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sábado, 28 de março de 2015

José Sócrates "assassinou" Luís Arouca?



Luís Arouca, professor catedrático, maçônico

(1934-2014)



Comenta-se em Portugal que foi o “Caso Sócrates – Universidade Independente” que “ASSASSINOU” o Professor Doutor Luís Arouca, Reitor da Universidade Independente.





José Sócrates, como um bom oportunista que sempre foi, pseudo-maçônico e vigarista, usou e abusou da boa vontade do notável professor catedrático também ele pertencente à maçonaria, para tirar a (falsa) licenciatura.

O professor caiu no "engodo destes três artistas de circo", que tanto têm depredado o Erário Público em Portugal.

Curiosamente, tirando José Sócrates, nenhum dos outros dois foi ainda constituído ARGUIDO em nenhum processo.




Armando Vara, correligionário de José Sócrates, maçônico assumido, vigarista, estará na mesma situação e é considerado também um “assassino”.





Vasco Franco, outro maçônico, oportunista e vigarista, ex-vereador da Câmara Municipal de Lisboa e atual presidente da SANEST (Oeiras, Paço d’ Arcos) que recebe uma pensão da guerra colonial apesar de NUNCA ter estado no Ultramar, estará na mesma situação e é outro “assassino”.



Os verdadeiros motivos da morte do Professor Doutor Luís Arouca

Os três são referenciados como os "VERDADEIROS ASSASSINOS" do Professor Doutor Luís Arouca que se viu praticamente na miséria, depois de ter contraído um empréstimo de € 250.000,00 (duzentos e cinquenta mil euros) para pagar a medida de coação que lhe foi imposta pela juíza Ana Wiborg, para que pudesse sair em liberdade.

O ex-reitor da Universidade Independente morreu no Hospital de Cascais no dia 27 de Novembro de 2014.

O antigo reitor da Universidade Independente (UNI) Luís Arouca morreu nessa quinta-feira vítima de doença, aos 80 anos, no Hospital de Cascais, comunicou o advogado do docente.

Luís Arouca estava internado naquela unidade hospitalar "há vários dias, após ter um acidente vascular cerebral", como declarou o advogado Vítor Parente Ribeiro, em comunicado enviado à agência Lusa.

Luís Arouca foi professor de José Sócrates e era um dos arguidos no processo da Universidade Independente, cuja repetição do julgamento está a decorrer.

O corpo de Luís Arouca, nascido em julho de 1934, esteve em câmara ardente na sexta-feira, na Igreja de Santo Condestável, em Campo de Ourique, a partir das 14 horas.

O funeral realizou-se no sábado, para o Cemitério dos Olivais.



Informações adicionais para melhor compreensão deste “ASSASSINATO”


«O reitor da Universidade Independente, Luís Arouca, vai sair esta noite (29.03.07) em liberdade mediante o pagamento de uma caução de 250 mil euros, depois de ter sido ouvido no Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa.

O responsável fica ainda impedido de entrar nas instalações da instituição, disse o seu advogado, Rodrigo Santiago.

Luís Arouca, Amadeu Lima de Carvalho, principal acionista da SIDES, empresa proprietária da Universidade Independente, e o ex-vice-reitor Rui Verde são indiciados da prática dos crimes de fraude fiscal, abuso de confiança, burla agravada, falsificação de documento, corrupção ativa, receção ilícita de depósito e branqueamento, de acordo com um comunicado emitido esta noite pela Direção Central de Investigação da Corrupção e Criminalidade Económica e Financeira da Polícia Judiciária.

Arouca é o único responsável que sairá em liberdade após o pagamento da caução anunciada, já que tanto Lima de Carvalho como Rui Verde se encontram em prisão preventiva.

O acionista da SIDES ficou hoje detido preventivamente, por suspeita dos crimes de burla, falsificação de documentos e fraude fiscal.

Rui Verde está detido desde a semana passada.

No final de Fevereiro, o então reitor da Independente, Luís Arouca, afastou o vice-reitor e acionista da SIDES Rui Verde, sob a alegação de irregularidades financeiras na gestão da instituição.

