PELA IMEDIATA ILEGALIZAÇÃO DA MAÇONARIA EM PORTUGAL
SALVEMOS PORTUGAL
O Bar do Alcides exige que
as máximas instâncias do Estado Português ilegalizem de imediato a Maçonaria
ou as diferentes maçonarias, ramos maçónicos e lojas maçónicas existentes em
Portugal, assim como todas as instituições por ela criadas que atentam contra
o Estado de direito e contra a legalidade democrática.
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E que põem em causa a
representação e responsabilidade dos partidos políticos, a legalidade e
representatividade democrática e a transparência da sociedade portuguesa.
Um Estado democrático
existe para servir os seus cidadãos e não para que uma minoria elitista e sócio
burguesa organizada numa seita ou numa máfia maçónica infiltrada nas mais
altas instâncias do Estado se sirva dele para atingir os seus fins políticos,
financeiros e obscuros, chegando mesmo a conspirar contra o próprio Estado
democrático.
Já bastava a Portugal os
irreparáveis danos causados pela grande seita satânico-materialista (com o
seu poder, riqueza, terrenos, propriedades, edifícios, castelos entre outros
bens imobiliários que a tornam na maior empresa não só de Portugal como do
mundo inteiro - tudo conseguido à custa das terras e das riquezas sacadas aos
povos nativos de Portugal desde à séculos!) da Igreja de Roma.
A Maçonaria é mais do que
uma feira de vaidades, onde qualquer criatura burguesa (alguns terão mesmo
vindo da ralé, mas que por vaidade social, ganância pessoal, ambição
materialista ou por carreirismo político, terão através da corrupção, de
cunhas ou do tráfico de influências, subido na pirâmide social...) da elite
tuga alimenta o seu ego-deslumbramento e obtêm "influências" para a
engorda das suas contas bancárias à custa do empobrecimento do país e do povo
trabalhador que paga os seus impostos para o erário público mas que acabam
sempre nos bolsos dos maçons ou maçon (faça-se aqui um intervalo, só para
informar que na língua portuguesa a palavra correta é maçon, ou até maçon ou
mação, mas nunca maçom com "m" final e como atualmente e
erradamente é escrita esta palavra pelos analfabetos dos estrangeirismos da
imprensa e das brasileirices agudas "universitárias" - já agora,
como é que os cavernosos "doutores" da língua portuguesa querem
escrever o plural desta palavra com "m" final? - continuemos...,
porque o Maçon é membro da Maçonaria e não da maçomaria - repararam no
"m" final ó "doutores" do regime tontinhos da comunicação
social?) de Portugal.
A maçonaria (de obediência
inglesa) introduzida em Portugal por volta de 1735 segundo a maioria dos
entendidos, é muito mais do que um grupo de pressão elitista
económico-financeiro e político-social, porque os seus membros vão muito para
além do que a legalidade democrático e do Estado de direito impõe, a
maçonaria não tem limites na sua sede de poder e do tráfico de influência em
todas as esferas da sociedade portuguesa (eles chegam a recrutar ou a
convidar novos membros dentro dos Tribunais e da própria Assembleia da
República).
Portanto as maçonarias não
são um lóbi inofensivo e são muito mais do que um lóbi.
A maçonaria (ou os diferentes ramos e lojas da
maçonaria) é de facto um autêntico Estado dentro do próprio Estado minado
como um cancro pelo império do polvo maçónico elitista burguês.
Se no mundo atual a
Maçonaria pode ser considerada como a guarda pretoriana do capitalismo ou do
grande capital (até sacerdotes e padres "cristãos" que não
compreendem a mensagem do Evangelho e até mesmo alguns agiotas judeus do
capitalismo selvagem chegam ao seu topo!), em Portugal ela é mesmo muito mais
e faz muito mais do que isso, ela chega a ser uma força de choque ou uma
espécie de corpo de intervenção da elite burguesa portuguesa (ou de uma das
suas fações) organizada em moldes de gangues mafiosos, preparados para o
assalto ao poder, às grandes empresas e às estruturas do Estado democrático
que assim fica minado.
Atrofiando cada vez mais o
país ressecado e entravando mesmo qualquer progresso em Portugal, que
continua a ser o país mais centralista e o único Estado medieval da Europa.
Entre os muitos males de que padece este país,
muitos deles podem ser imputados ou sido causados pela Maçonaria portuguesa
(independentemente das suas diferentes obediências, sejam regulares ou
irregulares).
Hoje sabemos que são os
maçons (infiltrados em toda a direita portuguesa, desde o social-socialista
PS ao CDS-PP, mas principalmente no PSD cujo aparelho partidário é totalmente
controlado por maçons desde a ascensão de Cavaco Silva - embora este não seja
membro, mas sempre foi de facto apoiado por maçons ligados ao sector
empresarial e financeiro do PSD) e a própria Maçonaria (seja o GOL ou a GLLP)
um dos principais entraves se não mesmo o principal travão à Regionalização e
total democratização do país.
Tudo é feito nas
entranhas, nas negociatas e nos corredores do poder total com discrição e
pela calada, tal é a influência que eles já têm dentro das instituições do
estado.
A Maçonaria através das
suas lojas maçónicas que atentam contra a legitimidade do Estado democrático,
por exemplo a Loja "Mozart" da GLLP/GLRP (dos seus cerca de 30 membros
80% são do PSD, 10% do PS e 10% de "independentes" afetos ao
CDS-PP, entre empresários, banqueiros, magistrados, juízes,
"espiões" e coronéis militares) está "vocacionada"
exclusivamente para a conquista do poder político e o tráfico de influências como
o comprovam os inúmeros "espiãozinhos" faz-de-conta das secretas (o
profissionalismo em Portugal é uma coisa que deixa muito a desejar, desde a
mediocridade e a irresponsabilidade das elites e gestores, passando pelo
vedetismo e a prostituição ao capital dos quadros intermédios e da
média-burguesia até ao laxismo e o "fica pra manhã" de muitos cá em
"baixo" na pirâmide social), os policias, os juízes e magistrados,
os empresários e banqueiros e muitos deputados e líderes do PSD que fazem
parte desta loja que legalmente é uma seita hermética ou secreta (para quê
tanto segredo? eles querem esconder o quê? só coisas más e não aceites
socialmente são geralmente escondidas da opinião pública, não é assim?) que
foi (re)fundada em 1991 pelas fações mais direitistas e elitistas do regime
(esta obediência ao contrário da GOL não sobreviveu ao Estado Novo) para o
assalto final ao poder e ao controlo do Estado português (que conseguiram na
quase totalidade!) - na nossa modesta opinião, os diversos serviços do Estado
deviam ser mais seletivos e rigorosos a selecionarem ou a contratar os seus
funcionários públicos pagos pelo erário público e não por privados, porque a
continuar assim qualquer dia contratam um desequilibrado mental ou um
travesti prostituto profissional a abanar o rabo a qualquer empresa
capitalista para os serviços secretos tugas ou para as outras instituições do
Estado - as maçonaria é uma seita satânica-burguesa materialista, mas de
facto não passa de uma associação criminosa cujos membros estão infiltrados
nas mais altas estruturas do estado e das grandes empresas (como é o caso da
empresa "Ongoing" cuja administração é composta em grande parte por
deputados, ex-deputados ou dirigentes do PSD que são maçons) contudo, ela não
se esgota no assalto ao poder político e financeiro, ela vai muito mais além
com os seus tentáculos mafiosos e que põem em causa as instituições e o
funcionamento do próprio Estado democrático que ela (através dos seus membros
infiltrados) controla como um polvo.
Contudo, embora não hajam
muitas diferenças entre as diferentes obediências maçónicas ou maçonarias,
pelo menos no essencial, deve-se salientar de que o GOL (tendencialmente mais
social-democrata e liberal) por exemplo é mais aberto e vocacionado para a atividade
político-social e cultural, enquanto que a maçonaria regular representada atualmente
em Portugal pela GLLP/GLRP (tendencionalmente mais conservador e monárquico)
que é mais elitista, mais direitista e obscura, está mais vocacionado para o
assalto judiciário-policial às estruturas do Estado e às atividades
económico-financeiras e imobiliário-bancárias especulativas.
Os cidadãos portugueses
desde há muito tempo e não apenas neste início de Janeiro do ano de 2012, já
se aperceberam de que a Maçonaria portuguesa ou os diferentes ramos maçónicos
da maçonaria internacional tem tido um papel nefasto, negativo e também
muitas vezes criminoso na República Portuguesa (mas não foi só aqui em
Portugal que as maçonarias deixaram a sua marca - o saque do país, nas elites
corruptas africanas e nas repúblicas bananas da América latina, as maçonarias
também foram poder autoritário burguês).
Contudo em Portugal elas
maçonarias não são apenas poder, elas confundem-se com o próprio poder.
Pese embora a sua grande
influência política e financeira (influência religiosa é que não têm
decididamente, porque são uma seita elitista burguesa sem nenhuma
espiritualidade ou sentido ético - tantos corruptos e aldrabões que são
membros da maçonaria! - vocacionada para a riqueza material que interdita ao
homem comum ou do povo trabalhador a sua entrada) em todo o mundo, é nos
países mais ricos, especialmente nos países anglófonos como é o caso dos EUA
(país que foi fundado por alguns maçons com a ajuda da maçonaria francesa e
que teve presidentes maçons) e do Reino Unido (foi em Inglaterra que nasceu a
maçonaria regular), e em países do norte da Europa (por exemplo, o
fundamentalista "cristão" e neonazi norueguês Andres Breivik que
provocou um massacre na Noruega em 7 de Agosto último onde assassinou a
sangue frio cerca de 80 pessoas (o sorriso tranquilo a revelar alguma
satisfação pessoal pela "obra" feita ou pelo cobarde massacre que
esta besta nazi nórdica tinha já depois de algemado e dentro do carro
policial é bastante revelador das cumplicidades que esta criatura tem na
sociedade norueguesa em especial e na nórdica no geral...) que na maioria
eram descendentes de imigrantes era membro da Maçonaria norueguesa aquando do
massacre e do atentado que cometeu em Oslo) e do sul da Europa (em França onde
é tradição de batismo da elite política republicana do regime, no final dos
anos setenta do século passado chegou a haver um escândalo que envolveu os
serviços secretos, a maçonaria francesa e os "pés-negros"
retornados da Argélia, com uma ajudinha dos EUA, e especialmente em Itália,
onde por exemplo, a antiga loja maçónica Propaganda Due (P2) do então
emergente empresário Sílvio Berlusconi foi ilegalizada pelas suas comprovadas
atividades financeiras criminosas e ligações à máfia italiana e ao Banco
Ambrosino do Vaticano) que esta associação criminosa é mais elitista e secretina,
mas também menos poderosa e mais controlada pelas autoridades dos respetivos
países.
De uma maneira geral, a Maçonaria
ou as maçonarias prosperam em estados onde não há uma cimentação das
tradições democráticas. como é o caso de Portugal e Itália por exemplo, onde
é norma a corrupção, o tráfego de influências, a impunidade da classe
política, a "normalização" do clientelismo e o novo-riquismo de
alguma ralé nascida à sombra do capitalismo selvagem.
Em todos os países onde a
maçonaria se instalou existem ligações ao submundo do crime e das mafias
económico-financeiras e pior ainda, existe o perigo da própria democracia e
da legalidade democrática ser transgredida, violada ou mesmo usurpada nos
seus direitos e funcionalidade pelos membros da Maçonaria pondo em causa a existência
do Estado de direito.
Deste modo, torna-se
urgente uma demarcação ou reação rápida por parte das autoridades do país
ainda não corrompidas nem infiltradas pela Maçonaria, ou o Estado Português
através das suas instituições máximas representativas e tribunais ilegaliza
de imediato esta seita secreta satânico-financeira (não acreditamos que todos
os funcionários públicos, policias e magistrados sejam, corruptos ou
pertençam à maçonaria, podem ser minoria, mas pelo menos espera-se que um ou
outro juiz tenha a coragem de aparecer e de condenar os mafiosos e de
ilegalizar a maçonaria) ou então ela (através das suas diferentes lojas) como
associação criminosa e secretina mafiosa acabará por destruir Portugal.
