Bem-Vindos a "O Bar do Alcides"!

* O Bar do Alcides não faz favores a ninguém!
* É apolítico e imparcial!
* Todos os portugueses são vítimas da MAÇONARIA, que continua destruindo a nossa Nação!

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

José Luís Arnaut - o almofadinha oportunista do PSD que enriqueceu desmesuradamente com a CORRUPÇÃO!









 

"José Luís Arnaut nomeado para alto cargo no Goldman Sachs"

 

Porquê? Quais as razões?

 

* O que vale Arnaut?

 

* O que tem José Luís Arnaut que o Goldman Sachs tanto precisa




Advogado
CMS Rui Pena & Arnaut
Rua Sousa Martins, 10
1050-218 Lisboa, Portugal
T +(351) 210 958 100
F +(351) 210 958 155
joseluis.arnaut@cms-rpa.com


José Luís Arnaut tem desenvolvido a sua atividade predominantemente nas áreas do Direito da Propriedade Intelectual, com especial incidência no domínio do Direito das Patentes, Marcas, Nomes de Domínio, Novas Tecnologias e Direito da Concorrência.

Sócio fundador da CMS Rui Pena & Arnaut. 

É desde 1992 Mandatário Europeu de Patentes junto do Instituto Europeu de Patentes (Munique). 

Desde 1996 é Mandatário Europeu de Marcas junto do Instituto de Harmonização do Mercado Interno da União Europeia (Alicante) e Agente Oficial da Propriedade Industrial, junto do I.N.P.I. – Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

Em 1996 integrou a Comissão de Acompanhamento e Revisão do Código da Propriedade Industrial e entre 1998 – 1999 foi Membro da Comissão de Revisão do Código da Propriedade Industrial.

É desde 1999 Deputado à Assembleia da República. 

Foi Ministro-adjunto do Primeiro-Ministro (José Manuel Durão Barroso) entre 2002 – 2004 e Ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional (2004 – 2005).

Foi Presidente da Comissão de Negócios Estrangeiros da Assembleia da República (2005 – 2008) e é desde 2009 Presidente da Comissão Parlamentar de Defesa Nacional da Assembleia da República.

Formação Académica
  • Licenciado em Direito pela Universidade Lusíada de Lisboa, obteve o Diplôme d´Études Superieures Spécilisées em "Accords et Propriété Industrielle", do CEIPI – Centre d'Études Internationales de la Propriété Industrielle, Universidade Robert Schuman em Strasbourg.
  • É desde 1991 membro da Ordem dos Advogados Portugueses.
Membership
  • Membro de várias associações internacionais relacionadas com a sua área de prática, nas quais já ocupou cargos de destaque.
    Algumas das associações a que pertence: INTA (International Trademark Association), AIPPI (Association Internationale pour la Protection de la Propriété Industrielle), FICPI (Fédération Internationale de Conseils en Propriété Industrielle), ECTA (European Communities Trade Mark Association) e PTMG (Pharmaceutical Trade Marks Group).
  • Membro da ABA - American Bar Association desde 1996.
Reconhecimento
  • Band 1 - Intellectual Property - Chambers Europe 2013
    "Practice head José Luis Arnaut impresses interviewees with his trade marks expertise, responsiveness and pragmatic approach.
    "He is very practical and fast," remarks a client."
  • TMT - Chambers Europe 2013
    "Practice head José Luís Arnaut is the main point of contact."
  • Intellectual Property - Legal 500 2013
    "‘One of the best for IP’, CMS maintains a ‘top-notch and international’ practice. The ‘commercially minded and approachable’ José Luís Arnaut has ‘impressive legal knowledge’. ‘A first-choice practitioner in Portugal’, Arnaut leads a team which ‘analyses every subject in deep detail’."
  • TMT - Legal 500 2013
    "José Luís Arnaut’s team at CMS advises on data protection, privacy, e-commerce, advertising and software matters.
    Arnaut is ‘very experienced’."