Posteriormente, Rui Verde assumiu o controlo da universidade, com base numa decisão do Tribunal do Comércio de Lisboa, que considerou ilegal o seu afastamento.



«O julgamento do caso Universidade Independente (UnI) recomeçou esta segunda-feira (06.10.04) em Lisboa com a identificação de uma vintena de arguidos, tendo a juíza que preside ao coletivo, Ana Peres, dispensado 13 deles de comparecer nas audiências.

O coletivo aceitou todos os pedidos de dispensa, uns por razões profissionais e outros por razão de saúde, ficando os arguidos representados pelos respetivos advogados e obrigados a comparecer quando o Tribunal o considere necessário.

Depois de começar com uma hora de atraso devido a problemas com o sistema de gravação, Ana Peres interrompeu a primeira sessão cerca das 11h30, marcando a próxima sessão para dia 13, tendo explicado que pretende que a partir da próxima semana se façam quatro sessões por semana.

O julgamento é uma repetição e diz respeito a casos que remontam a 2007, tendo no final da primeira sessão dois dos principais arguidos, Rui Verde (antigo vice-reitor da UnI) e Amadeu Lima de Carvalho (acionista da Sociedade Independente para o Desenvolvimento do Ensino Superior - SIDES), criticado o processo, afirmando que têm a vida "adiada" há oito anos.

"É difícil, passados oito anos, acreditar na Justiça.

O processo já está inquinado", disse Rui Verde aos jornalistas, acrescentando que entende tratar-se de um "processo que teve um seguimento político" ligado a José Sócrates, antigo primeiro-ministro.

"E (essa ligação) vai renascer. O encerramento da UnI está ligado a essa questão", disse Rui Verde, para quem é difícil acreditar numa Justiça imparcial e independente, não estando em causa os juízes mas sim todo o sistema.

"Estamos aqui há oito anos, somos pessoas adiadas, não fomos condenados nem absolvidos", disse.

Lima Carvalho, que deixou de se chamar Amadeu e que é agora Augusto (o segundo nome), como explicou aos jornalistas, disse também não entender a demora deste processo e garantiu que não deve nada a ninguém e não há dinheiros públicos no caso, nem ações judiciais nem cheques sem cobertura.

O responsável disse que a UnI, que tinha donos e que são conhecidos, teve um "período negativo" e que o seu património não foi protegido, querendo ele agora saber o que foi que fez de mal para estar "nove anos a sofrer".

E depois criticou ainda, dois bancos (BCP e Crédito Agrícola Mútuo) que deviam ser arguidos no processo e não são, porque fizeram "desaparecer" mais de dois milhões de euros.

O julgamento está para ser repetido há quase dois anos, depois de ter sido interrompido já em alegações finais devido à morte, no Verão de 2012, da juíza Ana Wiborg, que integrava o coletivo.

Em causa estão alegados crimes de burla agravada, abuso de confiança, corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais, entre outros ilícitos.
Augusto Lima Carvalho disse aos jornalistas que foi ilibado, num julgamento que decorreu paralelamente, de crimes de que foi acusado e assegurou que iria prestar declarações no decorrer do processo, uma garantia também deixada por Rui Verde.

No primeiro julgamento, que ficou sem efeito, o Ministério Público considerou, nas alegações finais, que o ex-reitor Luís Arouca e Rui Verde e Lima Carvalho, além do ex-diretor financeiro Rui Martins, praticaram atos ruinosos para a UnI, para o Estado e para terceiros.

A crise na UnI começou com suspeitas de irregularidades no funcionamento da instituição, tendo-se verificado em Fevereiro de 2007, sucessivas reviravoltas no controlo da UnI e da empresa que a detinha, a SIDES.

A instituição foi encerrada compulsivamente em Outubro de 2007.

O antigo primeiro-ministro José Sócrates esteve para ser ouvido no primeiro julgamento mas Luís Arouca acabou por prescindir da audição da testemunha.

A licenciatura em engenharia de Sócrates na UnI e a forma como foi concluída foi alvo de um inquérito do Ministério Público.»

sexta-feira, 27 de março de 2015

Sócrates, Morais, Arouca, Vara e a Univ. Independente.