À semelhança do que
aconteceu na 1ª República Portuguesa, que foi destruída e aniquilada pelas atividades
e intrigas da Maçonaria, cujos membros chegaram até à Presidência da
República, à chefia dos governos e de outras instituições do Estado e de
empresas, principalmente bancário-financeiras, que levaram o país à ruína, à
instalação da corrupção generalizada, ao descrédito da jovem democracia de então,
e finalmente ao golpe militar em 1926 que levou à instalação do fascismo em
Portugal.
A situação que hoje se
vive em Portugal não é muito diferente da Primeira República, bem pelo
contrário, é até semelhante.
Portugal continua
atrofiado, pobre e atrasado pela desgovernação das suas elites.
O país é humilhado, gozado
e desconsiderado em todo o mundo democrático, até pelos nossos
"amigos" da Europa (até países minúsculos ou exóticos como a
Bélgica, a República Checa, a Dinamarca, a Finlândia o Luxemburgo ou Chipre
têm a ousadia de nos darem "lições" pseudomoralistas para nossa
vergonha tal é a desconsideração e o gozo que eles têm do Portugal atrofiado,
frágil e transformado em Portugal pelos filhos da puta da sua elite tuga que
ainda falam em "prestígio"!) que nutrem por nós um certo desprezo
devido à cobardia das corruptas e antipatrióticas elites portuguesas e às
evidentes fragilidades do próprio Estado assaltado e refém de três gangues
controlados por uma máfia maçónico-financeira.
Os três grandes bandos
político-financeiros que controlam o país (PS, PSD e CDS-PP) têm nas suas
fileiras e direções partidárias líderes que são maçônicos e membros da
Maçonaria. Coincidências?
Só para quem não percebe a
realidade que vivemos em Portugal e que a Maçonaria (ou as maçonarias) é o
Grande Arquiteto da Irregularidade democrática, da má gestão das empresas
públicas (eles querem é tachos), da selva do capitalismo selvagem e
especulativo financeiro (eles querem é dinheiro fácil!), do atraso e da
pobreza do país, e da miséria e carências do povo trabalhador escravizado, e
até mesmo da corrupção política e económico-financeira que está na origem da
presente crise mundial e no arrogante e desumano tratamento de transformarem
um país, a sua economia e a força do trabalho em lixo.
Esta é a
"humanidade" do capitalismo e a "fraternidade" das
hipócritas lojas maçónicas que só vivem para o capital dos "irmãos
ricos”!
Tal como no passado,
durante a I República refém da Maçonaria, cujos princípios democráticos e
republicanos de liberdade, justiça e igualdade social foram degenerados pelos
maçons da emergente burguesia portuguesa ligada ao capital especulativo e do
novo-riquismo nacional, com intrigas, golpes de estado, palacianos e
financeiros.
Também hoje no Portugal
pós-25 de Abril de 1974, mais exatamente neste início do ano de 2012, não só
a democracia como a existência e a soberania do próprio país está em perigo e
a ser posta em causa pelos membros da Maçonaria portuguesa infiltrados nas estruturas
do Estado e nos três partidos do regime (o PSD está completamente controlado
pela Maçonaria mais elitista e corrupta!).
Que como guarda avançada
da elite tuga controlam o governo, o Estado, os partidos do "arco da
governação" e as grandes empresas públicas e privadas.
Um dos três grandes erros
do 25 Abril de 74 ou da esquerda dos "capitães" de Abril, foi e
pressionados que foram pelo PS (partido fundado por advogados do diabo maçons
poucos meses antes do 25 Abril, que tem etiqueta de esquerda mas com prática
política direitista e de gestão do capitalismo) o terem permitido a
legalização da Maçonaria e a restituição de parte da sua riqueza imobiliária
(os outros foram, primeiro o não terem cortado a cabeça da víbora da elite
tuga - os juízes e magistrados elitistas, corruptos e fascistas que controlam
os tribunais corruptos e fantoches (uma "tradição" sem
democratização que vai de pai para filho) do "novo" regime! - e
segundo, o não terem avançado logo com a Regionalização ou Provincialização
do país, o que implicaria o reconhecimento oficial dos povos nativos e
regionais de Portugal), talvez por confundirem antifascismo com perseguições
não políticas que punham em causa o próprio Estado.
Durante o Estado Novo, os
maçons foram perseguidos, não por serem antifascistas, mas por porem em causa
a sobrevivência (económica, financeira, politica) e a soberania do país (foi
isto que provocou o golpe militar de 28 de Maio de 1926 que viria a dar na
instalação da ditadura militar, no fascismo e no Estado Novo) tal era o medo
que os maçons e a maçonaria faziam aos fascistas no passado.
E ainda fazem hoje aos
democratas não corruptos da esquerda popular portuguesa e à violada
democracia do (pobre, saqueado e atrofiado pela maçonaria e a elite tuga)
país onde vivemos!
Ainda no final do século
passado o fundador do então ainda PPD e líder da direita portuguesa, o
primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro que por acaso até era regionalista
(um caso cada vez mais raro na direita portuguesa, aliás na origem o PPD
liberal era regionalista, hoje o PSD conservador dos maçons e banqueiros é antirregionalista,
mas avancemos e passemos por cima deste antigo político da elite portuguesa
do Porto porque esta é outra estória...) morreu ou foi assassinado em 4 de
Dezembro de 1980 em Camarate (arredores de Lisboa) num avião ou avioneta que
foi sabotado pela Maçonaria, segundo a comunicação social da época e parte da
liderança do seu próprio partido, teria sido um gangue de maçons intimidados
com a intenção do governo da reacionária Aliança Democrática liderado por
Francisco Sá Carneiro, de controlar (ou fechar os negócios ) a mafia do
tráfico de armas, que teria originado o "acidente" onde foi
assassinado Sá Carneiro e o seu ministro centrista Adelino Amaro da Costa,
entre outras vítimas.
Daqui se percebe, se a
maçonaria assassina um "intocável" ou "notável" da elite
burguesa (embora ligada ao capital especulativo) portuguesa do Porto, muito
mais fácil lhes é, foi ou será assassinar um cidadão comum e anónimo ou
eliminar um filho do povo trabalhador (quantos deles já o foram assassinados
por maçons e os crimes silenciados por juízes do regime, policias corruptos e
advogados do diabo cúmplices ou membros da maçonaria?) em Portugal.
Hoje a Maçonaria em
Portugal controla o sistema judicial e os tribunais (a justiça é mesmo cega
em Portugal!) dos magistrados elitistas do regime e dos juízes corruptos que
fazem parte da Maçonaria (já pensarem porque é que o Isaltino Morais
condenado por corrupção e fuga ao fisco, ou segundo o eufemismo oficial, por
fraude fiscal e branqueamento de capitais, não é preso, e anda com os seus
advogados do diabo pagos a peso de ouro a cantar e a brincar à
"justiça" com recursos e mais recursos? já pensaram porque é que os
pedófilos da Casa Pia estão todos cá fora a aguardar o fim do prazo legal de
modo a não cumprirem pena de prisão efetiva e de forma a levar à anulação do
julgamento? aquela meia dúzia de condenados é mediática mas é só peixe-miúdo,
porque é que não se investigam e condenam os outros milhares de pedófilos da
elite tuga, entre políticos, empresários, militares, almirantes, juízes,
magistrados e até embaixadores e outros "notáveis" da nata da elite
tuga ou "altas" individualidades estrangeiros que visitavam a Casa
Pia com a "encomenda" já preparada? já pensaram porque é que os
gatunos dos banqueiros PSD afetos à ala cavaquista (muitos deles como
Oliveira e Costa, ex-ministro cavaquista e ex-presidente do BPN, estiveram na
sua comissão de "honra" às últimas eleições presidenciais por
exemplo) de Cavaco Silva que assaltaram por dentro o BPN estão todos cá fora
à espera que o tempo os "absolva" dos seus crimes já que os juízes
e magistrados amiguinhos da elite tuga que controlam o regime poder-se-iam
queimar face à opinião pública ao declararem abertamente a sua
"inocência"? muitos juízes e magistrados corruptos e maçónicos
devem ter os tribunais e a "justiça" portuguesa - eles só mandam
para a prisão o povo!).
Muitos
"mediáticos" advogados do diabo que são pagos a peso de oiro e que
normalmente defendem criminosos da alta criminalidade em Portugal, também
fazem parte da Maçonaria.
A Maçonaria ou as
maçonarias estão hoje infiltradas nas mais altas instâncias do Estado e
sectores mais importantes da sociedade, desde a chefia dos serviços secretos
(o ex-diretor do SIED Jorge Silva Carvalho por exemplo, e à semelhança de
muitos outros serventuários burocráticos e políticos elitistas do regime,
assim como muitos empresários e banqueiros, movido por interesses pessoais e
ambiciosamente vendido ao capital desistiu da legalidade do país e levou
informações secretas do Estado que lhe pagava o ordenado para a empresa
privada a quem se vendeu por uma cargo na sua administração de milionários -
a já anteriormente referida "Ongoing" - aqui mais do que um caso de
policia, existe também um escândalo politico-governamental a envolver o PSD e
a sua liderança a uma empresa privada, que conseguiram partidarizar e
privatizar os serviços secretos portugueses com toda a impunidade até hoje!
(relembremos que este tipo de "profissionalismo" e de
"ética" que existe em Portugal ao nível das suas elites e do
proxenetismo do estado só tem contribuído para a chacota e o gozo que toda a
Europa tem para com este Portugal desconsiderado e transformado no Portugal
dos ladrões que chegam a ministros ou a administradores e gerentes - com os
seus salários milionários e criminosos acima das reais possibilidades que o
país pode suportar - os agentes dos outros serviços secretos europeus e
ocidentais vivem em constante sobressalto com as informações que dão ou que
trocam com os espiões tugas cujo "profissionalismo" só serve para
servir os interesses e manter a impunidade duma elite politico-financeira
corrupta, porque sabe-se lá onde podem ir parar as informações trocadas com
os espiões e as secretas tugas, se calhar até agentes ao serviço da Al-Queda
poderiam receber informações comprometedoras para a segurança do Ocidente,
porque basta um árabe ou outro endinheirado qualquer pôr uma nota de 100
euros ou de 10 dólares na sua braguilha para o espiãozinho tuga da treta se
atirar a ela!) o país já percebeu que a elite politica e os espiões do
regime, para além de se acoitarem na maçonaria tem outra coisa em comum: o
"amor" ao capital, ou seja a "pátria" deles é o cacau ou
o dinheiro fácil a quem servem piamente! provando-se assim a direita
profundamente antipopular, antipatriótica, desonesta, corrupta, insaciável e
predadora que existe em Portugal!
Os Partidos em Portugal são os partidos dos
escândalos!
São nos partidos onde estão os TRAIDORES À PÁTRIA!