O ex-ministro-adjunto de Durão Barroso, José Luis Arnaut, foi nomeado para o conselho consultivo internacional do banco norte-americano Goldman Sachs, indicou nesta sexta-feira o banco.

José Luis Arnaut, que foi também ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional no Governo de Santana Lopes (entre 2004 e 2005) e secretário-geral do PSD, irá ser fazer parte de um grupo de consultores onde está integrado, por exemplo, o ex-presidente do Banco Mundial, Robert Zoelick.

Em comunicado, Robert Zoelick, que preside ao grupo de 17 consultores de que José Luis Arnaut fará parte, diz que o ex-governante “traz um vasto conhecimento e experiência em Portugal, assim como na Europa, Médio Oriente e África”.

Arnaut será membro do conselho de administração do conselho consultivo internacional do Goldman Sachs.

O Goldman Sachs anunciou esta sexta-feira, 10 de Janeiro, que José Luís Arnaut é o novo membro do conselho consultivo internacional do banco.

As funções do português passam por “fornecer conselhos estratégicos sobre uma série de negócios, regiões, políticas públicas e questões económicas, em particular sobre Portugal e os países africanos de língua portuguesa”, revela o comunicado emitido.

José Luís Arnaut vai integrar um grupo de 18 membros, que é presidido por Robert Zoellick, ex-presidente do Banco Mundial.

José Luís Arnaut “traz elevados conhecimentos e experiência” sobre Portugal, bem como a Europa, Médio Oriente e África. “É excelente” para o conselho consultivo internacional do Goldman Sachs a integração do português, refere Zoellick, citado em comunicado.

O “Expresso” adianta que Arnaut é o primeiro português a assumir este cargo no Goldman Sachs e que vai substituir Mario Monti, ex-primeiro-ministro italiano.

Sob a sua “alçada” ficará o mercado do sul da Europa, países do Médio-Oriente, a África francófona e ainda Angola e Moçambique, acrescenta o jornal.

O “Expresso” adianta que Arnaut já teve um papel no Goldman, na oferta pública de venda dos CTT, com o banco a ficar com 4,998% do capital.

O jornal diz ainda que nas negociações dos swaps com o Estado, a firma de Arnaut, CMS Rui Pena & Arnaut (RPA), representou os interesses de bancos como o Goldman Sachs e o JPMorgan.

Arnaut é advogado e já ocupou vários cargos políticos em Portugal. Foi ministro-adjunto do primeiro-ministro no Governo liderado por Durão Barroso, entre 2002 e 2004, e ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional no Executivo liderado por Santana Lopes, entre 2004 e 2005.

José Luís Arnaut foi ministro de Durão Barroso e de Santana Lopes. Anda nos corredores do poder há muitos anos e teve direito, claro está, a uma comenda. Nos tempos em que parecia que Arnaut se dedicava à política, era uma espécie de Relvas que sabia ler e escrever. Mais polido do que o aprendiz de Tomar, dedicou-se a uma das mais antigas profissões das democracias: fazer uma ponte entre o mundo dos negócios e o Estado, quase sempre com vantagem clara para o primeiro. Era e continua a ser, usando alguma liberdade de linguagem, um facilitador.

A Rui Pena & Arnaut, sociedade de advogados de que é um dos sócios, esteve ligada à privatizações da REN e da ANA e envolvida na fracassada privatização da TAP. Nunca sendo muito claro de que lado joga, como foi o caso da REN, onde o escritório tinha como cliente da Rede Elétrica Nacional e, em simultâneo, participava na elaboração das propostas de lei de base e diplomas regulamentares do novo enquadramento legislativo nos sectores da energia. Essa é, aliás, uma das funções destes escritórios: autênticos órgãos não eleitos de produção legislativa para o Estado, sem qualquer verdadeira fiscalização de conflitos de interesses. A RPA também participou nas negociações dos swaps com o Estado e representou os interesses da Goldman e da JP Morgan.

