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segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Montepio, Tomás Correia, Máfia Maçônica (ACTUALIZAÇÃO).

Porque é MUITO IMPORTANTE, SENÃO MESMO VITAL tirar Antônio Tomás Correia de qualquer cargo na CEMG (Caixa Econômica Montepio Geral?



Antônio Tomás Correia, maçônico, corrupto, mafioso, traficante de influências* tem um passado de falcatruas, de fugas ao fisco* e de BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS.

MONTEPIO (Antônio Tomás Correia) EMPRESTOU € 75.000.000,00 À RESPOL...SEM GARANTIAS!
*(ver link da notícia no final do blog)




TEM O MAIOR SALÁRIO DA BANCA PORTUGUESA!



Um indivíduo destes NÃO PODE NEM DEVE estar à frente de uma Instituição Mutualista e Financeira que existe desde 1840.



SÃO 175 (CENTO E SETENTA E CINCO ANOS) DE EXISTÊNCIA!



O Banco de Portugal fez uma denúncia ao Ministério Público contra a Caixa Económica Montepio Geral (CEMG), liderada por António Tomás Correia, por não ter cumprido os procedimentos legais exigidos, de comunicação imediata às autoridades, perante transacções transnacionais suspeitas de indiciarem crimes de branqueamento de capitais.



Em causa estão movimentos com origem no Finibanco Angola, detido pela CEMG, e ambos partilhando o mesmo presidente.

Apurou-se que a comunicação chegou no final de Abril deste ano à Procuradoria-Geral da República e à Policia Judiciária e está carimbada pelo DAS - Departamento de Averiguação e Acção Sancionatória do BdP, que tem por competência  garantir que os regulados cumprem “as regras” de “prevenção da utilização do sistema financeiro para branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo”, informando as autoridades perante indícios de crime.



A iniciativa do DAS surgiu na sequência de uma inspecção que detectou falhas nos mecanismos internos de controlo dos movimentos financeiros entre a CEMG e o Finibanco Angola (detido em 61% pelo banco da Associação Montepio Geral).



A lei impõe a comunicação “imediata” à PGR ou à Unidade de Informação Financeira da PJ de factos que indiquem (ou levem a admitir) que está  “em curso”, “foi tentada” ou efectivada uma operação susceptível de configurar a prática dos crimes já referidos.



Nos últimos dias questionou-se a PGR se, na sequência do alerta do BdP foi aberto inquérito-crime, mas até ao final da tarde de ontem não tinha sido enviado nenhum esclarecimento.



Já o BdP diz que não comenta acções relacionadas com os supervisionados.

Inquirido, o porta-voz da CEMG não comentou a iniciativa do BdP.

A definição de branqueamento de capitais está associada à intenção de encobrir “a origem dos bens e dos rendimentos (vantagens) obtidos ilicitamente, transformando a liquidez proveniente dessas actividades em capitais reutilizáveis legalmente, por dissimulação da origem ou do verdadeiro proprietário dos fundos”.

A finalidade do infractor é conferir às transacções “aparência de legalidade”.



Há uns meses,  Tomás Correia veio a público garantir que “que 90% dos procedimentos apontados pelo supervisor estão corrigidos e 10% parcialmente sanados”.



Entretanto José Félix Morgado foi nomeado para substituir Tomás Correia à frente da CEMG.



Recorde-se que Carlos Costa manteve em suspenso nos últimos meses o registo de idoneidade da equipa de Tomás Correia para o exercício de funções em sociedades do grupo.



A inspecção do DAS, chefiada por José Bracinha Vieira, decorreu paralelamente à auditoria forense realizada pela Deloitte a pedido do supervisor, mas de modo autónomo, e incidiu sobre movimentos internacionais de grandes clientes.



Nesta lista de clientes consta o nome do construtor José Guilherme, que foi notícia nos últimos por ter pago uma “comissão/liberalidade” de 14 milhões a Ricardo Salgado (o principal visado nas inquirições ao BES) a troco de um alegado aconselhamento em negócios em África.



Há precisamente um ano, José Guilherme recebeu um financiamento da CEMG de 17 milhões de euros, sustentado em garantias bancárias emitidas pelo Finibanco Angola a favor do banco português.

Apesar de a CEMG ter o controlo societário maioritário em parceria com investidores angolanos, o Finibanco Angola é supervisionado pelo Banco Nacional de Angola e não há garantias que, em caso de necessidade, Luanda autorize as transferências para liquidar as responsabilidades.



O Sol noticiou (4/4/2015) que o grupo de José Guilherme se encontra endividado e numa situação de grande debilidade financeira.

