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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

«Maçonaria - A Máfia Negra - Subversão e Terrorismo».





 

«Maçonaria - A Máfia Negra - Subversão e Terrorismo».

de José Maria Martins, o advogado sem medo.


"A Maçonaria domina toda a vida política, económica , judiciária e social portuguesa.

A Maçonaria não tem sido discutida em Portugal porque ela domina tudo, manobra tudo, desde políticos a juízes, de banqueiros a sindicatos, das forças armadas aos serviços secretos.

Nos subterrâneos da Democracia está o verdadeiro, o real Poder: As obediências Maçónicas.

O Poder Conspirativo, golpista,tenebroso da Maçonaria.

O Povo, a massa anónima nada sabe sobre a Maçonaria.

A Maçonaria assenta o seu poder desde logo no secretismo e obediência ao superior na loja e obediência.. Recrutando os seus membros em todos os sectores vitais do Estado, a maçonaria manobra a ponto de controlar os partidos, as forças armadas, as polícias, os bancos, os serviços secretos, a Poder Económico.

A filosofia é esta: Se queres subir na carreira, se queres ser ministro, deputado, general, subir na magistratura, abrir um banco, fundar um jornal, ter um canal de televisão, passas a ser "irmão", a pertencer a uma loja e obediência Maçónica, Depois deves obedecer aos teus superiores na maçonaria, em todos os assuntos, incluindo nos teus deveres profissionais e estatutários.


Mas a Maçonaria é uma autêntica Mafia.

O exemplo mais importante é o de Itália, a Loja Maçónica P2 - Propaganda Due - responsável em aliança com a Mafia, por crimes de todo o tipo, desde assassinatos de juízes -Juiz Giorgio Ambrosoli; Juiz Rocco Chiannici; Juiz Giovanni Falcone, Juiz Paolo Borsellino, - de militares envolvidos no combate à maçonaria e à Mafia, como o General Dalla Chiesa, Tenente Coronel António Varisco , o Perfeito Boris Giuliano- passando pelo assassinato do Papa João Paulo I, até à morte de centenas de inocentes na chamada "estratégia da tensão", envolvendo já a Maçonaria, as Brigadas Vermelhas, a Mafia.

A Maçonaria está , e estava, em todo o lado.
A Loja Maçónica P-2 do mestre venerável Lício Gelli foi uma organização terrorista e subersiva, profundamente infiltrada nos meios militares e políticos. Desde tentativas de golpe de Estado, atentados terroristas, dois dos maiores roubos da história bancária mundial, conspiração permanente, sabotagem económica, assassinatos políticos.
A Itália foi posta a ferro e fogo com a acção da maçonaria internacional em aliança com a Mafia, que fez daquele país o centro da sua actividade.
Branqueamento de capitais, tráfico de droga, venda de armas, eis alguns dos seus fins.

Em Março de 1986 a polícia italiana teve uma pista de uma refinaria de droga, de heroína, e localizou uma loja maçónica de Palermo.
A Polícia chegou ao nome de Lo Cascio, um comerciante de Palermo.
A Polícia descobriu que Lo Cascio era membro de uma loja maçónica, a secção da Sícilia da maçonaria Universal de ito Escocês Antigo e Aceito - Supremo Conselho de Itália.
Na loja maçónica o traficante de droga, heroína, tinha ilustre companhia: dois mil nomes entre os quais figuravam famosos magistrados, jornalistas, advogados e médicos. Nem memso faltavam no elenco maçónico da Via Roma 391, em Palermo, o antigo padrinho Totó Grego (O engenheiro), figura destacada da primeira guerra da Mafia nos anos 60 e sobretudo salvatorer Greco, (O Senador), padrinho dos padrinhos, chefe do clã dos Corleonese, ambos directamente responsáveis pelo assassinato do general Dalla Chiesa.
A loja maçónica de Salvatore Greco, de Giovanni Lo cascio e de importante fatia do jet set de Palermo funcionava legalmente, com núemro na lista telefónica e tudo.

Estamos a falar dos anos 1980.

Mas em 2007 o magistrado do Ministério Público "De Magistris" investigou em Itália a corrupção com fundos da União Europeia e foi parar a uma loja maçónica criada no Mónaco, em que estavam envolvidos individuos desde o Primeiro Ministro Romani Prodi, até ao Ministro da Justiça , Mastella, magistrados, banqueiros, advogados, membros da mafia.

É o chamado caso "De Magistris". O magistrado sofreu pressões e foi afastado do caso depois de ter colocado na lista de arguidos Romano Prodi e Mastella, Primeiro Ministro e Ministro da Justiça de Itália, respectivamente.

O caso está em andamento depois da prisão da mulher de Mastella e da demissão do Governo de Romano Prodi.

Agora está lá Berlusconi, ex-membro da loja Maçónica P-2!

Perante este cenário, o Povo tem de combater a maçonaria, sociedade secreta, de índole subsersiva, mafiosa.

Em Portugal sobretudo, porque a maçonaria não passa de um clube de tráfico de influências, subversivo, manipulador, anti-democrático.

NOTA: A Constituição Italiana passou a proibir as sociedades secretas, desde o desamantelamento da loja P-2, depois de um rasto de burlas bancárias, assassinatos políticos, assassinatos a esmo, assassinatos de magistrados, polícias, banqueiros, morte do Primeiro Ministro Aldo Moro.

Claro que o combate contra a Maçonaria não é fácil, tão vastos e tentaculares são os seus poderes.

Todavia, numa nação católica como é a Portuguesa, o Povo deve unir-se a forças da Igreja para combater a Maçonaria, que destroi o País, o torna indigente, paupérrimo, decadente, sem esperança e sem futuro.

O Poder da Maçonaria pode ser derrotado. Há em Portugal, como houve em Itália ,homens e mulheres integros, que têm coragem de combater o Polvo subversivo.
Combater o avental impío, o poder vendido ao estrangeiro, ao laicismo, ao agnosticismo ,é nosso dever.
Sem a Maçonaria o Partido Socialista nada seria.
Os políticos devem aprender que o seu poder deve residir no Povo, na Democracia e não no golpismo, nas seitas secretas, na subversão, na agiotagem, nos negócios escuros.

Por Portugal."
  
(José Maria Martins, Sábado, Dezembro 13, 2008)