Resumindo: o escritório de José Luís Arnaut é, com mais um ou outro, uma placa giratória onde os interesses de alguns políticos mais ambiciosos e empresários que dependem de decisões do Estado se cruzam, num emaranhado de cumplicidades em que se perde o rasto de quem representa quem e mais não se pode fazer do que escrever, com cuidado, em textos como este, o que toda a gente sabe: que por ali se faz o que a democracia não deveria tolerar.

A ida de José Luís Arnaut para a Goldman Sachs não me choca rigorosamente nada. Não se pode dizer, desta vez, que alguém mudou de campo. É apenas a conclusão lógica de toda uma carreira. Fazer lá fora o que já se faz cá dentro é o que se lhe pedirá, como administrador não executivo daquele gigante bancário, com participação tão ativa na crise financeira que o mundo vive hoje. Servir de apoio para os principais clientes em todo o mundo, é o que fazem estes administradores. Traduzindo para a realidade: sacar das agendas de contactos e pô-las a render. E a agenda de Arnaut será pequena quando comparada com a de alguns senhores que lhe farão companhia.

É isso mesmo que lá fará Otmar Issing. O alemão foi, como membro da Administração do Bundesbank e do Banco Central Europeu, um dos principais arquitetos dum Euro mal parido e da catastrófica política monetária europeia. Ou Robert Zoellick, que, depois de trabalhar no Departamento do Tesouro dos EUA, foi para a Goldman Sachs, da Goldman Sachs para a presidência do Banco Mundial e do Banco Mundial regressou para a Goldman Sachs. No meio, trabalhou para a Enron e teve, como representante dos EUA, um papel central nas negociações para a entrada da China na Organização Mundial de Comércio. Ou Lord Griffiths, antigo conselheiro de Margaret Thatcher, grande amigo, na política, dos interesses da banca e autor da ideia de que devemos "tolerar a desigualdade [promovida pelos brutais bónus dados aos banqueiros] como uma forma de atingir a maior prosperidade para todos". Ou o antigo ministro das finanças sueco, o social-democrata Erik Asbrink, um dos autores dum código de ética empresarial.

Mas os caminhos paralelos dos organismos públicos, da burocracia europeia e internacional e da Goldman Sachs são tantos que um texto não chegaria. Basta lembrar Peter Sutherland, ex-procurador-geral irlandês, comissário europeu para a concorrência e com um papel central no vergonhoso resgate à banca irlandesa. Homem que foi diretor não executivo do Royal Bank of Scotland, até este colapsar e ser, claro, nacionalizado. Chegou a diretor não executivo da Goldman Sachs. Ou Mario Draghi, atual presidente do Banco Central Europeu. Antes de regressar ao Banco de Itália foi, entre 2002 e 2005, vice-presidente da Goldman Sachs. Ou o falecido António Borges, que foi responsável do FMI para a Europa e conselheiro do governo português para as privatizações (algumas das que Arnaut também participou). Foi vice-presidente da Goldman Sachs. Ou Mario Monti, primeiro-ministro italiano nunca eleito (e que, depois, nas urnas, não conseguiu mais do que 10%). Foi conselheiro sénior da Goldman Sachs. Ou Petros Christodoulou, que, à frente Banco Nacional da Grécia (privado), e com a ajuda da Goldman Sachs, participou num esquema para esconder o défice do Estado antes da crise rebentar. Começou a sua carreira na Goldman Sachs e a última vez que ouvi falar dele estava à frente da agência governamental da dívida pública grega.

Resumindo: em todos os momentos fundamentais da desregulação económica e financeira do mundo e da Europa e da transformação do projeto europeu no monstro que hoje conhecemos encontramos gente da Golman Sachs. Generais, como Otmar Issing, Zoellick, Griffiths, Draghi ou Monti. Ou soldados, como Arnaut. Porque um dos ramos fundamentais da atividade deste colosso é a compra da democracia, pondo os Estados a decidir contra os seus próprios interesses, roubando o sentido do nosso voto e entregando o poder que deveria ser do povo a quem tem dinheiro para o pagar. São um verdadeiro partido invisível, um poder acima das nações que regula as nossas vidas independentemente das nossas vontades. Privatiza o que é nosso, vende lixo aos Estados, armadilha leis, governa em favor de poucos e premeia quem lhe preste vassalagem.

