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sábado, 20 de dezembro de 2014

GOL (Grande Oriente Lusitano) - Um antro de "pulhas" a definirem "pulhices" - Restaurante.







"Primeiro vou explicar como funciona a maçonaria .


Há um conselho da ordem, vários maçons candidatam-se e o que ganha fica com o puder absoluto ou quase.


Há um grão mestre, os restantes cerca de seis, pertencem ao concelho da ordem, têm varias funções tais como, secretário, intendente…


O actual Grão-Mestre chama-se Fernando Lima, o seu braço direito, criado e bufo Antonio Lopes.


Causadores da minha situação e da minha família (pais).


Há aquilo a que chamam lojas, a que dão um nome, é um grupo de cerca de 10 a 20 pessoas que se reúnem para fazer os rituais de 15 em 15 dias.


Nessas lojas há os vulneráveis (o responsável pela loja).


Da nossa parte apenas fazíamos jantares, era depois ou antes dos jantares que se reuniam para fazerem os rituais.


Abria durante a semana e fechava em Agosto.


Esporádicamente algumas lojas iam aos sábados.


E banquetes sempre ao fim de semana.



Os meus pais ficaram sem emprego, tiveram a oportunidade de explorar por conta própria por 25 anos, o bar/restaurante do Grémio Lusitano no Bairro Alto (Sede da Maçonaria - GOL).


Foram eles quem fizeram a casa, estava tudo degradado na zona do bar/restaurante.


Eu estive lá cerca de 15 anos.


Ao principio, não pagavam o aluguer do espaço, a cozinha não estava legal, aconselharam também a não abrir actividade, ou seja não fizeram descontos.

Não tínhamos contrato.


Os meus pais aceitaram, necessitavam daquele emprego.


O tempo foi passando, o serviço era bom e conseguimos clientes fidelizados, ou seja tínhamos sempre clientes.


As coisas estavam a funcionar.


Tínhamos marcação de um banquete na semana seguinte a nos terem posto na rua.


Tínhamos já algumas coisas compradas para esse banquete.


O que aconteceu foi numa segunda feira precisamente dia 5 de Março de 2012.

Chegamos ao nosso local de trabalho, tínhamos tudo retirado, sem estarmos presentes, sem pré-aviso, sem nenhuma justificação do actual conselho da ordem.


Sem qualquer preocupação sobre a nossa situação financeira, se tínhamos empréstimos nada mesmo.


Ficamos sem o que nos fazia viver com dignidade e uma vida desafogada.


O nosso material já tinha seguido em uma empresa de transportes/mudanças para a nossa antiga morada.


Tivemos de pedir a um familiar para guardar as coisas, não tínhamos onde as guardar.


Pagamos o transporte para casa de um familiar e depois para um armazém.


Agiram de má fé.


Fomos tratados como lixo.


Na semana antes de nos porem na rua, fizemos um jantar para o conselho da ordem, na minha opinião foi para gozar com a nossa cara mesmo.


Jantar esse que não foi pago, pra ajudar mais a nossa situação ainda.


O que nos enviaram foi o que não interessava, ficou muita coisa que nos pertencia, foi adquirido com o nosso trabalho.


Ficamos, nem sei como ficamos, apunhalados pelas costas, ingratos, cobardes .


Há pessoas boas como em tudo, mas tenho obrigatoriamente de falar da maçonaria, foi ai que nos prejudicaram.

Mais precisamente este conselho da ordem que já há algum tempo nos estava a fazer a caminha, cínicos.


Começou por nos tirarem a chave, durante cerca de 18 anos tínhamos por motivos de necessitar de fazer limpezas, descarregar material, as coisas que se faz num restaurante.


Depois deram ordem ao porteiro para mandar-nos sair ás 24h, hora em que muitas vezes começavam a jantar.


Tentaram fazer com que saíssemos pelos nossos pés, pressão.


Esse António Lopes que falei é um inútil, há muito que nos avisava que tínhamos de ir embora, mas nem nunca lhe demos atenção, o Grémio era a casa dele, estava constantemente a espiar não sei o quê.


Seriedade sempre tivemos, coisa que ele não teve, fartou-se de roubar livros do espolio do grémio, ninguém nos contou, nos vimos e mais gente viu, levava mais coisas mas num saco preto.


Esse António Lopes, pouco tempo antes de nos meterem na rua, comentou que se  fizéssemos sociedade com a filha não sei de quem, sei que era filha de alguém com PODER, se o fizéssemos não íamos embora.


A que propósito o íamos fazer?


Enfim, coisas inacreditáveis, surreais.


Pedi uma indeminização, ludibriaram, o Fernando Lima diz que tinha de consultar o António Lopes e os membros do conselho …


Isto escrito é um pouco difícil explicar os pormenores …. Não me vou alongar mais, qualquer pergunta estou ao dispor, deixei os meus contactos."

Enviado por ACE, leitor d' O Bar do Alcides