Que desde a sua fundação
já envolvia o seu fundador e o irmão dele metido em especulações financeiras,
passando pelos amiguinhos político-sociais de Cavaco, também envolvidos em
questões financeiras, até ao presente...) - olha se a Maçonaria quiser fazer
um golpe de estado em Portugal, será que estes espiões da treta e de
faz-de-conta iriam denunciar os seus "irmãozinhos" maçons? (abrimos
aqui outro intervalo para referir e repetir que estes maçons das secretas e
espiões da treta sem cérebro, sem profissionalismo e que não sabem pensar pelas
suas cabecinhas (eles são mais uma espécie de guarda avançada ou pretoriana
do regime, ou seja, são pagos principescamente para não pensarem e só para
obedecerem ou abrirem as pernas aos seus superiores, agachando-se ao capital
privado, serventes dos gangues do regime ou fazendo favores aos seus donos
que os têm bem na trela curta, estes espiões dizíamos nós, já há anos que
andam a "rondar" ou pôr sob vigilância alguns membros d’O Bar do
Alcides, pelo menos já identificámos uma boa meia dúzia destes espiões (na
maioria na casa dos trinta ou vinte e muitos que por vezes aparecem
deslocados com fatinhos e mochilas às costas - talvez se tenham transviado
nos "passeios" - mas já vimos alguns de meia-idade ou na casa dos
quarenta com tromba de chefia, sabe-se que a grande maioria deles vem das
classes-médias ou até do povo de baixo mas sem consciência social e vendidos,
infelizmente), às vezes até já os topamos à légua (eles disfarçam muito
mal...), mas apesar de alguma distância físico-visual também já os
identificamos pelo cheiro (nauseabundo!) - será que estes espiões à
"boa" maneira tuga (ou seja, sem profissionalismo mas com
mediocridade, servilismo e clientelismo) sabem onde é a verdadeira guerra? ou
quem são os verdadeiros inimigos de Portugal, aqueles que o lapidaram de
todas as suas riquezas e que o estão a destruir com toda a impunidade? não
somos nós O Bar do Alcides nem são os nossos membros quem estão a roubar e a
fazer mal aos cidadãos portugueses, não somos nós quem está a destruir e a
lapidar Portugal vendendo a sua soberania e riquezas a saldo aos
"amigos" estrangeiros e do capital... é que nós d’O Bar dos Alcides
não somos um grupo terrorista nem metemos medo a ninguém e muito menos
seriamos um perigo para Portugal e para os seus povos, bem pelo contrário,
nós só denunciamos o que está mal em Portugal, nós pugnamos pela justiça
social, pela liberdade, pelo progresso, pela dignidade humana e pela
moralização da sociedade. aliás, se estes mentecaptos tivessem cérebro ou
raciocínio já deviam saber quem é ou onde está o verdadeiro inimigo do país
(será que andam assim tão "distraídos" ou aquilo é torpes derivada
da prostituição e ganância social?), o verdadeiro perigo para Portugal são os
gangues do regime, são as elites tugas, são os empresários, são as maçonarias
e são os tribunais de farsa e corruptos do regime que está a destruir este
país) bom, deixemos os mentecaptos do Portugal microcefálico e continuemos
com os maçons do regime infiltrados hoje até nas hierarquias militares do
reumático, dos gabinetes e do contrabando (barriguinhas cheias é com eles!).
Sim, a maçonaria chegou
clara e maciçamente até às chefias militares das forças armadas e das
polícias, passando pelos bancos e o sistema financeiro (caso do Montepio
Geral, BCP , BPN e da ex-SLN dos corruptos do PSD, só para referir alguns).
As maiores empresas do
país (públicas e privadas) têm maçons na sua administração e gestão (o que
também não admira, um país com uma elite empresarial tão rica e tão
"patriótica" como o Américo Amorim e o Alexandre Soares dos Santos
- a propósito já deram uma condecoração a este "patriota" tuga do
grupo Jerónimo Martins que fugiu "patrioticamente" para pagar
impostos na Holanda e que vão tornar este país mais rico e Portugal mais
pobre? é que o Portugal já tem um Miguel de Vasconcelos com pele de Coelho
como primeiro-ministro a humilhar o país e a vender a sua riqueza a saldo e
ao preço da uva mijona aos "amigos" europeus e do capital! - até
podia financiar as atividades destas lojas maçónicas à espera de mais benefícios
fiscais do pai-Estado que atacam por dentro e por fora).
As Universidades têm
reitores e professores catedráticos que são membros desta seita maçônica-satânico-financeira.
A elite cultural,
científica e intelectual portuguesa (e o mundo da música e do espetáculo têm
"artistas" que por ganância ou vaidade social se venderam ou
deixaram-se desencaminhar pela maçonaria - não sabemos se os mercenários do
desporto e do futebol profissional, sejam dirigentes, árbitros, treinadores
ou jogadores que ganham milhões nesta "profissão" sem produzirem
nenhuma riqueza para o país, também já entraram nesta moda, ou onda da
vaidade burguesa, mas não nos surpreenderíamos se essas criaturas semianalfabetas,
como os figos, os cristianos ronaldos, os moutinhos, os paulos bentos ou os
mourinhos do pontapé na bola e na cultura aparecessem por lá nas lojas ou
feiras de vaidades com os seus vícios burgueses e materialistas do
novo-riquismo e do dinheiro fácil, tal é a prostituição ao capital, as aleluias
aos governantes, as apologias aos bancos, as loas ao consumismo e as hossanas
à publicidade mercantilista das grandes empresas que diariamente aparecem nas
televisões e jornais - ainda recentemente, um de tal de Mourinho que ganha
milhões na sua "profissão" de treinador de futebol sem merecer nem
produzir verdadeira riqueza para o país (o "prestígio" de Portugal
ou desta criatura de "sucesso" é o dinheiro que ele e todos os
outros conseguem meter no bolso ou nas contas bancárias porque comer ao povo
ou progresso ao país ele não nos dá!), prostituía-se na publicidade paga a
peso de oiro e em posse "séria" (já repararam bem naquelas posturas
teatrais deste "special" delirante e inseguro com falta de cházinho
e de humildade a lembrarem-nos o Benito Mussolini e outros adolfos e hitlers,
lenines e estalines da arrogância elitista e empresarial?) a um desses bancos
(neste caso particular, o Millennium/BCP) controlados pelos gatunos e
especuladores financeiros da elite portuguesa, só por ganância (não nos
venham falar que foi por "solidariedade" ou que foi trabalho
voluntário não pago, como já ouvimos um de tal figo dizer, está bem?) nem ter
necessidade de o fazer tal é a riqueza financeira que a criatura já tem com o
salário milionário e imoral do clube que lhe paga os milhões diariamente, ou
seja, este de tal Mourinho que armado em parvo e cheio de
"sabedoria" idiota põe por trás e à traição um dedo no olho dum
espanhol para depois levar pancada e fugir, mas que a olhar de lado põe as
duas mãos nos olhos dos portugueses para irem pôr o seu dinheiro nos cofres
desses bancos controlados por gatunos (um de tal mercenário da bola Ronaldo
também ainda à pouco menos de um ano faz campanha por outro banco, o BES que
de Espírito Santo não tem nada, já para não irmos mais longe, relembremos um
outro mercenário do pontapé na bola e na cultura, um de tal Figo que fez
publicidade ao BPN e que até à pouco tempo fez publicidade através de um não
assumido contrato milionário com a Taguspark só para fazer campanha pelo
pinóquio do Sócrates, o mercenário por acaso até é CDS-PP e já fez campanha
gtatuita por este bando político-financeiro em campanhas eleitorais
anteriores e outras pelo PSD, mas concerteza que ele votou neste partido mas
nunca o faria no PS, apesar da propaganda publicitária paga a peso de oiro
pelo erário público a "aconselhar" o voto neste partido da boyada
capitalista) e políticos da elite tuga que não dão nada a ninguém são algum
exemplo de "sucesso" para o país ou podem dar lições de
"moral" a alguém? - este de tal Mourinho "especial" e
todos os outros falsos e egocêntricos queirozes, bentos, cristianos,
moutinhos, joões, pintos e figos podres "iluminados" pela
comunicação social e pelo "prestígio" pessoal que dão ao "país"
querem é o deles não é o nosso!
Salientamos que não
estamos aqui a pôr em causa os "craques" da bola, se o treinador é
ou não é o "maior" do mundo ou se o jogador é "bom" ou o
melhor deste universo e dos arredores da bola (o que está em causa não é a
habilidade dos toques e da brincadeira da bola, mas sim o facto de ninguém do
mundo da bola que jogam duas ou três horas por semana jamais ter o direito
moral e social de ganhar mais dinheiro do que um simples operário que passa
os dias da sua vida a trabalhar dezenas de horas todos os dias e que chega a
casa cansado e arrebentado só para ganhar o salário mínimo nacional e depois
ainda por cima para ser roubado pelo governo do seu próprio país onde existem
estas bárbaras injustiças sociais, como é o caso de Portugal) o que se impõe
pôr em causa é para além da atitude social e da ganância do leilão para ver
quem dá mais pelo mercenário da bola (aquelas juras do "amor à
camisola" ou de "amor eterno" ao clube são às vezes traídas no
dia seguinte se aparecer um outro clube a pagar-lhes mais) é a imoralidade
dos seus salários milionários e criminosos só possíveis numa sociedade
injusta, corrupta e alienada, porque um jogador ou treinador que só trabalha
algumas horas por semana com um ou dois jogos e passa o resto do dia a
brincar com uma bola ou em entrevistas narcisistas só para alienar as massas
e os mais influenciáveis da sociedade, não tem o direito de ter um salário
superior ao de um trabalho assalariado que passa a vida a trabalhar todos os
dias no duro horas e mais horas, como um mineiro, um pescador, um operário
metalúrgico ou um servente de construção civil por exemplo, só para receber o
ordenado mínimo que não chega a 500 miseráveis euros ou pouco mais do que
isso.
Isto não está bem!
Com tanto desempregado no
país, com tanto cidadão anónimo jovem ou velho a quererem fazer o seu
trabalho profissional em atividades publicitárias de empresas que não lhes
dão o trabalho e os atiram para o desemprego e aparecem agora, os mercenários
da bola a prostituírem-se aos bancos e à publicidade enganosa a meterem um pé
noutra profissão que não é a sua, só pela ganância do dinheiro e a ambição de
serem cada vez mais ricos quando na sua "profissão" chula de
mercenários da bola já ganham milhões e milhões sem o merecerem nem
produzirem nada para o país, e depois ainda querem dar "lições" ou o
"exemplo" de "bons" cidadãos?
Esta gentalha mercenária
da bola e do facilitismo (enquanto o povo e trabalhador assalariado trabalha
no duro) é algum exemplo para alguém? a sua ganância pessoal e de ânsia de
terem cada vez mais dinheiro para além daqueles milhões que já auferem sem
produzirem nem trabalharem no duro na sua "profissão" futebolística
também é "patriótica"? só num país de microcéfalos e mentecaptos se
podiam idolatrar estes falsos ídolos com pés de barro e aceitarem-se as suas
lições de "moral" cívica tão consumista e mercantilista tão
características de mentecaptos, ignorantes e medíocres prisioneiros da
vaidade e vendidos à ilusão do poder e do capital... - o Mourinho pode não
ser mação, mas as lojas maçónicas estão cheias de mourinhos arrogantes e
intranquilos perdidos nos seus próprios egos e de outros faunos da mesma
vaidade, improdutividade e piroseira proxenêta burguesa!) também têm
influência maçónica.
A comunicação social, têm
entre os seus jornalistas, "economistas", analistas, figurões e
serventuários do regime muitos maçons não assumidos, prostituídos ao
capital e vendidos ao poder corrompido e corruptor também, que chegam até a
praticar a autocensura (que é muito mais imoral do que a censura do Estado Novo).
E nem os sindicalistas da
UGT e a direção de algumas instituições da chamada "solidariedade
social" ou IPSS escapam aos tentáculos do polvo maçónico.
A UGT esteve envolvida em
alta corrupção ao desviarem milhões de contos do Fundo Social Europeu.
Os maçons João
Proença, Torres Couto e outros foram absolvidos à custa da Magistratura Maçônica.
No sector da Saúde e da Arquitetura,
também existe forte influência maçónica, inúmeros são os "doutores"
que foram ou são maçons.
Mas é ao nível da política
e da gestão das autarquias e do poder local que existem mais maçons, o caso
do presidente da Câmara Municipal de Oeiras nos arredores de Lisboa, o maçom
Isaltino Morais preso por corrupção e por fuga ao fisco (ou como se diz na
gíria judicial, por fraude fiscal e branqueamento de capitais), é um caso
mais do que evidente do poder que a Maçonaria tem em Portugal, o que implica
a destruição do poder local.
Nem o Parlamento (que se
supõe ou supunha ser a "casa do povo") escapa ao poder maligno-satânico
da hipócrita burguesia portuguesa de tão infiltrado que está pela Maçonaria
ou por um dos seus diferentes ramos e lojas maçónicas.
Hoje, como no passado,
metade dos deputados do PS (onde se destacam hoje pela calada os maçons e
socráticos como Jorge Lacão e Francisco Assis, entre outros) e mais de metade
da bancada parlamentar do PSD (e mais alguns da bancada do CDS-PP, embora
este bando esteja mais virado para a seita anticristã da Opus Dei - estes
burgueses elitistas nunca devem ter lido o Evangelho, estes ricos hipócritas
podem comprar o padre ou o bispo, mas não entram no "céu", mais
facilmente o faria o camelo que passaria pelo buraco da agulha...) são maçons
ou membros da Maçonaria.