 

VER LINKS SOBRE O NEGÓCIO DOS SUBMARINOS.

 

“The Portuguese POCALYKO Gate” or Why Europe is Bankrupt!

 

"What is the relationship in the U.S. Michael Pocalyko, General Dynamics, Jose Luis Arnaut, the Durao Barroso, Tecnia the Erdevl Europe, LGT, etc.?"







O QUE É O GOLDMAN SACHS? 









quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

A Maçonaria quer ficar com as obras de Joan Miró do ex-BPN.






O maçônico José Magalhães, ex-Secretário de Estado da Administração Interna que gastou uma fortuna em obras maçônicas à custa do erário público e que tem uma casa numa ilha paradisíaca aqui no Brasil no Estado da Bahia, quer ficar com as obras de Joan Miró a todo o custo. 

Para quê?

Será que quer fazer obras de remodelação na sua casa da praia?



O PS vai apresentar uma providência cautelar para impedir que o Governo venda em leilão internacional a coleção de 85 obras de Joan Miró proveniente da nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN).
 

"Esgotados os passos no quadro parlamentar e face à ausência de respostas do Governo às questões sucessivamente formuladas e aos requerimentos apresentados, o PS decidiu partir para uma providência cautelar, intentando uma ação judicial para evitar que esse espólio artístico neste momento português seja vendido em leilão na próxima semana", declarou a ex-ministra da Cultura Gabriela Canavilhas.


Em declarações aos jornalistas, no parlamento, a deputada do PS adiantou que essa iniciativa destina-se a "evitar que o interesse público seja lesado".


O deputado socialista José Magalhães referiu que a providência cautelar será apreciada com caráter de urgência pelo contencioso jurídico português e, consequentemente, que a [leiloeira] Christie's será informada que o ato que eventualmente praticasse "seria incerto e de risco".


"Vamos divulgar em especial junto da imprensa britânica e espanhola a existência desta iniciativa e das suas consequências face à lei portuguesa. Vamos interagir com o movimento de cidadãos (aliás, de diversos partidos políticos e independentes) no sentido de que seja cumprida a lei e não possa prevalecer a irresponsabilidade", declarou o ex-secretário de Estado dos governos de José Sócrates.


Ex-Procurador Geral da República defende o ANONIMATO DOS PEDÓFILOS.



 

A MAÇONARIA DEFENDE A PEDOFILIA E O SEU ANONIMATO

 

Base de dados de pedófilos é perigosa, diz Pinto Monteiro



O ex-procurador-geral da República, Pinto Monteiro, considerou hoje "perigosíssima" a medida anunciada pela ministra da Justiça sobre a criação de uma base de dados que referencie os pedófilos e predadores sexuais.

"É uma medida popular, que agrada à população, mas, se formos a analisá-la, é extremamente perigosa e ameaçadora da vida privada", disse Pinto Monteiro, que falava no final da cerimónia de abertura do ano judicial, realizada na quarta-feira, em Lisboa.

O anterior procurador-geral da República sublinhou que todas as pessoas se "inquietam com a pornografia e com a violência", mas que, se se analisar a criação de uma base de dados de pedófilos, se verá que a medida é perigosa.

Quanto à referenciação de pedófilos e a criação de um sistema de referenciação de "predadores sexuais", a ministra Paula Teixeira da Cruz prometeu que serão seguidas as "melhores práticas, revisitando as medidas preventivas e corretivas em vigor", mas não precisou pormenores sobre o projeto, que, aliás, não é novo e já foi discutido, no passado, quando da polémica em torno da Casa Pia.

por Lusa, publicado por Filipa Ambrósio de Sousa

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

A Maçonaria CORRUPTA E MAFIOSA está enfiada na Saúde Portuguesa!