Na mira do BdP, e ainda da CMVM, está o relacionamento comercial da CEMG com os investidores das Unidades de Participação (UP’S) do Fundo de Participação Caixa Económica Montepio Geral que foi criado em Dezembro de 2013, num quadro de aperto financeiro, para ajudar o banco a reforçar o seu capital (de 1500 milhões).

A operação foi polémica por quebrar uma tradição de 170 anos ao abrir o capital do banco (até aí 100% da associação mutualista com 650 mil associados) a privados.



As autoridades querem garantir que os convites de Tomás Correia aos clientes para que subscrevessem as UP’s do fundo (a um euro cada) não tiveram como contrapartida aumento de crédito ou reestruturação de dívida aos clientes.

Em Dezembro de 2013 Paulo Guilherme, filho de José Guilherme, adquiriu 18 milhões de unidades de participação (UP´s) do fundo (9% do total) – via empréstimos do Finibanco Angola adiantados no mesmo dia em Lisboa.



O mesmo aconteceu com o luso-angolano Eurico Sousa Brito, parceiro de negócios do Grupo José Guilherme, que subscreveu  5,4% do mesmo fundo.

O Diário da República de Angola (de 31 de Maio de 2007) refere-o e a Paulo Guilherme como gerentes da Ludomus- Sociedade Gestora de Investimentos Imobiliários, do Grupo José Guilherme.

Em 2014, esta empresa constava da lista “dos grandes contribuintes” de Angola e, por isso, estava ao abrigo de um estatuto fiscal favorável.

A Ludomus esteve na construção, em Luanda, das Torres Oceano e do condomínio Dolce Vita, dois projectos financiados pelo BES Angola, banco que esteve no epicentro do inquérito ao BES/GES, por ter concedido créditos de 5700 milhões de dólares, parte substancial sem garantia ou identificação do destinatário.

O BES emprestou ao BESA 3300 milhões sem garantias ou contratos.



O relacionamento comercial do grupo Montepio com a Visabeira  (com 3,5% do fundo CEMG) também não escapou ao escrutínio do BdP e da CMVM.

Em Dezembro de 2013, as dívidas à CEMG rondavam os 50 milhões, em Março de 2014 subiram para 70 milhões, passando este ano para 120 milhões.



O vice-presidente da Visabeira é o representante dos investidores institucionais no fundo CEMG.



Na “lista” de grandes clientes da CEMG está ainda a empresa de Leiria de Manuel Barbeiro Costa, a Respol-Resinas, com uma dívida de 45 milhões, que investiu um milhão de UP’s.



Problemas com o Finibanco Angola datam de 2012

A 19 de Novembro de 2012, o ex-presidente executivo do Finibanco Angola, António Couto Lopes, solicitou a intervenção urgente da entidade de supervisão liderada por Carlos Costa por considerar que a instituição tinha um funcionamento "anormal" e “opaco” que se podia reflectir negativamente no grupo Montepio Geral.



Esta preocupação chegou também, naquela data, ao ministro da Segurança Social, Pedro Mota Soares, que tutela a associação mutualista.

Entre as supostas irregularidades mencionadas por Couto Lopes estava a falta de informação e o facto de os órgãos sociais do Finibanco Angola não reunirem com a frequência prevista nos estatutos.

A carta mencionava, por exemplo, terem sido detectados problemas, em 2011, durante o último aumento de capital do banco angolano (de 21 milhões de euros),  mas também a ausência de cumprimento das regras de "controlo e compliance".

De acordo com o reportado então ao BdP a “firme intenção de assegurar as boas práticas” no Finibanco Angola de modo “a evitar o descontrolo da operação” não “colheu a receptividade" de Tomás Correia.



Desde 2010, que a CEMG e o Finibanco Angola partilharam o mesmo presidente, Tomás Correia, também à frente da Associação Mutualista (dona do banco).



* TRAFICANTE DE INFLUÊNCIAS: contratou o antigo Presidente da Câmara Municipal de Grândola Carlos Beato (PS) (NA FOTO) que o isentou de IMT e IMI na grande vivenda que possui na península de Tróia.





* FUGA AO FISCO: não pagou IMT nem IMI da grande vivenda que possui na península de Tróia

 http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/banqueiro-escapa-ao-imi-de-vivenda.html

 http://www.publico.pt/economia/noticia/empresario-jose-guilherme-negoceia-reestruturacao-de-divida-com-o-novo-banco-1690929

 http://economico.sapo.pt/noticias/candidatos-ao-montepio-denunciam-falta-de-transparencia-nas-eleicoes_234716.html

http://www.tvi24.iol.pt/economia/eleicoes-montepio/eleicoes-no-montepio-com-falta-de-transparencia

 http://www.ionline.pt/479772

http://www.noticiasaominuto.com/economia/493475/montepio-emprestou-75-milhoes-a-empresa-sem-garantias

As cartas estão lançadas para as próximas eleições para a Associação Mutualista do Montepio. 