Até os líderes
parlamentares ou presidentes da bancada parlamentar (e o vice-presidente da
bancada do PSD Miguel Santos, só para informação - também não nos esqueçamos
de um tal Branquinho deputado e jornalista do PSD do Porto que foi diretamente
para a "Ongoing" após uma encenação parlamentar e numa das suas
comissões de inquérito a esta empresa que pretende ou pretendia ter o
monopólio da comunicação social em Portugal - pelos vistos com a ajuda dos
serviços secretos...) desses partidos são maçons não assumidos, como é o caso
de Luís Montenegro líder da bancada do PSD (e do vice-presidente do grupo
parlamentar Miguel Santos!), de Carlos Zorrinho líder da bancada do PS (e do
vice-presidente do grupo parlamentar Ricardo Rodrigues!) e de Nuno Magalhães
líder da bancada do CDS-PP.
A desonesta, demagógica,
corrupta, populista, anti-popular e antipatriótica ala maçônica portuguesa (PSD,
CDS-PP e PS) controlam a Assembleia da República como é um facto, assim como
estes três gangues político-mafiosos do regime são controlados pela
Maçonaria, desde a liderança dos grupos parlamentares até aos funcionários e
às máquinas partidárias, mas para a Maçonaria ter o controlo total do
Parlamento só faltou a presidência da Assembleia da República, que hoje
pertence a um membro do PSD que por acaso (e só por acaso ou disposição) não
é membro da maçonaria, é a deputada Assunção Esteves, que foi casada com um
maçon e que segundo a própria foi sondada várias vezes para se meter na
maçonaria - a peça do puzzle que aqui faltava é o antigo candidato à
Presidência da República, o tal das cambalhotas ou piruetas políticas,
Fernando pouco Nobre, cuja candidatura foi proposta pela ala mais à direita
do PS (onde se incluíam soaristas e socráticos), mas que o próprio candidato
perdido dentro do seu próprio ego ou deslumbrado pelas "luzes" do
seu cego e ambicioso "iluminismo" (não nos estamos aqui a referir a
outras seitas rivais e pseudo-herméticas e satânicas, como os "Illuminati"
ou a "cabala", só para referir algumas da moda, da hipocrisia e da vaidade
burguesa que nunca passou dificuldades neste mundo) burguês, viria mais tarde
a trair quando se vendeu ao PSD, ele não se traiu só a si mesmo, ele traiu a
cidadania, ele traiu um programa social que propunha a reforma ou mudança do
regime, ele (sobretudo) traiu todos aqueles que votaram na sua candidatura
presidencial (muitos deles pediram a devolução do seu voto ao ex-candidato
presidencial...) e também traiu o PS (esta foi a traição menos importante mas
também foi - paradoxo dos paradoxos! - a mais decisiva) e foi por causa deste
último caso, que o maçon burguês sem ética política e das cambalhotas pouco
nobres não teve o apoio dos maçons do PS.
Hoje, se o país não tem um
maçon (como já teve inúmeras vezes!) a presidir ao Parlamento deve este facto
(sem contar com a recusa do CDS e do seu líder que queriam desta forma fincar
a sua independência e não subalternação ao partido maior da coligação) de não
ter hoje um presidente da A.R. maçon a uma dor de cotovelo do PS!
Apesar deste momentâneo
falhanço "presidencial" da Maçonaria no Parlamento, isto, contudo,
também realça a questão de sempre: a Maçonaria quer o controlo total do país,
dos seus órgãos de soberania e das suas instituições!
Alguém honestamente dúvida
disso?
Os partidos do
regime (PS, PSD e CDS-PP) que têm “políticas de direita” e que fazem a gestão
do capitalismo, não só tem maçons, como são controlados pela Maçonaria (o GOL
no caso do PS que foi fundado pelos advogados do diabo desta seita, ao
contrário dos outros partidos socialistas e sociais-democratas clássicos
europeus que foram fundados pela classe operária).
Contudo o gangue
politico-financeiro em pior estado e mais infiltrado pela Maçonaria é o PSD,
cujo aparelho partidário está completamente controlado pela bairrista e
atrofiada elite antirregionalista do Porto cujos membros ligados diretamente
a interesses especulativos financeiros e empresariais fazem parte da
GLLP/GLRP (registe-se de que o caso que envolve a loja "Mozart"
desta obediência maçónico-satânica mais do que um escândalo do PSD e do seu
Governo, é um caso de polícia, porque revela o envolvimento da atual
liderança maçónica deste partido, o PSD, com empresas privadas, a
"Ongoing" e com a liderança dos serviços secretos portugueses que
desta forma e à margem da legalidade democrática atentam e conspiram com o
Estado) o que controla hoje o governo, o Estado, os bancos, as empresas e
este bando.
Só “à esquerda” é que não
há maçons, segundo dizem!
O PCP, o BE, o PCTP, o
POUS (e todos os outros grupos ou “partidos que se dizem de esquerda
tradicional e proletária” interditam (e bem!) a entrada de maçons nas suas
fileiras.
Se eles entram num partido
da esquerda autêntica (e na nossa comunidade, já agora para informação
pública) são logo expulsos, embora não perseguidos.
Porque um verdadeiro
socialista, comunista ou democrata (ou um comunitarista defensor do comunismo
primitivo e comunitário onde não há líderes nem uns mais iguais do que
outros, como é o caso da nossa comunidade) sabem que os valores revolucionários,
da justiça e duma sociedade igualitária, ou do poder popular, não se coadunam
e nada têm a ver com os valores burgueses e os vícios materialistas da
hipocrisia burguesa-satânica e da repressão capitalista das seitas maçónicas
que são baseadas no dinheiro, no poder, na riqueza, na exploração do trabalho,
no roubo legalizado e nas desigualdades sociais.
Um partido comunista ou da
esquerda popular e autêntica nunca poderia aceitar um maçon nas suas
fileiras, era como se aceitar um banqueiro, um capitalista, um criminoso.
Seria peixe fora de água.
É contranatura e quase
impossível de acontecer.
NÃO DEFENDEMOS AQUI COMUNISMO OU SOCIALISMO OU OUTRA COISA QUALQUER, SÓ AFIRMAMOS QUE NESSE PONTO SÃO COERENTES!
A cultura urbana burguesa
das classes médias e das elites nada tem a ver com a cultura urbana e
suburbana popular ou do proletariado, compreenda-se isto!
Uns têm dinheiro,
poder e vícios burgueses (são os exploradores e predadores sociais e do
capital movidos pela ganância e o materialismo), os outros cá em baixo, não
têm dinheiro, não têm poder e não têm vícios burgueses (os explorados, e
infelizmente, resignados na maioria dos casos).
Portanto, não há maçons
comunistas, nem maçons socialistas (nos socialistas naturalmente que não
podem ser incluídos os sociais-fascistas do PS e congéneres hipócritas que
vivem para o capital e fazem a gestão do capitalismo com suas políticas
governativas e comprovadamente de direita - o "socialismo" desta
canalha de filhos da puta e do capital são os salários milionários a encherem
as suas contas bancárias imorais) nem maçons revolucionários, assim como não
há comunistas maçons, socialistas maçons e esquerdistas maçons, o que há é
maçons oportunistas, hipócritas e gananciosos (gente desmesuradamente
egocêntrica e ambiciosa que gosta de ter os dois pés contraditoriamente nos
dois lados, só para alimentar o espelho da sua vaidade narcisista e as contas
bancárias - também é verdade que há desequilibrados mentais e psicóticos em
todo o lado) com os seus vícios burgueses e os seus complexos de
"esquerda", "socialistas" e "comunistas" a
legitimarem uma seita satânica de origem burguesa e elitista (alguns maçons
fazem recuar a "origem" da Maçonaria aos Templários e a outras
seitas pseudocristãs semelhantes, que como se sabe eram constituídas pela
baixa aristocracia, pela nobreza arruinada, por cavaleiros mercenários e por
pseudo-sacerdotes rendidos ao materialismo e sem espiritualidade, e não por
camponeses, artesãos ou outras classes do povo) e não-popular, não-proletária
e não-democrática.
Na
"fraternidade" dos "pedreiros" e "irmãos" da
Maçonaria de hoje (e de sempre) só entram os burgueses, advogados do diabo,
gestores corruptos da alta finança, os "notáveis" da sociedade burguesa-capitalista
e as prima-donas do espetáculo e do entretimento televisivo com seus salários
milionários ou reformas douradas, não entra o povo de baixo, nem o
trabalhador assalariado honesto, nem os revolucionários da sociedade
igualitária, nem operários metalúrgicos, nem os verdadeiros pedreiros que
trabalham no duro e têm salários baixos ao nível do ordenado mínimo.
As elite e as
classes-médias podem ter o poder e ser poder, mas não representam o povo
trabalhador.
Quanto aos
"valores" que a Maçonaria hipocritamente diz defender (mas não os
pratica!) da "igualdade, justiça, liberdade e fraternidade" e do
"universalismo" herdeiros da Revolução francesa, isso é coisa que
hoje toda a gente defende.
Aqui não há nada de
especial, defender o contrário é que era de estranhar, estúpido e suicidário,
não é assim? Desde democratas até alguns totalitários, da esquerda à direita,
da extrema-esquerda à extrema-direita, do centro-esquerda ao centro-direita,
do centro e do anti-centro, até muitos anarquistas e alguns fascistas
defendem tudo isso, porque de contrário nem eles nem a hipócrita maçonaria
que vive da sede de poder, do espelhar da vaidade e da ganância do capital
dos seus membros conseguiria legalizar-se, não é assim?
Ou será que é
exclusividade só da hipócrita e burguesa Maçonaria?
Quanto aos
"preconceitos" que alguns maçons hipócritas dizem sentir por parte
da maioria da sociedade, naturalmente que eles são "infundados".
Porquê?
As intrigas e os
assassínios políticos, o assalto às grandes empresas o controlo do aparelho
do Estado, os golpes militares e financeiros da 1º República (1919-1926) e do
pós-25 de Abril de 1974 (28 de Setembro, 11 de Março, 25 de Novembro ou o
mais recente 3 de Maio de 2011 ou a sua versão mais capitulacionista de 17 de
Maio, se calhar nunca existiram, nem se calhar há maçons em Portugal, os três
bandos do regime se calhar só têm lá gente "pura" e
"virgens" imunes ao canto do capitalismo.
Será que somos fantasistas
e escrevemos aqui alguma mentira? Nem uma!
Ou os portugueses são
estupidamente analfabetos, ou parece que em Portugal, há muita gente que
gosta de viver na mentira.
O silêncio, o
acomodamento, a resignação, o conformar-se, a desistência do país, a renúncia
à luta, a abdicação dos seus direitos, a aceitação da secular cultura do medo
imposta na sociedade pelas elites tugas ultraminoritárias, o não pensarem
pela sua própria cabeça, o "politicamente correto", o "não
sei" ou o medo da verdadeira mudança que o povo tem de fazer porque ele
povo mais tarde ou mais cedo vai ter de assumir o poder e ser dono do seu
destino e dos destinos do seu país hoje refém duma canalha elitista,
minoritária, corrupta e predadora, leva-nos a uma triste realidade e
conclusão: o português de uma maneira geral tem medo de se manifestar e de
lutar (abrimos aqui uma exceção aos poucos milhares de pessoas,
trabalhadores, revolucionários e sindicalistas que estão sempre nas ruas a
darem o seu corpo ao manifesto e a lutarem por um povo alienado e adormecido
que prefere estar em casa deitado no sofá ou a bater na mulher, nos velhotes
ou nos filhos em vez de virem para a rua lutar - mas estes heróis anónimos
são poucos e são sempre os mesmo, infelizmente).
O português parece que tem
medo da sua própria sombra.
Ou será que acham que é só
coincidência os três gangues do regime que levaram o país à ruína e à perda
humilhante de soberania serem controlados pela Maçonaria?
Não acordem, não...