 

Parcerias Estado suporta mais de metade das receitas do Espírito Santo Saúde.

 

Mais de 50% das receitas da empresa Espírito Santo Saúde advêm dos cofres do Estado.  

 
 
De acordo com o Jornal de Negócios, as receitas provêm dos subsistemas de saúde públicos, das parcerias público-privadas e de outras verbas, que permitem a sustentabilidade da empresa com alguns riscos associados.
 
 
Do total dos 279,5 milhões de euros decorrentes das vendas e serviços prestados pelo Espírito Santo Saúde (ESS) nos primeiros nove meses de 2013, 53,8% vieram direta ou indiretamente dos cofres do Estado, avança o Jornal de Negócios. 
 
 
Destes, 29,5% dizem respeito aos subsistemas de saúde pública, como a ADSE, SAD e ADM, 22,7% têm origem em parcerias público-privadas (PPP) - no caso, o Hospital Beatriz Ângelo, em Loures - e 1,6% advém dos proveitos decorrentes de contratos e convenções com o Serviço Nacional de Saúde para reduzir as listas de espera.


No total, o Estado permite à empresa liderada por Isabel Vaz garantir a sua subsistência nos moldes em que esta funciona, já que representa mais de metade dos rendimentos, mas com riscos que lhe estão associados.


“O Estado pode rescindir unilateralmente e a todo o tempo o contrato de PPP por razões de interesse público ou (…) implementar uma especial sobre as PPP (…) e as pressões orçamentais sobre o Ministério da Saúde podem afetar os rendimentos a receber do Hospital Beatriz Ângelo, que a ESS gere em parceria com o Estado”, alertou fonte ligada à empresa, em declarações ao Jornal de Negócios.


Além disso, existe o perigo de os funcionários públicos desistirem dos subsistemas públicos de saúde, o que, associado aos restantes fatores, pode por em causa o lugar do ESS como líder no mercado privado de saúde em termos de rendimentos e o segundo lugar como operador privado, a seguir ao grupo José de Mello Saúde.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O Bar do Alcides em 2014 estará regressando em FORÇA!

Caros amigos e seguidores do nosso blog "O Bar do Alcides" - BOM ANO DE 2014!

Depois de mais um interregno forçado por questões de logística e de segurança dos criadores e editores do blog, o Blog Bar do Alcides vai regressar este ano de 2014 em FORÇA e com mais INFORMAÇÃO BOMBÁSTICA!

Os maçônicos corruptos e mafiosos portugueses que se CUIDEM!

Quando é que se cria um imposto que incida sobre estas empresas?

Quando é que se cria um imposto que incida sobre estas empresas? 







 
 
- O conjunto de empresas abaixo indicadas mudou a sua sede para Holanda,
Luxemburgo, San Marino e outros países, para fugir aos seus deveres de cidadania
e, assim, não entregar nos cofres do Estado Português milhões de euros de impostos, na precisa altura em que homens, mulheres e crianças sangram com o peso dos impostos até mais não.

 

Por outro lado, foi aprovado pela A.R., em tempo oportuno, sem votos contra de
nenhum deputado de qualquer partido, da esquerda à direita, um conjunto de normas
fiscais onde, por uma divida de IRS, IVA, Imposto Selo, retido e não entregue, de valor
igual ou superior a 7.501,00€, o cidadão é acusado de um crime lesa-majestade,
 
 
Não pagando 7.501,00 €, podemos ser acusados de ter praticado um crime contra o Estado e podemos muito bem ir parar à prisão.
 
 
Não pagando milhões de milhões de euros de impostos, és recebido pelos PR, PM,
Presidente da Assembleia da República, com beijos e abraços e considerado um
mecenas.