ASSOCIADOS VEJAM BEM A LISTA DE MALANDROS/ESCROQUES QUE SE QUEREM APODERAR DO MONTEPIO.



Tomás Correia vai ter opositores à altura, entre os quais o ex--ministro Bagão Félix e João Proença*, ex-secretário-geral da UGT.

Mas o facto de José Braga Gonçalves*, um dos envolvidos no Caso Moderna, já ter expressado publicamente o apoio a esta lista poderá fragilizá-la, uma vez que os associados não gostaram desta posição.



* João Proença, maçônico, corrupto, mafioso, traficante de influências, ex-UGT, um dos implicados na MEGA-FRAUDE dos Fundos Sociais Europeus (FSE), juntamente com Torres Couto e José Manuel Veludo.






*   José Braga Gonçaves, maçônico, corrupto, mafioso e traficante de influências. Vide CASO DA UNIVERSIDADE MODERNA
SALÁRIO E PENSÕES SUPERAM 618 MIL EUROS POR ANO António Tomás Correia declarou às Finanças, em 2011, um rendimento bruto total superior a 618 mil euros em salários, que foram pagos pelo Montepio Geral, e pensões, que foram pagas pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), da qual foi administrador. Desse total, mais de 171 mil euros são relativos a pensões. Nos últimos quatro anos, o presidente do Montepio Geral ganhou, entre vencimento e pensões, mais de 2,7 milhões de euros brutos.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/banqueiro-escapa-ao-imi-de-vivenda.htm
Nos Serviços de Finanças de Grândola, o lote 27 da Urbanização Soltróia, onde a moradia está construída, encontra-se registado como terreno para construção, segundo a caderneta predial urbana. O terreno tem uma área total de 1411 m2, sendo a área bruta de implantação do edifício de 420 m2 e a área bruta de construção de 680 m2. Como as Finanças desconhecem a existência dessa moradia, atribuíram o valor patrimonial ao terreno para construção, não incluindo a vivenda. Para efeito do pagamento do IMI, as Finanças consideram que esse terreno vale 393 139 euros. Quando a moradia for do conhecimento das Finanças, esse valor patrimonial deverá sofrer um aumento apreciável. Segundo a Câmara de Grândola, liderada por Carlos Beato, Tomás Correia concluiu a moradia em 25 de Janeiro de 2011, pediu a licença de utilização em 21 de Setembro de 2011 e esta foi concedida em 20 de Dezembro de 2011. Até sexta-feira passada, a casa não estava registada na caderneta predial das Finanças. E até 15 de Novembro também não havia registo na Conservatória do Registo Predial de Grândola. Perante esta situação, Tomás Correia afirmou: "O meu solicitador vai ver se cumpriu ou não com a diligência a que estava obrigado." E frisa: "Eu sou o responsável perante as Finanças. Pago tudo, com todo o gosto."