Leiam bem os nomes e olhem
bem para os ordenados milionários e imorais dos boys, dos barões ladrões e
dos "anjos" da maçonaria, talvez assim já percebam a sua
"vocação"...
O atual governo de traição
nacional liderado pelo invertebrado primeiro-ministro a soldo do capital e do
estrangeiro, Pedro Passos Coelho, tem alguns ministros que são maçons e
membros da Maçonaria, o porta-voz do governo de coligação PSD e CDS-PP,
Miguel Relvas é outro maçon membro desta seita satânica que atenta contra o
Estado democrático.
Embora no passado, todos
os governos de Portugal tivessem ministros e secretários de estado maçons ou
membros da Maçonaria, foi no último governo do PS liderado pelo pior
primeiro-ministro tuga de sempre o aldrabão e maçon não assumido José
Sócrates, que a Maçonaria atingiu a sua maior influência de sempre.
Até alguma ralé,
principalmente as vedetazinhas e prima-donas televisivas do submundo do
espetáculo e do entretimento e os mercenários do futebol profissional e desporto
de alta competição que não produzem nada neste país, são membros ou podem ser
membros da Maçonaria.
Só pelo
"prestígio" improdutivo ou "estatuto" social que têm ou
deram ao país!
Um operário metalúrgico ou
um servente de construção civil a produzirem, a trabalharem no duro e a
"ganharem" um salário miserável muito próximo do salário mínimo
nacional de 500 euros, não entram na maçonaria porquê?
Por serem povo de baixo?
Por serem gente simples
sem dinheiro para alimentarem a vaidade ou os vícios burgueses?
Por serem vítimas da
exploração laboral e da injustiça social?
Ou por não mexerem os
cordelinhos dos interesses instalados neste país até ao mais alto nível e à
mais baixa moralidade?
No último governo de José
Sócrates (PS) e no de Durão Barroso (PSD) e só para não ir muito mais além,
casos como o da Universidade Moderna, o caso da Universidade Independente, o
caso do Freeport, o caso Face Oculta, o caso dos Sobreiros de Benavente, o
caso dos Submarinos de Portas e do governo de Barroso, o caso do BPN, o caso
do BCP, o caso Taguspark, o caso CTT, o caso Gebalis, o caso da Cova da
Beira, o caso Casa Pia (abrimos aqui um pequeno parênteses para um breve
esclarecimento: a Casa Pia, hoje uma instituição com uma vasta rede de
escolas, oficinas e habitações, fundada em 3 de Julho de 1780 como Real Casa
Pia de Lisboa pelo Intendente-geral da Polícia e magistrado da elite tuga,
Pina Manique, amigo do maçon Marquês de Pombal, no reinado da Rainha D. Maria
I, a louca, tinha por missão, segundo a propaganda oficial portuguesa,
"a promoção dos direitos e a proteção das crianças e dos jovens",
depois do período de pobreza que se seguiu ao Terramoto - seguido de maremoto
e de incêndios a grande escala que duraram dias segundo alguns cronistas da
época - de 1755 ocorrido em Lisboa, mas rapidamente se tornou numa casa onde
se praticavam abusos sexuais, agressões físicas e outras violações sobre as
crianças e os jovens filhos do povo e órfãos nela internados, por parte das
elites dirigentes da burguesia tuga e os estrangeiros a quem esta obedecia,
na prática, a Casa Pia era um centro de recrutamento de crianças e de jovens
inocentes para pedófilos e pederastas elitistas portugueses e estrangeiros,
muito pior se fez no passado do que se faz presentemente entre os seus muros
por casapianos e fora deles por ex-casapianos, é verdade, ou seja a Casa Pia
servia para alimentar a perversidade e a pederastia da pederasta e perversa
elite cobarde portuguesa que aproveitando-se da miséria do povo e do país,
abusava das suas crianças inocentes - foram séculos e séculos de abusos
cometidos e silenciados - e quantos elitistas foram condenados a pena de
prisão efetiva? - à exceção de um único porteiro, semianalfabeto, pedófilo e
pederasta, elitista até agora nenhum foi preso a pena de prisão efetiva!
Como exemplo repara-se na
palavra portuguesa "puto" que frequentemente ainda hoje se ouve em
todo o país adultos de forma inconsciente na grande maioria dos casos
chamarem a crianças portuguesas do sexo masculino, a palavra "puto"
pretende ter a intenção de chamar rapaz, menino ou criança do sexo masculino,
mas na realidade o verdadeiro significado da palavra "puto" é
prostituto, ou seja de facto a palavra "puto" é o masculino da
palavra puta que significa prostituta, aliás como ainda hoje acontece no
Brasil, onde chamar "puto" e puta é o mesmo que chamar prostituto e
prostituta, mas em Portugal o país de onde a palavra e a língua é originária
é que a palavra "puto" já não tem o seu verdadeiro significado
original, mas já o teve!
Porquê então dar então outro significado à palavra
"puto" diferente de prostituto e quando é que ele ocorreu?
Primeiro, o Brasil como
antiga colónia portuguesa conseguiu ou consumou a sua independência
oficialmente a 7 de Setembro de 1822, com o célebre grito de Ipiranga, perto
de São Paulo, o que significa que antes desta data em 1822 em Portugal o
significado da palavra "puto" era o original, ou seja era ainda
prostituto, e não como hoje acontece a significar miúdo, moço, rapaz, menino,
porque se em Portugal antes de 1822 já se usasse o significado que hoje ele
tem, então no Brasil a palavra "puto" também teria o seu
significado degenerativo de menino, rapaz ou criança do sexo masculino, e não
teria o significado original de prostituto como ainda hoje tem no Brasil.
Segundo, porquê a
degeneração da palavra ou a mudança de significado então?
Muito simples, esta
ocorrência aconteceu pouco depois de 1822 - só pode ter sido! - e das guerras
napoleónicas ou peninsulares ("ganhas" graças aos nossos
"aliados" ingleses que expulsaram os três exércitos napoleónicos,
na verdade o país perdeu quase tudo nos massacres perpetrados pelos exércitos
franceses contra os habitantes das aldeias das regiões mais do interior - não
nos esqueçamos que antes dos franceses invadirem o país, toda a elite
portuguesa - aristocracia e nobreza - abandonou o país e fugiu para o Brasil
deixando o povo a lutar e a sofrer sob a liderança dos ingleses que depois da
retirada ou expulsão dos franceses queriam por cá ficar a governar - como se
percebe a cobardia, a subserviência e a traição das elites tugas não é só de
hoje com Coelho ou com Sócrates, ela é de sempre, desde a fundação deste país
que as elites tugas fogem, roubam e traírem Portugal - e o país foi
completamente arrasado e saqueado pelos exércitos de Napoleão em retirada,
nem o tesouro real nem o tesouro das igrejas escaparam à barbárie francesa -
nunca antes o país e as suas regiões tinham conhecido uma invasão selvática
como esta, nem mesmo durante o período romano - quando no início do século
XIX e pouco depois de 1822, nos anos trinta ou por aí, parte da emergente
burguesia inglesa começou a instalar-se em Portugal, principalmente na cidade
do Porto, esta burguesia inglesa já nas ruas, fábricas e suas casas em
Inglaterra abusava dos filhos dos trabalhadores industriais ingleses que
miseravelmente vagueavam pelas ruas das grandes cidades inglesas (já para não
falar na vergonha do trabalho infantil, mas avancemos...), onde eram
desencaminhadas e abusados. Instalados estes ricos "senhores"
ingleses definitivamente em Portugal onde as crianças e filhos do povo
português ou das classes mais baixas ainda eram mais abandonadas, carenciadas
e miseráveis, e portanto alvos fáceis para a doentia doença e perversidade
destes pedófilos e predadores sexuais, só precisavam de uma "casa"
onde pudessem "normalizar" os seus gostos contranatura, nojentos e
cobardes, daí a cumplicidade primeiro da decadente aristocracia portuguesa e
depois da emergente elite burguesa portuguesa e não apenas só a burguesia
tuga do Porto.
As diferentes casas pias
já antes instaladas iriam servir os instintos contranatura, primeiro de
ingleses, holandeses, franceses e outros estrangeiros e depois da elite
burguesa portuguesa. Mas a situação de abusos contra crianças e jovens
inocentes chegou a ser tão chocante e escandalosa, que apesar de silenciada,
a própria Real Casa Pia do Porto fundada em 1792 pela aristocracia tuga para
satisfação do clero pederasta e da pedófila burguesia inglesa que controlava
à muito a indústria do vinho do Porto teve de ser fechada em 1837 tal era a
quantidade de escândalos e abusos sexuais perpetrados contra crianças
inocentes - os filhos do povo obrigados a vaguearem pelas ruas das cidades
miseráveis cheias de predadores e pedófilos elitistas e intocáveis, muito
embora oficialmente tenham sido referidas "outras" as razões para o
seu fecho.
Aquela "casa" no
Porto mais parecia um bordel de pederastia para pedófilos da burguesia tuga e
inglesa e do clero católico português da grande seita de Roma.
Instalada a burguesia
portuguesa no poder após as guerras monárquicas "liberais" opondo
absolutistas a "constitucionalistas", e clandestinamente numa
guerra-surda opondo a maçonaria regular inglesa à maçonaria irregular
francesa nas suas guerrilhas e intrigas na luta pelo poder, no Portugal de
então dos finais do século XIX, a elite tuga começa a abusar dos filhos do
povo trabalhador chamando a estes de prostitutos ou de "putos", que
é o verdadeiro significado da palavra, ou seja, toda e qualquer criança de
Portugal era um "puto", ou era um alvo para os perversos apetites contranatura
das elites tugas, mas tarde, no início do século XX já quase toda a população
portuguesa, ricos e pobres, elites e trabalhadores se tinham familiarizado
com o "novo" sentido da palavra, e de forma inconsciente começa-se
a denominar todas as crianças do sexo masculino de "puto" em vez de
menino, mas só "identificava" todos os meninos, rapazes ou crianças
inocentes do sexo masculino filhos do povo pobre e dos trabalhadores, que
eram à época, vistos como prostitutos e um alvo ou carne para alimentar a
doentia e vergonhosa pederastia da emergente elite burguesa portuguesa, que à
época era muito mais arrogante, poderosa e impune, daí chamar-se
"puto" a todas as crianças do sexo masculino, na verdade com o
sentido de prostituto.
O novo sentido da palavra
"puto" que hoje infelizmente ainda se mantém (o povo de baixo
utiliza esta palavra por ignorância sem contudo perceber o seu verdadeiro
sentido, que foi vulgarizado pelos pedófilos da então emergente burguesia
portuguesa do Porto) ou se quer dar em Portugal, confundido com a palavra
menino ou miúdo ou criança do sexo masculino, conservará contudo o seu verdadeiro
significado de prostituto que estará sempre subentendido - sendo a palavra o
feminino de puta, ela jamais poderá querer significar outra coisa no
português coloquial - e é bastante revelador da arrogância, da má formação
moral, da cobardia e da impunidade de uma elite predadora como o é a
portuguesa (mestiça de origem estrangeira), que tanto no passado como no
presente, nunca respeitou o seu povo nem os filhos dos trabalhadores, nem
amou Portugal, mas mais do que uma (tentativa de) mudança do sentido da
palavra, este novo sentido de "puto" é uma degeneração da moral
social e da decadência geral de Portugal.
Não há registo no mundo
ocidental e civilizado de uma elite nacional como é este o caso da porca,
pederasta, pedófila e cobarde elite portuguesa, e de forma generalizada - e
não em casos pontuais, como acontecia em Inglaterra no pós ou durante a
revolução industrial - ter tratado e violado tão cobardemente os filhos dos
trabalhadores e dos pobres do seu próprio país.
Ou seja, as crianças do
sexo masculino filhos do povo eram carne para canhão ou eram alvo dos
apetites contranaturas e predadores da perversa e degenerada elite tuga, os
membros destas elites tugas do passado e do presente, são como sabemos (a
insensibilidade, a impunidade e a arrogância social, assim como a
irresponsabilidade, a traição e a opressão governativa são comprovativo disso
mesmo) uns bastardos filhos da puta romano-latino e do cabrão
franco-germânico.