Vejam esta discriminação vergonhosa: o cidadão comum paga cá com língua de palmo, eles não;
 
estão isentos, por deslocalização. São as imparidades do regime dos ricos.

Relação das empresas que  fogem de cá e pagam lá:

• Cimpor - Empresa de produção de cimentos (Os donos são os nossos irmãos brazucas, não gostam nada de pagar impostos cá no burgo, gostam de entregar a colecta lá no centro da Europa.)

• Cofina - empresa de comunicação social , é dona do “Correio da Manhã, o diário desportivo “Record”, “Jornal de Negócios”, os jornais gratuitos “Destak” e “Metro”, a revista de informação “Sábado” bem como outros títulos, entre os quais “TV , Guia”, “Flash!”, “GQ”, e “Automotor”, bem prega Frei Tomás faz o que ele diz, não faça o que ele faz, é gente patriota, só e quando o magano do dinheiro fica em cima da mesa,é que lá se vai o patriotismo)

• Inapa - empresa de distribuição de papel
 
• Novabase - empresa de informática
 
• ParaRede - empresa de informática
 
• Soares da Costa - Empresa de construção civil
 
• Altri - Empresa de produção papeleira e energético
 
• Banco Espírito Santo - Empresa de finanças e investimentos (Capitais do Clâ Espirito Santo)
 
• Banco Português de Investimento - Empresa de finanças e investimentos
 
• Banif - Empresa de finanças e investimentos
 
• Brisa - Empresa concessionária de auto-estradas
 
• EDP - Empresa de produção e distribuição de electricidade ( Capitais Luso/China), até os chineses gostam de não pagar impostos)
 
• EDP Renováveis - Empresa de produção de energias renováveis (Capitais Luso/China, até os camaradas gostam de fugir aos impostos)
 
• Galp - Empresa petrolífera e de combustíveis

• Jerónimo Martins -Empresa de grande distribuição maioritariamente distribuição alimentar (Capitais do clâ Soares dos Santos, o homem até comprou por 30 dinheiros o patriota do António Barreto)

• Mota-Engil - Empresa de construção civil (Capitais do clã António da Mota e o CEO é Jorge Coelho, Chief Executive Officer que designa o mais alto cargo executivo, outro grande patriota)

• Portucel - Empresa de comercialização de papeis de alta qualidade

• Portugal Telecom - Empresa de telecomunicações e de multimédia ( Quem manda é o duo Granadeiro/Zeinal Bava, dois grandes portugueses)

• REN - Empresa de geração e de distribuição de electricidade (Luso/Chinesa, quem mandam são os chineses, pessoas de bem, democratas de rija tempera...)

• Semapa - Empresa de produção de cimentos
 
• Sonae Indústria - Empresa de administração de recursos próprios (Capitais do clã Belmiro de Azevedo, o Miguel Vasconcelos ao pé desta família era um santo homem, e mesmo assim foi morto pela populaça)
 
• Sonae - Empresa de indústria de matéria-prima, distribuição e venda de alimentos, administração de centros comerciais, turismo construção, telecomunicações, transporte e capitais de risco (Capitais do clã Belmiro de Azevedo, grande apoiante monetário da eleição do actual Presidente da Republica) - diz-me com quem andas, dir-te-ei quem ès!
 
• Sonaecom - Empresa de comunicação social, telecomunicações, Internet e informática (Capitais do clã Belmiro de Azevedo - é gente com pronuncia do Norte, gente boa, boa gente, em Angola chamam a esta gente os "Bumbas"... )
 
• ZON - Empresa de distribuição de multimédia (Capitais luso-angolanos do clã José Eduardo dos Santos)

• Media Capital - empresa de comunicação social (Aqui está a TVI , capitais luso/espanhois, bem prega Frei Tomás), detem os seguintes titulos: TVI,TVI24, TVI Internacional, TVI Ficção, TVI, Rádio Comercial, Star FM,Cidade FM,M80.,Best Rock FM,Vodafone FM,Mix FM,Cotonete; Imprensa,Lux,, Lux Woman, Maxmen; Internet, IOL,Portugal Diário,Agência Financeira, MaisFutebol.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Portugal Telecom, Oi e a Grande Irmandade da Corrupção Luso-Brasileira












A quem interessa a "FUSÃO" da Portugal Telecom com a Oi Brasileira?

