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quinta-feira, 9 de abril de 2015

Morte suspeita chega aos Impostos - Máfia, Corrupção, Extermínio.




Em 8 Março 2015 fiz neste espaço uma comparação entre os livros "Os Facilitadores" de Gustavo Sampaio e "Dom Vito" escrito por um Filho de um Chefe de Família Mafiosa dizendo eu então que só notava 3 diferenças: os Autores, o Cenário Geográfico (Portugal e Itália) e os Métodos de Resolução dos Problemas que em Portugal se resumiam a Morte Lenta Por Asfixia de Pessoas, Instituições e Erário Público enquanto que na Itália Mafiosa as coisas se Resolviam Ràpidamente A TIRO.

Depois da Morte de Sá Carneiro, Adelino Amaro da Costa e Acompanhantes, Pilotos incluídos, e os mais recentes acontecimentos da Tentativa de Atropelamento da Mulher do Juíz Carlos Alexandre, eliminação do seu cão e o artigo que se segue, atrevo-me a dizer que afinal as diferenças entre os dois Livros se ficam pelos Autores e pelo Cenário Geográfico, e isto só conhecendo estes casos mais mediáticos mas fazendo ideia do que mais poderá já ter acontecido ou poder ainda vir a acontecer...

ASSASSINARAM alguém que não queriam que falasse em Tribunal.

 
É de divulgar e ir repassado, pois há CULPADOS !

Morte suspeita chega aos Impostos

O caso Beltrónica envolveu Secretários de Estado e Diretores de Finanças e foi repetido este ano por ordem da Relação.



Miguel Alexandre Ganhão
26.03.2015
Nestes últimos dias, o Fisco tem andado nas bocas do mundo.

A lista VIP demitiu diretores e subdiretores-gerais e colocou em alvoroço toda a Autoridade Tributária.

Mas algo mais sinistro ocorreu, sem que ninguém tivesse dado por nada.

No dia 28 de janeiro, o Correio da Manhã noticiava a repetição do chamado "Caso Beltrónica".

Um dos primeiros grandes casos de alegada corrupção na administração fiscal, envolvendo secretários de Estado e diretores de Finanças.

Corria o ano de 1998 quando uma inspeção à empresa Beltrónica identificou 3,8 milhões de euros de impostos por pagar.

O contribuinte reclamou e 36 liquidações "desapareceram" do sistema de cobrança.

O julgamento decorreu em 2012, sem condenações, mas a Relação decidiu a sua repetição este ano, com o argumento de que era "necessário fundamentar melhor a matéria de facto dada como não provada".
Desde o início de toda esta trama, Fernando Rocha, um funcionário dos Impostos, defendeu a existência de favorecimentos em várias esferas da administração fiscal.

Foi ouvido em sede disciplinar, testemunhou em julgamento...
Curiosamente, a repetição ordenada pela Relação mandava ouvir novamente 30 testemunhas... mas excluiu Fernando Rocha.

Inconformado, o funcionário pediu para ser ouvido novamente. Queria contar o que sempre soube, mas que poucos queriam ouvir.

Não conseguiu!

Fernando Rocha foi encontrado morto na sua casa nas Caldas da Rainha no passado dia 23 de fevereiro.

A causa da morte ainda é desconhecida, e o relatório da autópsia ainda não foi concluído.

É estranho, é lamentável.

Eu conhecia o Fernando Rocha.

Paz à sua Alma!
 
 
(Conheci bem Fernando Rocha e com ele privei e almocei diversas vezes; ex-colegas que lerem este mail saberão quem sou.

Fernando Rocha foi da Inspecção Tributária, dirigente Sindical destemido, ex-Comando na tropa, amigo do seu amigo, colega ímpar, um ser humano vertical no que toca a denunciar políticos e altos dirigentes administrativos corruptos.

Claro que era uma voz que devia ser calada, especialmente agora que estava longe da Capital, aposentado e fora das luzes da Ribalta da pouca Comunicação Social Isenta que ainda existe em Portugal, mas já em vias de extinção: um anónimo apagado pelo poderoso POLVO que ele, imprudentemente, desafiou.

Bem hajas, Ganhão!...)