Na Universidade Independente, José Sócrates fez cinco disciplinas num único ano letivo.



Quatro foram ministradas pelo mesmo professor, António Morais, e a última Inglês Técnico, foi da responsabilidade de Luís Arouca, reitor da instituição, que por sinal não era professor da cadeira.



Para ser avaliado em Inglês Técnico, Sócrates fez um trabalho de duas páginas e meia dactilografadas em inglês com 19 erros graves, tendo, não obstante, sido aprovado, sem dificuldade, com elevada classificação.



Quem também aparece como licenciado pela Universidade Independente é Armando Vara, amigo e cúmplice político de Sócrates.



Sabe-se que antes de se meter na política, Armando Vara era empregado de balcão da Caixa Geral de Depósitos e tinha o nono ano.



Surge agora como licenciado e administrador do banco do Estado.



Mas quem é António Morais, o homem que num só ano ministrou quatro cadeiras a Sócrates?



Quando, em 1995, Sócrates se inscreve na Independente, António Morais é chamado para o gabinete de Armando Vara, então Secretário de Estado da Administração Interna.



Em Março de 1996, transita, ainda pela mão de Armando Vara, para a chefia do Gabinete de Estudos e Planeamento de Instalações da Administração Interna (GEPI).



Deixa este gabinete quando uma auditoria deteta irregularidades na adjudicação de empreitadas do Ministério.



No entanto, quando, em 2005, o PS volta ao poder, é nomeado por Sócrates e Alberto Costa para presidente do Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial do Ministério da Justiça.



Questionado por jornalistas sobre os seus professores na Universidade Independente, Sócrates disse não se lembrar dos nomes, nem mesmo do deste que lhe ministrara quatro cadeiras.



Em entrevista dada na RTP afirmou não se lembrar de o ter nomeado Presidente do citado Instituto, pois que nomeia muita gente e não se pode lembrar de toda.



Quando António Morais era diretor do GEPI, o então Secretário de Estado do Ambiente, nada menos que José Sócrates, lançou um concurso para a execução da obra e exploração do aterro sanitário da Cova da Beira.



Devido a denúncias de favorecimento e corrupção na adjudicação do aterro sanitário à empresa Conegil do grupo HLC, António Morais, o professor, e Silvino Alves, seu assistente, são hoje arguidos em processo judicial.



António Morais era, por esta altura, além de professor da Universidade Independente e diretor do GEPI, consultor do grupo HCL, o tal a quem fora adjudicada a obra do aterro sanitário da Cova da Beira, através da sua empresa Conegil.



A Conegil tinha ligações a uma outra empresa, a Constrope, que construiu a vivenda de Armando Vara em Montemor-o-Novo e cujo projeto foi elaborado por uma empresa do famoso professor da Universidade Independente, António Morais, o tal que ministrou quatro cadeiras diferentes a Sócrates no mesmo ano.



Não sei porquê, mas tenho a impressão de que isto anda tudo ligado: a vivenda de Armando Vara, a licenciatura de José Sócrates, o aterro sanitário da Cova da Beira, o professor António Morais, o grupo HCL, o Secretário de Estado do Ambiente, a adjudicação à empresa Conegil, o diretor do GEPI, quatro cadeiras diferente dadas num só ano pelo mesmo professor, 19 erros e uma bela classificação em Inglês Técnico, os esquecimentos de Sócrates, o administrador Armando Vara da Caixa Geral de Depósitos, uma auditoria que deteta irregularidades e dois arguidos em processo de favorecimento e corrupção.



Não acho que seja importante ser-se licenciado para se ser um bom primeiro-ministro.



Mas não é isso que está em questão nesta opereta.



Como diz Marques Mendes, e bem, o problema é de caracter.



A justiça portuguesa espraia-se por 15 mil páginas em um só processo. José Sócrates, já ilibado, volta de novo ao Tribunal.



Quem foi que o ilibou e porque não é julgado também, no caso de persistirem as suspeitas?



E quem é o ou a arguido/a que se prepara para colocar questões em Tribunal?



Não tem advogado?