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/banqueiro-escapa-ao-imi-de-vivenda.html
Nos Serviços de Finanças de Grândola, o lote 27 da Urbanização Soltróia, onde a moradia está construída, encontra-se registado como terreno para construção, segundo a caderneta predial urbana. O terreno tem uma área total de 1411 m2, sendo a área bruta de implantação do edifício de 420 m2 e a área bruta de construção de 680 m2. Como as Finanças desconhecem a existência dessa moradia, atribuíram o valor patrimonial ao terreno para construção, não incluindo a vivenda. Para efeito do pagamento do IMI, as Finanças consideram que esse terreno vale 393 139 euros. Quando a moradia for do conhecimento das Finanças, esse valor patrimonial deverá sofrer um aumento apreciável. Segundo a Câmara de Grândola, liderada por Carlos Beato, Tomás Correia concluiu a moradia em 25 de Janeiro de 2011, pediu a licença de utilização em 21 de Setembro de 2011 e esta foi concedida em 20 de Dezembro de 2011. Até sexta-feira passada, a casa não estava registada na caderneta predial das Finanças. E até 15 de Novembro também não havia registo na Conservatória do Registo Predial de Grândola. Perante esta situação, Tomás Correia afirmou: "O meu solicitador vai ver se cumpriu ou não com a diligência a que estava obrigado." E frisa: "Eu sou o responsável perante as Finanças. Pago tudo, com todo o gosto." SALÁRIO E PENSÕES SUPERAM 618 MIL EUROS POR ANO António Tomás Correia declarou às Finanças, em 2011, um rendimento bruto total superior a 618 mil euros em salários, que foram pagos pelo Montepio Geral, e pensões, que foram pagas pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), da qual foi administrador. Desse total, mais de 171 mil euros são relativos a pensões. Nos últimos quatro anos, o presidente do Montepio Geral ganhou, entre vencimento e pensões, mais de 2,7 milhões de euros brutos.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/nacional/economia/detalhe/banqueiro-escapa-ao-imi-de-vivenda.html
Nos Serviços de Finanças de Grândola, o lote 27 da Urbanização Soltróia, onde a moradia está construída, encontra-se registado como terreno para construção, segundo a caderneta predial urbana. O terreno tem uma área total de 1411 m2, sendo a área bruta de implantação do edifício de 420 m2 e a área bruta de construção de 680 m2. Como as Finanças desconhecem a existência dessa moradia, atribuíram o valor patrimonial ao terreno para construção, não incluindo a vivenda. Para efeito do pagamento do IMI, as Finanças consideram que esse terreno vale 393 139 euros. Quando a moradia for do conhecimento das Finanças, esse valor patrimonial deverá sofrer um aumento apreciável. Segundo a Câmara de Grândola, liderada por Carlos Beato, Tomás Correia concluiu a moradia em 25 de Janeiro de 2011, pediu a licença de utilização em 21 de Setembro de 2011 e esta foi concedida em 20 de Dezembro de 2011. Até sexta-feira passada, a casa não estava registada na caderneta predial das Finanças. E até 15 de Novembro também não havia registo na Conservatória do Registo Predial de Grândola. Perante esta situação, Tomás Correia afirmou: "O meu solicitador vai ver se cumpriu ou não com a diligência a que estava obrigado." E frisa: "Eu sou o responsável perante as Finanças. Pago tudo, com todo o gosto." SALÁRIO E PENSÕES SUPERAM 618 MIL EUROS POR ANO António Tomás Correia declarou às Finanças, em 2011, um rendimento bruto total superior a 618 mil euros em salários, que foram pagos pelo Montepio Geral, e pensões, que foram pagas pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), da qual foi administrador. Desse total, mais de 171 mil euros são relativos a pensões. Nos últimos quatro anos, o presidente do Montepio Geral ganhou, entre vencimento e pensões, mais de 2,7 milhões de euros brutos.

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Nos Serviços de Finanças de Grândola, o lote 27 da Urbanização Soltróia, onde a moradia está construída, encontra-se registado como terreno para construção, segundo a caderneta predial urbana. O terreno tem uma área total de 1411 m2, sendo a área bruta de implantação do edifício de 420 m2 e a área bruta de construção de 680 m2. Como as Finanças desconhecem a existência dessa moradia, atribuíram o valor patrimonial ao terreno para construção, não incluindo a vivenda. Para efeito do pagamento do IMI, as Finanças consideram que esse terreno vale 393 139 euros. Quando a moradia for do conhecimento das Finanças, esse valor patrimonial deverá sofrer um aumento apreciável. Segundo a Câmara de Grândola, liderada por Carlos Beato, Tomás Correia concluiu a moradia em 25 de Janeiro de 2011, pediu a licença de utilização em 21 de Setembro de 2011 e esta foi concedida em 20 de Dezembro de 2011. Até sexta-feira passada, a casa não estava registada na caderneta predial das Finanças. E até 15 de Novembro também não havia registo na Conservatória do Registo Predial de Grândola. Perante esta situação, Tomás Correia afirmou: "O meu solicitador vai ver se cumpriu ou não com a diligência a que estava obrigado." E frisa: "Eu sou o responsável perante as Finanças. Pago tudo, com todo o gosto." SALÁRIO E PENSÕES SUPERAM 618 MIL EUROS POR ANO António Tomás Correia declarou às Finanças, em 2011, um rendimento bruto total superior a 618 mil euros em salários, que foram pagos pelo Montepio Geral, e pensões, que foram pagas pela Caixa Geral de Depósitos (CGD), da qual foi administrador. Desse total, mais de 171 mil euros são relativos a pensões. Nos últimos quatro anos, o presidente do Montepio Geral ganhou, entre vencimento e pensões, mais de 2,7 milhões de euros brutos.

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2 comentários:

  1. Comentário para quê? Portugal precisa de Juízes sérios que se respeitem a si próprios, cuja coragem, carácter e dignidade estejam acima de qualquer outra coisa senão a de julgar firmemente e com justiça, sem se deixarem corromper.

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  2. Comentário para quê? Portugal precisa de Juízes sérios que se respeitem a si próprios, cuja coragem, carácter e dignidade estejam acima de qualquer outra coisa senão a de julgar firmemente e com justiça, sem se deixarem corromper.

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