga criminosa abrileira Maria Emília
Ferreira matava-o e vontade e coragem não faltava às gentes honradas de
Angola.

O camarada Mário Soares vendedor de Pátrias, o apátrida convicto, conhecido
por o deslumbrado, o bolha, o pingo de sebo, o cara de Bulldog, o sorna, o
quiosqueiro, o bailarino era visto pelas ruas de Lisboa a pular e a cantar o
Larilolé enquanto distribuía a sua propaganda vermelha, bailarino também pelos
passos de dança entre o comunismo, o socialismo e o dinheiro fácil, um dos
grandes responsáveis pela mutilação da nossa Pátria, a delapidação do nosso
Património e a morte de milhões de Portugueses, este crápula disse : os
retornados são para serem atirados aos tubarões, mas que sabia este crápula
Mário Soares da guerra ou da própria realidade africana !!! tudo que sabia era
sobre vender papel, receber e dar os trocados, e sobre como poder enriquecer
sobre os destroços e os mortos de uma Nação.

O camarada Otelo de Carvalho, falho de dignidade, moralidade, indivíduo
ignorante, com índole criminosa, nas horas extras palhaço de caserna, mais
conhecido como discípulo da KGB e fiel cumpridor no exercício do terror, dos
assassinatos e das prisões arbitrárias, indivíduo ignorante com predisposição
ao crime organizado.

O camarada Freitas do Amaral não era comunista, não era socialista, não era
democrata, nem mesmo ele sabia o que era, mas, estava em todas e com todos,
mais conhecido por troca-tintas, hipócrita, falho, mudava de cor no vestir de
cada camisa, era sempre o primeiro a fugir quando o barco afundava e o
primeiro a entrar no barco das oportunidades.

O camarada Vasco Lourenço, suinicultor, mais conhecido por melena com sebo
e pá, este, ainda hoje só se sabe que é um charlatão nato.

O camarada tísico Álvaro Cunhal comunista psicopata, mais conhecido por o
cáfome de Moscovo, em quem o ódio contra a Nação, contra os seus povos e
contra Salazar, era lactente pelas suas frustrações pessoais, a sua capacidade
mental limitada, tornou-o no homem dos incentivos aos roubos, às
expropriaçtes, da exaltação ao ódio, às vinganças, o inventor da mentira, viveu
mal e mal morreu, pelo ódio exacerbado, contra Portugal, contra Salazar, contra
todo o povo da Nação Portugal foi vítima deste psicopata.

António Silva Cardoso não era comunista, nem socialista, nem democrata, nem
patriota não sabia o que era, era simplesmente um patético pérfido.

Pedro Pezart Correia comunista e maquiavélico pérfido Abrileiro.

E foram os electricistas, os sapateiros e os remendeiros que se juntaram ao
GRUPO PÉRFIDO CRIMINOSO DA CARNAVALESCA ABRILEIRA.

E vieram elas, umas eram bombistas faziam o trabalho sujo que os seus
camaradas ordenavam na distribuição e colocação de bombas no sentido de
matareme aterrorizar , outras serviam para inflamar as hordas selvagens
incultas, outras eram apanhadoras de caracóis molusco gastrópode, outras
combatiam o escaravelho da batata, outras de foice na mão intimidavam os
portugueses honrados que lhes davam de comer para matarem a fome e lhes
deram trabalho renumerado, outras armadas com gadanhas e forquilhas
assaltavam as propriedades particulares roubando todos os seus recheios e
disputavam entre si roupas de quarto, de banho, de cozinha, de mesa, tapetes,
quardos, obras de arte, mobiliário, faqueiros, peças de decoração, pratas,
serviços de jantar, cristais, candeeiros e candelabros, estofos, deixando as
casas completamente vazias em escassos minutos.

Mas todas estas ditas revolucionárias de uma qualquer Cuba, analfabetas,
bombistas, socialistas ou comunistas de pacotilha, destruíram à marretada
símbolos da nossa Nação, fotografias, documentos Históricos, imagens,
monumentos e estátuas de Salazar.

Tinham pretensões "pela conquista do poder popular comunista-socialista", a
serem imortalizadas num monumento igual ao da "PORCA DE MURÇA".

E a canalha militar Abrileira iam ocupando os tachos por ordem hierárquica…

Primeiro os Apátridas, depois os serventes ajudantes de campo.

E no gasto dos sapatos nas corridas contra-relógio pela conquista do poder, da
destruição e assaltos ao Património da Nação surgiam os sapateiros.