O Ministério Público não tem as perguntinhas todas já preparadas?



E depois não querem que falemos em fantochadas!



E ainda, mais uma vez, é pela comunicação social que sabemos tudo ao pormenor, como é o caso agora, do Expresso.



Não que seja mau, mas não servirá para os que dizem que o jornalismo de investigação não existe em Portugal e defendem as práticas persecutórias de Manuela Moura Guedes?



- 15 mil páginas, um processo bem volumoso.



- Um processo que envolve atos de corrupção.



- Um processo que se arrasta há 10 anos, e parece que não vai acabar tão cedo.



- Sete perguntas que uma das arguidas "ainda" pretende colocar à testemunha José Sócrates, no julgamento que começa em Outubro.



Mas afinal!



Há quem interessa tal situação?



A justiça portuguesa para parecer competente de tão lenta que é?



A nós, contribuintes, que pagamos pela falta de eficiência e morosidade da justiça portuguesa?



Aos políticos que só veem nesses casos armas de arremesso para parecerem que atuam, mas, em verdade não chegam a lugar algum?



Aos políticos corruptos de todos os partidos que tecem e tecem e nada lhes acontece?



10 anos e 15.000 páginas para quê?



Para nada?


E certamente, quando passar o período eleitoral de agora, tudo se aquietará até as próximas eleições.



E tudo ficará como dantes no quartel de Abrantes.



É assim que caminha Portugal!

terça-feira, 17 de março de 2015

Estes caras maçônicos e mafiosos têm de ser OBRIGATÓRIAMENTE INVESTIGADOS!











"Estes caras maçônicos mafiosos, corromperam a JUSTIÇA PORTUGUESA (Supremo Tribunal de Justiça, Conselho Superior de Magistratura, Procuradoria-Geral da República e DCIAP) pelo que têm de ser OBRIGATÓRIAMENTE INVESTIGADOS!" in O BAR DO ALCIDES

Um dos maiores jagunços do PSD: Pedro Passos Coelho!

 "Um dos maiores jagunços do PSD: Pedro Passos Coelho!" in O BAR DO ALCIDES



«Depois das dívidas à Segurança Social, nova polémica.

Documentos a que o Expresso teve acesso indicam cinco processos instruídos entre 2003 e 2007 pelo fisco.

Total ascende a quase seis mil euros.

Expresso colocou nove perguntas ao gabinete do primeiro-ministro, que se recusou a responder.

Silêncio total.

Nem confirmação nem desmentido.

O gabinete de Pedro Passos Coelho recusa-se a comentar a existência de pelo menos cinco processos de execução fiscal sobre o contribuinte Pedro Passos Coelho, instruídos entre 2003 e 2007.

As alegações correm há algum tempo e até já estão detalhadas em blogues, mas São Bento argumenta, tal como Passos Coelho já tinha dito na terça-feira, que se trata da relação sigilosa entre um cidadão e a máquina fiscal.»


«O primeiro ministro Pedro Passos Coelho terá recebido pagamentos do grupo Tecnoforma no valor de mais de 150 mil euros entre 1995 e 1998, quando era deputado em regime de exclusividade.

Segundo noticia hoje a revista Sábado, a denúncia chegou "este ano" à procuradora geral da República, Joana Marques Vidal, e está a ser investigada pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

Em causa estão, segundo a revista, pagamentos de cinco mil euros mensais não declarados pelo atual primeiro-ministro ao fisco, recebidos entre 1995 e 1998.

Passos era deputado com exclusividade (proibido de acumular outros rendimentos no Estado e associações públicas e privadas mas com rendimento mensal de mais 10%, lembra a Sábado) e na altura presidia a uma organização não governamental, o Centro Português para a Cooperação. 

Segundo a Sábado, esta ONG foi concebida pelo grupo Tecnoforma "para obter financiamentos comunitários destinados a projetos de formação e cooperação".

A investigação judicial em curso no DCIAP visa também apurar se a Tecnoforma foi favorecida em 2004, durante o governo de Durão Barroso, na adjudicação de contratos de formação para funcionários de autarquias, financiados pela União Europeia.» DN