Ou julgam ainda os
portugueses que a Casa Pia foi criada como uma espécie de "segurança
social" dos mais pequenos quando os adultos e pobres na mesma época não
tinham sequer nenhuma segurança social em Portugal? Nada disso!
Nada que se lhe pareça.
Aliás Portugal foi o último país da Europa a ter segurança social, e só o
conseguiu graças ao 25 de abril de 1974 - foi esta a única verdadeira
conquista, porque a total democratização não se concretizou, falta a
Regionalização, falta a legalização de partidos regionais e sobretudo falta
um tribunal de ética política para condenar políticos corruptos e aldrabões
que quando no governo não cumprem as suas promessas eleitorais, caso de
Sócrates e de Coelho por exemplo - porque em 1974, toda a Europa ocidental e
democrática e toda a Europa do leste na órbita da antiga URSS já tinham à
muito segurança social e Estado social, hoje, e mais uma vez negativamente,
Portugal destaca-se por ser o primeiro país da Europa a querer destruir o seu
Estado Social, coisa que a Grécia em piores condições do que nós ainda não
fez.
No passado, como hoje no
Portugal pós-25 de Abril, foram dezenas de milhares de violações cometidas
por milhares de indivíduos (muitos deles estarão ainda vivos a gozarem a sua
reforma "dourada" e reconhecidos como "notáveis" da
sociedade) pederastas e pedófilos doentios (e não apenas meia dúzia como
alguns poderosos do regime e serventuários da comunicação social querem fazer
crer) de crianças inocentes perpetradas por predadores pederastas,
homossexuais e pedófilos da doentia e decadente burguesia portuguesa e
estrangeiros, mas nenhum foi preso a pena de prisão efetiva, porquê?
A pederastia e as
violações perpetradas por uma canalha elitista (política, empresarial e
cultural) que vive com toda a impunidade são protegidas até ao mais alto
nível da nação, onde os responsáveis destas instituições, onde governantes e
presidentes da república assobiam para o ar ou viram a cara para o lado como
se nada tivesse acontecido nestas "casas". Condenar meia dúzia de
pederastas não faz nenhuma justiça aos milhares de crimes praticados e
silenciados durante anos, décadas e séculos.
Este Portugal atrofiado e
violado pela sua própria elite não é um país civilizado, nem nada que se lhe
pareça ou que se aproxime disso, é mais uma vergonha, é um caso de
degeneração social numa sociedade doentia, com um povo resignado que teme a
luta e a verdade, vítima duma secular cultura do medo e das maiores agressões
e violações por parte da sua elite predadora, doentia, desonesta e cobarde de
origem estrangeira), o caso do Apito Dourado (este caso já a envolver diretamente
uma empresa privada - através do FC do Porto - que controla a FPF e a LPF, a
Olivedesportos e a máfia italiana que controla de facto através dos seus
agentes e dirigentes "desportivos" de clubes do norte - centro e
ilhas - e do seu apêndice de Aveiro do futebolzinho doméstico tuga... - pena
são as escutas telefónicas a comprovarem alguns dos crimes da compra de
árbitros, não serem prova criminal em Portugal, um caso raro no mundo da
"justiça" cega e das repúblicas bananas onde o crime compensa!) e
as "célebres" PPP's cheias de boys e barões ladrões têm todos um denominador
comum; a Maçonaria.
Quase todos os escândalos
empresarial-financeiros ocorridos em Portugal depois do 25 de Abril, envolvem
as maçonarias e os três bandos do regime!
E as atividades criminosas
da maioria dos seus membros infiltrados no aparelho do estado, nas polícias,
nos tribunais e nas empresas públicas e privadas.
Não admira pois que muitos
ministros do atual governo e muitos deputados do partido que lidera este
governo, silenciem as atividades maçónicas dos seus membros ou que deturpem
os inquéritos ou as sindicâncias às secretas que são depois transformados em
relatórios anedóticos (cujos textos nos fazem lembrar um qualquer guião da
revista à portuguesa do nacional-porreirismo ou do somos todos
"amiguinhos" até à próxima apunhalada nas costas e do protegemo-nos
uns aos outros - o "PS" Marques Júnior e o secretário-geral do SIRP
Júlio Pereira já deviam ter sido demitidos à muito tempo por exemplo - na
verdade os serviços secretos portugueses (que por exemplo já fizeram
vigilância aos principais líderes da nossa comunidade, ou pelo menos à
liderança d’O Bar do Alcides - eles dizem depois sempre que não...) e que
regularmente fazem vigilância e escutas à esquerda extraparlamentar em
Portugal precisam urgentemente duma limpeza geral desde o topo aos espiões cá
em baixo, aliás como precisa toda a sociedade portuguesa, nomeadamente as
instituições do Estado, os vários departamentos do poder central e local - a
mediocridade, a incompetência e a irresponsabilidade "profissional"
destes espiões ambiciosos e vendidos às empresas privadas e prostituídos ao
capital mas pagos pelo Estado à custa do trabalho produtivo dos trabalhadores
e a obediência cega aos bandos que controlam o governo, põem em causa a
própria democracia e a imagem internacional de Portugal hoje refém de três
gangues e de duas seitas satânicas - na verdade estes espiões das secretas,
assim como as chefias e altas patentes militares, os juízes e magistrados dos
tribunais fantoches e corruptos do regime e as diferentes polícias, desde o
corpo de intervenção , da GNR e do SEF até à PSP, passando pela PJ e o DIAP
com seus ordenados milionários e criminosos, não passam de uns lambe-botas,
eles não sabem fazer outra coisa para além de lamberem as botas dos
intocáveis do regime que como toda a gente já sabe são membros da corrupta
elite política do regime com os seus três gangues de malfeitores a espoliarem
impunemente o país das suas riquezas - de facto, estas guardas pretorianas e
corpos repressivos do regime são e funcionam na prática como uma nova PIDE ou
ex-DGS para manterem a impunidade da gatunagem da oligarquia das elites portuguesas
- esta elite política portuguesa por sua vez, não são mais do que os executantes
das políticas da nata parasitária e predadora da elite portuguesa (de remota e
recente origem estrangeira), empresários, banqueiros, economistas,
especuladores financeiros e imobiliários, que há muito tempo traíram e
viraram as costas a Portugal um país que nunca amaram nem respeitaram,
mostrando assim a sua ganância e ingratidão ao país e ao povo que os ajudou a
enriquecerem - lembram-se por exemplo do que Américo Amorim e o Alexandre
Soares do Santos os dois mais ricos de Portugal (entre muitos outros ricos e
gatunos) disseram e fizeram? pois é verdade, é assim o
"patriotismo" dos ricos e das elites tugas quando o país precisava
mais deles, para estes e para a canalha de serventuários e paneleiros do
governo e dos três gangues do regime são sempre o povo de baixo e os trabalhadores
que pagam as crises provocadas pelos roubos dos poderosos gatunos ricos e das
suas clientelas de gestores com salários milionários e criminosos acima das
reais possibilidades do país...) para darem um atestado de menoridade aos
cidadãos portugueses vítimas da seita que controla os governos deste país e
que mantém Portugal refém da sua criminalidade.
Até empresários,
banqueiros e milionários tugas piscam o olho à Maçonaria!
Não admira, pois todos
eles têm em comum, o facto de serem ricos e mal-agradecidos, de serem
arrogantes e malformados, de serem insensíveis e estúpidos, de serem
predadores e cobardes. A ingratidão que empresários (ricos e milionários) e
maçons demonstram para com o país (e os trabalhadores) que os ajudaram a
enriquecer, é bem demonstrativa da ruindade e da má-formação moral e social
desta canalha maçónico-elitista portuguesa que só obedece ao estrangeiro, ao
capital e ao satanismo (aqui expresso no materialismo burguês).
A Maçonaria como
organização elitista, minoritária, discriminatória e poderosa, que conspira
por dentro contra o estado, que funciona à margem da legalidade social e
democrática corrompe a sociedade e leva à perda de valores como a liberdade e
a justiça, usurpando a legitimidade da democracia cívica e participativa.
Muitos líderes maçons,
veneráveis, grãos-mestres ou até aprendizes, por vezes aparecem na
comunicação social a atirar areia para os olhos dos portugueses (graças aos
jornalistas punheteiros do regime que a maçonaria tem nos jornais e
televisões), repetindo até à exaustão os valores "maçónicos" da
"fraternidade, da democracia, da justiça, da liberdade", etc.
Valores que de facto não
são maçónicos nem nunca foram, mas que são valores sociais de toda a
Humanidade. hoje não há partido político, associação cultural, movimento
cívico que não defendam estes valores.
O que fica mal é uma
organização pretensamente "religiosa" (como eles dizem) que esteja
vocacionada para o capitalismo, para o materialismo burguês e os interesses
pessoais dos seus membros, seja secreta, secretina e conspire contra o estado
democrático (seja através do controle de várias instituições e do próprio
aparelho do Estado, seja através das suas lojas se terem transformado num
albergue de corruptos (caso de Isaltino Morais por exemplo), de criminosos
(caso da loja P2 italiana por exemplo), de fascistas (caso do norueguês
Anders Brevik por exemplo) e de elitistas partidários do capitalismo selvagem
e das injustiças sociais (a GLLP/GLRP está cheia de banqueiros, de
empresários, de juízes, de magistrados, de militares, etc, por exemplo).
E quando a Maçonaria (ou
as maçonarias) vem atirar ainda mais areia para os olhos do cidadão comum
dizendo que são uma organização "espiritual" ou que têm por
filosofia a "espiritualidade", então aqui com tanta mentira, ainda
criam mais anticorpos na sociedade entre o cidadão comum mais esclarecido -
em Portugal nem toda a gente é "tapada", muitos já sabem que a
"espiritualidade" da Maçonaria é a gatunagem, ou seja, assaltam os
bancos e as empresas privadas e do Estado por dentro e por fora.
Porque a Maçonaria (ou as
maçonarias) nunca foi uma organização nem uma seita espiritual nem nunca teve
qualquer espiritualidade!
Nem sequer tem ou teve
qualquer religiosidade!
E muito menos teria
espiritualidade.
E nem a espiritualidade ou
a religiosidade têm a haver com os valores da moderna sociedade humana
baseados na célebre máxima da "liberdade, da justiça, da igualdade e da
fraternidade".
Porque estes valores são
valores sociais do mundo profano e não do mundo sagrado ou religioso.
O mundo espiritual é
complementar ao mundo material, mas os seus valores são diferentes.
A Espiritualidade
significa o desapego ao poder ou à ilusão do poder material, significa o
abandono dos bens materiais e da riqueza, significa a renúncia e a imunidade
ao dinheiro, significa o repúdio da riqueza e do materialismo.
Qualquer pessoa sincera,
socialmente solidária, intrinsecamente aberta e pessoalmente honesta, e com
os mínimos conhecimentos de religião sabe isso.
A maçonaria é uma seita do
capital e circunstanciada ao poder.
O submundo ou o
"mundo" da maçonaria é um universo preso no caos do egoísmo e da
ganância, tão próprio dos políticos, dos empresários, dos banqueiros e dos
prostitutos do capital.
Eles crescem entre atores
e simuladores, entre políticos e manipuladores, entre prostitutos e
bajuladores, profissionais que são na "arte" da mentira e da
traição.
Eis o Maçon e as suas
legiões satânicas tão cheias do “pai encornado”.
Mas parece que os maçons
de hoje, de tanto "trabalharem" (à custa do saque!) para o espelho
da vaidade social nem se apercebem do ridículo e da pobreza moral e
espiritual dos palcos onde chafurdam cheios de bosta até à náusea, eles são
todos uns bandidos estúpidos e gananciosos que não compreendem isso.
Porque o ser maçon é exatamente
o oposto de ser espiritual.
Vamos a factos, as
maçonarias portuguesas estão cheias e entupidas de gente hipócrita, gananciosa,
ambiciosa, vaidosa, mentirosa, egoísta, egocêntrica e elitista.
Na maçonaria só há gente
agarrada ao poder, ao dinheiro e há riqueza material, assim como às drogas
que a moderna sociedade hiper-consumista e ultra-materialista dá (com
elevados custos humanos e ambientais àqueles que se deixam enganar, que vivem
alienados e que são escravizados) em troca das ilusões e da escravidão
social!