A Nação delapidada e transformada em charco de sangue, surgiam de seguida os
alfaiates, nas tentativas de remendar os buracos deixados há Nação...

E foram estes Canalhas Criminosos Apátridas Convictos, que destruíram uma
Nação com mais de 500 anos de existência.

E perante tanta abominação e tanta desfaçatez a Canalha Apátrida Criminosa,
mutilou a Nação das suas províncias, causaram milhões de mortos, destruíram
as vidas de milhões de portugueses e mergulharam este pequeno país num
abismo, onde não se vislumbra o seu fim.

Ontem como hoje, a Revolução de 1974, traduziu-se apenas nos crimes contra a
Nação e o seu povo de cá e de além-mar.

Queremos apontar um homem honrado... um só, que seja, "destes homens do a
seguir, do durante e do agora" que têm desfilado em procissões patéticas na
avidez de ganhos fáceis, na maioria ilícitos, e na procura de melhores vidas,
pelos "governos" "presidentes" desta chamada "República" ou os "outros".

Queremos um só homem honrado, com coragem para que em consciência se
insurja contra comemorações profanas de um 25 de Abril.

Queremos encontrar uma – causa –, uma só, que seja, para justificar que o 25
de Abril seja motivo para uma qualquer comemoração como um "culto de acção
de graças".

Para que o 25 de Abril de 1974 seja recebido e comemorado não só pela chusma criminosa apátrida e afins, mas por todos os povos do Portugal de
outrora, festejado não só pelos criminosos, não só pelos ditadores, não só pelos
assassinos, não só pelos países estrangeiros que viram as nossas províncias de
Portugal oferecidas de bandeja como dádiva das promessas feitas, mas também
festejado por todo o povo, essa essência que fez e construíu a Nação do Minho
a Timor, vítimas dos criminosos apátridas.

– O 25 de Abril marca o surgimento à luz da ribalta de criminosos, de apátridas,
de sevandijas, inimigos de Portugal.

– O 25 de Abril marca a destruição da Nação, a morte, o luto e traumas
indeléveis nas vidas dos povos de Portugal.

– O 25 de Abril marca a mutilação da Nação, e a entrega de milhões de
portugueses amordaçados e de mãos atadas às arbitrariedades e, a todo o tipo
de despotismos em territórios de Portugal entregues ao socialismo-comunista:

– O 25 de Abril marca os assassinatos dos povos de Portugal:

– O 25 de Abril marca os milhões de portugueses vítimas de repressão, da
inveja, da mentira despudorada, dos roubos, das guerras promovidas e
incentivadas pelos verdugos de Abril nos territórios portugueses do Ultramar.

– O 25 de Abril marca a destruíção das vidas de milhões de portugueses.

– O 25 de Abril marca a chegada a Lisboa dos ecos de dor, do sofrimento, da
morte e do luto são os REFUGIADOS, ESPOLIADOS E TRAÍDOS dos territórios
de Portugal, a quem se foi dando a eufemística designação de "retornados",
mesmo que parte significativa deles nunca cá tivesse estado, porque haviam
nascido e crescido naquela terra que, para eles, era tão Pátria como para os que
se matavam, apenas divergindo quanto à maneira de a servir. Há entre muitos
desses que desembarcam inúmeras pessoas ditas de etnia africana, mas que
infelizmente se sentem tão portuguesas como os que os receberam. E brancos,
negros e mestiços foram espalhando-se por todo o país, e levando as tristes
novas do horror do 25 de Abril que os seus olhos viram, que as suas mãos
sentiram.

Denunciam a verdade, os horrores e os dramas de Abril, falam de crianças que
vagueavam pelas cidades chorando os pais mortos e a sua família. De filhas
violadas diante dos próprios pais e irmãos. De cadáveres esquartejados, de
muito sangue, dos cães e gatos que eram comidos, e até de algum desespero
canibal. De Luanda crioula, Luanda amada, Luanda cosmopolita qual filha
pródiga, transforma-se com nome de guerra, em terra queimada, em charco de
sangue, em território de morte e de dor. A guerra civil, uma das mais violentas
formas de guerra, consumiu-se, em nome de ideais alheios a Portugal, a causa
de ideais inimigos de Portugal e dos povos, instrumentalizada por mão criminosa
apátrida:

–O 25 de Abril marca os milhões de portugueses que se cobriram-se de luto,
pelos seus familiares e amigos assassinados aquém e além – mar:

–O 25 de Abril marca que um milhão de portugueses de origem europeia
fossem marcados indelével por traumas de guerras ferozes, pelo
desenraizamento das suas terras, dos seus laços afectivos, das suas vidas,
separados das suas famílias:

–O 25 de Abril marca que milhões de portugueses viram-se privados e
espoliados de tudo o que lhes pertencia, dos seus bens, dos seus afectos, dos
seus postos de trabalho:

–O 25 de Abril marca que centenas de portugueses sofreram nas suas vidas e
na sua saúde psíquica e física as consequências nefastas das prisões arbitrárias
de Abril, sem terem cometido dano ou crime:

–O 25 de Abril marca as centenas de portugueses que se viram obrigados pelas
circunstâncias a abandonaram o país rumo ao exílio:

–O 25 de Abril marca o ouro património pertença da Nação saqueado, esbanjado e roubado e o património da Nação delapidado:

–O 25 de Abril marca os agentes da Polícia Internacional de Segurança do
Estado (PIDE/DGS) assassinados:

–O 25 de Abril marca que dezenas de honrados portugueses foram presos com
mandatos de captura em branco desterrados para as masmoras de uma
qualquer prisão e torturados:

–O 25 de Abril marca os grupos bombistas semeando o terror das explosões de
bombas de norte a sul.

–O 25 de Abril marca o assassinato um jovem dentro do seu carro às portas do
RALIS e feridos outros portugueses, porque um qualquer criminoso tinha uma
metralhadora nas mãos e resolveu que seria para matar:

–O 25 de Abril marca os agentes da GNR, os civis e crianças assassinados:

–O 25 de Abril marca a morte do Mestre Branco Núncio, a morte criminosa dos
seus cavalos, a expropriação e roubo das suas herdades:

–O 25 de Abril marca o assalto, roubo e destruição da Quinta-Bela e de todas as
Quintas-Belas da Nação:

–O 25 de Abril marca que milhares de portugueses assistiram às mortes dos
seus familiares sem nada poderem fazer contra a prepotência dos Verdugos que
se impunham pela força das metralhadoras:

–O 25 de Abril marca a venda em leilões de todos os nossos navios, e o
encerramento por mão criminosa apátrida das nossas companhias de
navegação.

–O 25 de Abril marca os roubos, os assaltos, as violações e vinganças pessoais
do rebotalho da sociedade:

–O 25 de Abril marca a implatação em Portugal da ditadura do terror, dos
roubos, das violações aos direitos humanos. A ditadura da prepotência arbitrária
do abuso do poder pela força das armas, do terrorismo, da humilhação, dos
atentados à dignidade:

–O 25 de Abril marca o abandono e o desprezo pelos nossos militares mortos
em defesa da Pátria e o esquecimento dos militares vivos:

–O 25 de Abril é a comemoração dos déspotas, dos criminosos apátridas, dos
assassinos, dos destituídos de qualquer moralidade e honra:

–O 25 de Abril é dia de luto Nacional do Minho a Timor.

"ESTAS SÃO AS DIVISAS E OS GALARDÕES AOS SEUS PRÓPRIOS PESARES!!!"

Este é o 25 de Abril do qual não se encontra – causa – para festejo: onde
só é encontrado um manto negro a cobrir o luto, o desespero, a fome e a
desonra.

Este é o libelo do 25 de Abril que a tropilha criminosa de Abril e os
apátridas participantes terão de pedir perdão de joelhos a Portugal e a milhões
de portugueses do Minhoa a Timor, por tantos crimes praticados e, impulsionados de fora.

Este dia negro e trágico realçado com eventos de honras de feriado nacional,
atenta contra a nossa memória, ao respeito que devemos aos nossos mortos de
1961 no norte de Angola, atenta contra a nossa dignidade, a honra dos
portugueses de Lei, é uma profanação aos nossos heróicos militares mortos na
defesa da integridade e da paz da nossa Nação, é um ultraje à Nação e a todos
nós.

Se Portugal deixou de ser uma Grande Nação, os portugueses não perderam a
sua honra nem tão pouco a sua dignidade.

QUE SURJA O HOMEM HONRADO E QUE ESTENDA A SUA MÃO AO SEU POVO QUE SEM ALENTO E EM LUTO, PEDE AJUDA PARA O LEVANTAR, E QUE REPONHA A DIGNIDADE E A HONRA A ESTE PORTUGAL FERIDO E EM LUTO QUE NOS DEIXARAM COMO PAÍS.