Do ponto de vista da
verdadeira espiritualidade ou do mundo sagrado a maçonaria só tem gente
perdida, canalha desencaminhada, autênticos predadores e criminosos sociais,
ditadores e tiranos de trazer por casa e até tem umas criaturas tão
egocêntricas e mázinhas que mais parecem diabinhos loucos à solta ou o
próprio Mafarrico!
A maçonaria só tem
elitistas, tem banqueiros, tem especuladores financeiros, tem empresários,
tem policias, tem militares, tem juízes, tem magistrados, tem prima donas do
mundo do espetáculo, tem mercenários do desporto ou da chulice profissional,
tem políticos aldrabões e corruptos que não hesitam em fazer mal ao próximo
quando estão no governo, numa autarquia ou numa empresa.
A Maçonaria não tem santos
nem mansos, só tem predadores e bandidos da alta sociedade agarrados ao
poder, ao dinheiro, ao materialismo e não ao mundo espiritual.
Nem mesmo hoje as grandes
religiões têm espiritualidade, quase todas elas têm apenas religiosidade (e
quando a têm, mas até isso já quase perderam), porque na maioria dos casos as
velhas religiões e os novos credos religiosos com seus membros cegos pela
ilusão do poder e rendidos ao capitalismo, em vez de ensinarem o homem
moderno a reconciliar-se ou a aproximar-se do mundo sagrado ou espiritual,
não, e bem pelo contrário afasta-o.
Isto é o que a Maçonaria
faz hoje em Portugal e no mundo, uma cambada de hipócritas, gatunos,
pecadores, aldrabões, corruptos vendidos ao materialismo, ao dinheiro, ao
capital, ao egoísmo, às desigualdades, à vaidade, com ordenados imorais e
milionários, enquanto o povo morre "fraternalmente" à fome e na
miséria das ruas.
De facto a Maçonaria
(entre muitas outras seitas modernas como a IURD, as Testemunhas de Jeová, os
Mórmons da ICSUD e a Igreja Maná por exemplo) se não personifica pelo menos
materializa o mal no mundo de hoje.
Se hoje as grandes
religiões e seitas não têm indiscutivelmente espiritualidade (poderão ter
ainda alguma religiosidade, mas até isso é discutível, porque quer
socialmente quer seja entre paredes é só hipocrisia e mentira) muito menos
seitas secretas e elitistas como a maçonaria com gentalha agarrada ao poder,
ávida de riqueza e dinheiro e prisioneira do seu próprio ego e onde o povo de
baixo ou de condição humilde e popular não tem direito a entrar poderia ter
qualquer "espiritualidade".
O Cristianismo por exemplo
há muito que perdeu a sua espiritualidade (salvo algumas exceções e ordens
monásticas fechadas onde os internos não têm contacto com o mundo exterior
profano) desde a inquisição e quando começou a demonizar o mundo pagão com os
seus dogmas, preconceitos e fogueiras, desde que se tornou religião de Estado
e acumulou cada vez mais riqueza e terras que o Cristianismo está moribundo e
corrompido (ou ainda há estúpidos neste mundo que pensam que o anticristo que
está sentado no trono de Roma vestido de seda e coberto de ouro, que vive do
luxo e com todas as regalias e condições do materialismo burguês é algum
líder espiritual?
Ele e os seus bispos com
ordenados milionários pode ser um líder religioso, mas nunca será um líder
espiritual - a verdadeira espiritualidade está em dar a nossa única camisa a
um mais necessitado seja conhecido ou estranho e assumir voluntariamente a
pobreza renunciando ao materialismo (que na verdade personifica o mal que
vence o bem, muito embora estas definições possam ser discutíveis em alguns
meios) do mundo de hoje! - o dar a nossas roupas que deitamos fora não
significa absolutamente nada - porque a pessoa que "dá" ou deita
fora roupa que tem em demasiado não renuncia à sua riqueza material, e vive
no luxo, do luxo e para o luxo da comodidade burguesa!
Quando o papa e todos os
pedres e sacerdotes "cristãos" desta seita inventada por Pedro e
por Paulo - e não criada por Cristo - andarem seminus a pedirem nas ruas, sem
casa nem vícios burgueses, sem egos inchados nem orgulhos, sem pertenças nem
propriedade privadas em sincero voto de pobreza, então sim, nós acreditaremos
na sua espiritualidade sem folclore, sem hipocrisia nem mentiras).
Saliente-se que não se
pode confundir a pobreza social (que é involuntária e tem por origem as
desigualdades e injustiças sociais (por exemplo num país rico, não há
corrupção nem pobreza - o objetivo duma sociedade igualitária ou socialista é
eliminar totalmente a pobreza e que todas as pessoas tenham exatamente os
mesmos direitos, deveres e salários, ou seja nunca haverá desemprego nem
haverá ordenados imorais e milionários) que se encontra no mundo profano e
materialista que se alimenta da ilusão da riqueza, do poder e do prazer
efémero, com a pobreza sagrada do mundo espiritual (porque esta é voluntária
e assumida apenas individualmente - um exemplo disso são os do Hinduísmo ou
dos diferentes ritos e crenças da Religião Eterna) o que implica
obrigatoriamente o desapego aos bens materiais, o combate contra a ilusão do
mundo material, o ignorar do poder e sobretudo (este é o elo mais difícil de
quebrar por parte de qualquer ser humano) o renunciar à família e aos seus.
Na verdade a
"pobreza" espiritual significa riqueza (não material!) e sabedoria,
porque embora difícil e só ao alcance de poucos (99,9% da população mundial
não vive ou não sabe o que é a verdadeira espiritualidade nem o que ela significa)
é a via mais simples e sincera de alcançar a espiritualidade (deus ou o
conhecimento), ou seja, de conseguir saber-se o verdadeiro sentido da vida e
o porquê do nosso grãozinho de poeira cósmica que dança na terra ao sabor dos
deuses mas que se reencontra com a eternidade após a morte ou o casamento
cósmico que o torna parte da consciência cósmica.
Bom, avancemos porque aqui
tratamos de outra questão...
O Islamismo nunca foi no
verdadeiro sentido (social) do termo uma religião, o Islão é guerra, é estado
de sítio permanente, é conquista material, é morte, ódio, vingança, miséria e
injustiça, é um manto repressivo que esmaga e aniquila a diversidade e não aceita
nem tem o amor ou o perdão (salvo a exceção do sufismo místico) e deixa impune
a riqueza dos poderosos.
Fundado por um comerciante
oportunista e materialista (que fora criado por um tio que era líder tribal,
e que mais tarde fez o golpe do baú e se casou com uma viúva rica) que teve
inúmeras prostitutas e um exército de mercenários que fez continuamente a
guerra aos povos vizinhos, o Islão ou os muçulmanos de hoje nunca poderia ter
espiritualidade (e não tem!) apesar de ser uma "religião" (é o
termo que eles próprios utilizam) simples e por isso de fácil aceitação
popular e de existirem seitas e escolas que misturam ritos maometanos com os
de outras religiões (qual é a religião mesmo sem espiritualidade, cujos
sacerdotes ou imanes prometem cem putas no céu a um assassino depois de este
matar inocentes? qual é a religião que obriga uma mulher a andar pelas ruas
dentro de uma prisão toda vestida de negro? qual é a religião que prega a
vingança e a discriminação? qual é a religião que em vez da fé no amor ou do
livre arbítrio utiliza a arma do punhal, da bomba ou do medo para conquistar
um "fiel"? - só mesmo uma pobre seita satânica de analfabetos sem
espiritualidade o faz!).
O Judaísmo nunca teve
espiritualidade (exceto em algumas comunidades na antiguidade, como foi o
caso dos Essénios), aquilo é só agiotagem e controlo da riqueza total!
Hoje, os judeus (cujo povo
original e "eleito" de deus já desapareceu) controlam as grandes
empresas, a economia mundial e o capitalismo, só para beneficio de uma elite
rica ultraminoritária e para alimentar a máquina de guerra do Estado sionista
de Israel em guerra contra o mundo.
O Budismo (salvo algumas
ordens) também já se deixou corromper à muito pelo mundo material (basta ir à
China, ao Japão, à Tailândia, etc., os fiéis só rezam pela riqueza material e
por mais dinheiro, sejam pobres ou ricos!).
Os budistas de hoje, são
os maiores inimigos, traidores e renegados do budismo espiritual que no
passado teve um verdadeiro código de conduta social, esta religião cujo fundador
Iluminado (o Bodhisatva) e vencedor de si mesmo (este sim um autêntico líder
espiritual, tal como o Cristo histórico e não cristão que deu a sua vida por
um povo que ainda hoje não se cansa de o crucificar todos os dias!) renunciou
ao trono do seu reino, à riqueza, às comodidades do mundo materialista e à
família, de forma a partilhar o sofrimento humano cujas causas não
compreendia até abraçar a pobreza e libertar-se da ilusão do mundo material.
O Hinduismo (incluindo o
Tantrismo e o Sikismo) apesar de toda aquela pobreza dos seus fiéis também já
perdeu a sua espiritualidade à muito tempo, aquilo é só religiosidade e folclore
à semelhança do que se faz em Portugal (pese embora as diferenças entre as
religiões) nas igrejas, romarias ou outras festas religiosas. Nas outras
seitas e religiões modernas, também se passa o mesmo.
No Paganismo, no Animismo,
no Druísmo renascido ou reconstruído, também se passa o mesmo na maioria dos
casos, a espiritualidade (que implica necessariamente o completo desapego ao
mundo material e um sincero amor ao próximo e respeito por todos os seres
vivos) só existe em casos individuais muito raros.
Tudo depende da
honestidade, sinceridade e formação moral do individuo que se venceu a si
mesmo e está imune à ilusão do mundo material.
A espiritualidade não é
para todos, infelizmente é só para alguns, porque a natureza humana ou do
homem não o permite.
O homem moderno vencido
pelo materialismo e pelo seu próprio egoísmo, não consegue ver para além do
seu próprio umbigo.
Apenas conhecemos o caso
duma religião no mundo que conserva (na prática diária!) os valores da
espiritualidade: o Jainismo cujos membros não comem seres vivos, não mentem
ao próximo, não aceitam a violência, não possuem nada, vivem em total
desapego material e andam com o mínimo indispensável de peças de roupa ou seminus,
sem abandonarem o mundo profano e sem corromperem a sua espiritualidade.
Onde está a
espiritualidade dos satanistas, corruptos e bandidos com seus ordenados
milionários da Maçonaria?
Na maçonaria só há
elitistas e bosta burguesa (pelo menos até hoje - eles que nos mostrem um
maçon do povo de baixo que seja um verdadeiro pedreiro ou trolha, um
carpinteiro, um camponês, um copeiro, um cantoneiro, um telefonista, um
empregado de balcão, um servente da construção civil, um ardina, etc., etc.,
por exemplo.
Tem alguém do povo de
baixo? Nem um é maçon!), na maçonaria só há hipocrisia e vaidade, na
maçonaria só há ganância e agiotagem, só há mentira e corrupção dos valores
morais, a solidariedade deu lugar ao egoísmo por exemplo. Na maçonaria só há
bosta burguesa e sem espiritualidade, gente rendida ao capital, perdida pelo
dinheiro e desencaminhada pela ganância ou pela glória pessoal) e não tem
qualquer sentido a máxima da "fraternidade, justiça, liberdade, igualdade"
quanto mais a "espiritualidade"!
Mais fácil é um camelo
entrar pelo buraco de uma agulha, do que a espiritualidade se aproximar duma
loja maçónica ou um maçon (podre de rico e pobre de valores morais) entrar no
reino dos céus!
A nós povo não nos
interessa os secretos rituais pseudo-religiosos, artificialistas e satânicos
desta seita materialista e elitista de uma fação da hipócrita e antipatriótica
burguesia portuguesa vendida ao capital e ao estrangeiro, para nós povo
lusitano (assim como para todos os outros povos nativos e regionais de
Portugal, ou até para o cidadão português comum, anónimo e honesto) o que
mais nos preocupa é a conquista do poder político-económico, é o centro de
decisão do poder se ter deslocado do Parlamento ou do Governo para as
reuniões secretas de uma seita elitista sem legitimidade popular e
democrática, é a sua infiltração nas mais altas instâncias do Estado e nos
sectores mais importantes da sociedade portuguesa, e o seu total controlo
sobre os órgãos de decisão do país que assim está refém e sob controle desta
seita que o atrofia e destrói!
Por tudo isto e muito mais
é urgente que a Maçonaria ou as maçonarias (com as suas inúmeras lojas ou
ramos) como sociedades secretas criminosas e mafiosa-satânicas (nós entendemos
ou materializamos o satanismo moderno como o capitalismo, o materialismo, a
ganância, o egocentrismo, a ignorância, a vaidade, a riqueza, a injustiça, a
repressão, a mentira, etc., etc.) e seitas medievais aburguesadas ao
capitalismo selvagem e à usurpação do poder democrático (roubado do povo)
sejam ilegalizadas (já que não se podem extinguir de fora...), que os seus
membros sejam julgados e que lhes seja interdita qualquer atividade política
ou função no aparelho do Estado em Portugal.
E de preferência em todo o
mundo.
A Idade Média já devia ter
acabado, assim como a cultura do medo e a impunidade social de uma elite da
gatunos e mentecaptos. É urgente que os órgãos de soberania do Estado e
principalmente que as instituições do Estado (como é o caso dos tribunais)
façam uso do seu poder, provem a sua independência face ao poder político e
tenham a verdadeira coragem de interditar as atividades ou ilegalizar
imediatamente as maçonarias existentes em Portugal, como é o caso do GOL e da
GLLP/GLRP, entre outras que possam existir e que atentam contra o estado de
direito e que desvirtuam a democracia portuguesa que devia ser baseada na
representatividade, na legitimidade do voto universal e na participação cívica
de todos os seus cidadãos.
Mais ainda, que todos os
mais de 4000 membros das maçonarias (outras fontes dizem que serão cerca de
20.000 os maçons em Portugal) sejam investigados, julgados e (se provadas as atividades
ilícitas e criminosas) condenados pelos seus crimes de associação criminosa e
interditos de exercerem qualquer atividade política, judicial e profissional.
E já agora, repita-se, é
necessária igualmente a ilegalização dos principais bandos
político-financeiros do regime (PS, PSD e CDS-PP) assim como das suas
sucursais juvenis (JS, JSD e JC - é aqui que se formam e "educam"
os futuros carrascos, corruptos e corruptores ao serviço das elites tugas e
do capital, cuja ânsia de poder e ganância de capital acabará por destruir e
atrofiar definitivamente Portugal!) que tanto mal e danos fizerem neste país
com as suas sucessivas desgovernações e que permitiram ou que abriram as
portas aos membros da Maçonaria, de forma a que estes "notáveis" e
"doutores" da fação "iluminada" burguesia portuguesa
conquistassem definitivamente o poder em Portugal.
Entenda-se também que os
verdadeiros pedreiros livres e trabalhadores de Portugal e que ergueram este
país (hoje ameaçado por esta canalha da elite tuga), aqueles que trabalham na
construção civil, nas fábricas e que produzem e enriqueceram para o país,
estão interditos de entrar nestas seitas elitistas burguesas e ligadas ao
capital especulativo internacional da Maçonaria.
Não se compreende como é
que num país pretensamente democrático ou num Estado de direito se permita a
existência de grupos, de bandos, de carteis mafiosos e politico-empresariais
como o são as maçonarias que são de facto um autêntico estado dentro do
próprio Estado e que atentam contra o mesmo Estado, e por outro lado não se permita
a legalização de partidos regionais e locais que dariam mais
representatividade à democracia, que enriqueceriam a sociedade e que
permitiriam a total democratização do país com a sequente Regionalização ao
serviço dos povos e não de clientelas mafioso-políticas e
económico-financeiras.
O estado geral de
decadência e de quase bancarrota em que foi deixado o país nas últimas
décadas por culpa de uma elite política corrupta e duma elite
económico-financeira antipatriótica (caso dos banqueiros, do "pobre"
milionário Américo Amorim ou, como aconteceu - mas não nos surpreendeu porque
nós já conhecemos a verdadeira natureza ou "raça" destes elitistas
tugas, além disso, quem tem muito dinheiro ou quem ama o dinheiro e a riqueza
material não tem pátria, ou melhor, a sua "pátria" é o capital -
mais recentemente, o caso do empresário Elísio Alexandre Soares dos Santos
presidente do grupo Jerónimo Martins que prefere "patrioticamente"
pagar impostos no estrangeiro do que no seu próprio país (o seu grupo pagava
de IRS em Portugal 25%, agora continua a pagar 25% mas só 15% em Portugal e
10% na Holanda "amiga" (ou seja, o grupo empresarial deste filho da
puta vai financiar o sector público da saúde e da educação na Holanda,
enquanto em Portugal este mesmo "patriota" do capital diz estar
contra o sector público português, saúde e educação inclusive - alguém duvida
do "patriotismo" deste oportunista que é "só" o 2º
homem mais rico, depois de outro sacana de nome Amorim ser o mais rico de
Portugal?
Alguém duvida que o mal de
Portugal foram sempre as suas elites antipatrióticas sociais, políticas,
culturais, financeiras e empresariais? ainda há cidadãos neste país que não
percebem esta gatunagem de ricos que enriqueceram à custa do país e da
exploração dos trabalhadores mal pagos e que depois mostram a sua
"gratidão" ao país indo pagar impostos em países "amigos"
estrangeiros em vez de os pagarem no país que os ajudou a enriquecer? - pobre
Portugal com estas elites de filhos da puta e de bandidos agiotas do grande
capital que nos rouba e empobrece!) , entre muitos outros empresários
"patriotas" tugas) que teve como consequência o endividamento, a
centralização, a subserviência e a desertificação humana e social de
Portugal, é a prova de que a maçonaria pelo mal que os seus
"irmãos" (sic!!!) do gamanço fizeram em Portugal já controlam todo
o estado e detém todo o poder neste país. Portugal já sabe quais são os
interesses instalados que "incomodam" o governo, o patronato e o
sector privado, mas que com a "ajuda" destes pretendem a total
liquidação do país ou pelo menos a substituição do Estado social pelo Estado
arbitral, como já está o governo do invertebrado Coelho a fazer, desde as
leis laborais à Saúde, desde a Educação às empresas públicas.
Portugal não é
um país grande, e também não é um país pequeno.
Portugal não é um país rico,
e também não é um país pobre.
Portugal hoje nem sequer é um país.
Portugal é
um beco sem saída.
Portugal é hoje uma terra queimada,
atrofiada, ressecada, atrasada, saqueada, violada e destruída.
Com um povo (na verdade
povos) reprimido, desnacionalizado, semianalfabeto, ignorante, miserabilista,
sem autoestima, sem saúde, sem educação e condenado ao definhamento, à
pobreza, à miséria, ao atrofiamento, à depressão, à marginalidade, à
emigração e a desaparecer.
A culpa desta triste
realidade cabe inteiramente e quase exclusivamente à sua elite portuguesa de
(remota e recente) origem estrangeira ferozmente antipatriótica, extremamente
predadora e profundamente corrupta que se está marimbando-se para os
interesses do país e o sofrimento do seu povo.
Melhor dizendo, a
comprovada (e infelizmente não reconhecida) culpabilização das elites
políticas (governantes), sociais (magistrados e juízes) e
económico-financeiras (gestores e empresários) e dos seus gangues partidários
e maçónicos não é apenas uma expressão da microcefalia e da mediocridade
elitista existente na sociedade portuguesa onde impera a corrupção (países ricos não tem
corruptos a governá-los), a traição (governantes que preferem estar em incumprimento
para com o seu próprio povo do que para com os "amigos"
estrangeiros não viabilizam um país) e a secular cultura do medo (que com a
"ajuda" da igreja vergou os povos nativos até à perda das suas
identidades), porque o povo de baixo, o cidadão honrado e anónimo, parte dos
trabalhadores assalariados, também não estão isentos da uma pequena culpa.
Porque deram o seu ouro
aos bandidos. Porque através do seu voto (nem o facto de terem sido enganados
os desculpabilizam) sufragista durante décadas e décadas que foi cega e
estupidamente dado de mão beijado a três gangues político-maçónicos acabaram
por legitimar o Portugal refém dos seus gangues mafiosos e financeiros, o
mesmo Portugal lapidado pelos países "amigos" a soldo do capital.
E hoje mesmo, em vez de
lutarem nas ruas, resignaram-se à mentira da propaganda elitista (cujos
irresponsáveis e corruptos desgovernantes e serventuários na sociedade e no
aparelho do Estado prostituídos ao capital pede ao povo e aos seus
trabalhadores "união", "patriotismo", "solidariedade"
e "trabalho" quando eles próprios não fazem isso!), recusam aceitar
a dura realidade e desistiram do país. Se bem que à Maçonaria como seita burguesa-satânica
elitista não lhe possa ser imputada a responsabilidade por todos os males do
país, mesmo assim ela é parte do mal ou do cancro que vai minando e devorando
Portugal até à sua destruição.
Não é pois por acaso, que
a maçonaria está hoje na liderança dos principais gangues do regime que estão
a destruir o Estado-social e o Estado-nação como vingança da elite tuga mais
elitista, mais reacionária, mais intolerante, mais corrupta, mais
intransigente, mais predadora e mais antipatriótica contra a pequena
liberalização que foi de fato o 25 de Abril de 1974 (na verdade foi mais uma
normalização social que colocou o país ao nível dos noutros países europeus
com tradições democráticas) que embora traído pelo PS (maçónico e
capitalista!) durante o PREC de 1974/75, atinge hoje em 2011/12/13 o seu clímax
com um novo PREC da MAPP (Maçonaria Anti-Patriótica Portuguesa) através das
medidas e políticas de agressão do governo mais antipatriótico, mais
subserviente, mais repressivo e mais estúpido de sempre e de toda a história
de Portugal, desde o néscio de ignorante e cabeça de nabo ministro da
economia Álvaro dos Santos Pereira, substituído entretanto pelo não menos
subserviente de capitais externos Pires de Lima, até ao ultramedíocre
primeiro-ministro da traição nacional, Pedro Passos Coelho.
A bem da democracia e da legalidade do Estado de
direito, o Bar do Alcides em nome da População Portuguesa exige a imediata ilegalização da Maçonaria e
a interdição das suas lojas de terem qualquer atividade em Portugal.
Acabemos de uma vez
por todas com estes bastardos da Maçonaria-Financeira ligada aos três gangues do
regime que estão a destruir Portugal!
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O Bar do Alcides é o ponto de encontro de todos aqueles que estão insatisfeitos com o atual "ESTADO DA NAÇÃO PORTUGUESA" e que querem desabafar enquanto bebem um copo. O Bar do Alcides é editado por portugueses não-maçons que estão exilados no Rio de Janeiro e São Paulo no Brasil. Aqui a MAÇONARIA não é de todo benvinda!
Bem-Vindos a "O Bar do Alcides"!
* O Bar do Alcides não faz favores a ninguém!
* É apolítico e imparcial!
* Todos os portugueses são vítimas da MAÇONARIA, que continua destruindo a nossa Nação!
* É apolítico e imparcial!
* Todos os portugueses são vítimas da MAÇONARIA, que continua destruindo a nossa Nação!
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Pela imediata ilegalização da Maçonaria em Portugal.
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Sou contra...
ResponderEliminarSou contra a maçonaria, mas também sou contra a sua ilegalização.
Só porque ela saiu da semi clandestinidade em que vivia no tempo da outra senhora, nos é possível saber quem eles são e por onde andam.
Se for ilegalizada, deixará de dar sinais exteriores de vida e nós ficaremos sem saber quem eles são e por onde andam...
Também sou contra a ilegalização. A irmos por aí, também teria de ser ilegalizada a opus dei.
ResponderEliminarÉ verdade que há maus exemplos mas também verdade é que há bons.
Quem tem a capacidade para julgar quem faz opções filosóficas ou religiosas?