A MUITA GENTE MENOS A PORTUGAL E AOS PORTUGUESES!!!



Vejamos algumas abordagens de políticos conhecidos pelo seu triste passado de CORRUPÇÃO.


1º) Paulo Campos, PS, ex-Secretário de Estado que foi um dos RESPONSÁVEIS pelas PPP ruinosas para Portugal.

"Paulo Campos defende que fusão da Oi com PT é o melhor que se podia ambicionar. A Portugal Telecom é, para o antigo secretário de Estado, uma empresa “excelente”. Mas não tem escala, pelo que o negócio com a brasileira Oi é uma boa notícia. Até os consumidores portugueses deverão vir a ganhar, defende. Paulo Campos não conhece os detalhes da operação mas lembra que a "golden share", que já não existe, poderia ajudar nas conversações para a fusão. O antigo secretário de Estado das Comunicações do Governo de José Sócrates, Paulo Campos, considera que a operação de fusão entre a Portugal Telecom e a brasileira Oi é “o melhor que se podia ambicionar”. Para o deputado socialista, era certo que, apesar de a operadora nacional ser uma “excelente empresa”, não teria espaço para crescer. “A PT não tem capacidade para, por si só, se impor no mercado global”, disse Paulo Campos em declarações ao Negócios. É nesse sentido que a operação anunciada esta quarta-feira aos mercados é a melhor alternativa, segundo o deputado que, contudo, falou em nome pessoal e não do partido. “Senão, a PT iria crescer ligada a outros mercados”, alertou. Em 2010, quando se deu o processo de compra e venda de negócios entre a PT e a Telefónica (com Vivo e Oi), “já se ambicionava que a operadora tivesse escala”, segundo o antigo governante, que tutelava as Comunicações quando a venda da Vivo à empresa espanhola foi chumbada devido às acções especiais (“golden shares”) que o Estado tinha na PT. Paulo Campos defende que, sem essa utilização das “golden shares” que viriam, na sequência desse processo, a ser consideradas ilegais por Bruxelas, "ter-se-ia amputado a PT". E, agora, relembrou, não há "golden share", o que poderia ter, porventura, aumentado o poder negocial da PT nas conversações para a fusão. Ainda assim, Campos ressalvou que não conhecia os detalhes da operação. Sérgio Monteiro, actual secretário de Estado com a tutela das Comunicações, não quis responder em declarações aos jornalistas sobre a eventualidade de haver uma "golden share", argumentando que não faz sentido opinar sobre algo que viola o direito comunitário. Consumidores podem ganhar com operação? “Vejo a operação como um corolário lógico da qualidade das empresas em Portugal”, continuou Paulo Campos, sublinhando não apenas do ponto de vista do crescimento mas também na perspectiva técnica. Já para os consumidores, Paulo Campos defende que poderá ser uma boa notícia porque, exemplificou, fazer uma encomenda a uma empresa chinesa para 5 milhões será mais dispendioso do que fazer para 100 milhões de consumidores. “Os benefícios serão captados supostamente pelos consumidores portugueses”, concluiu".


2º)  Henrique Granadeiro, "testa-de-ferro" dos Grupos Maçónicos Corruptos BES e ONGOING.

"O presidente executivo e 'chairman' da Portugal Telecom, Henrique Granadeiro, explicou hoje à empresa a proposta de fusão com a brasileira Oi, referindo que o objectivo é criar uma operadora de raiz lusófona para todos os falantes de português. Num 'email' interno a que a Lusa teve acesso, Henrique Granadeiro anunciou a "criação de um operador de telecomunicações multinacional de matriz lusófona e ambição global", sublinhando que a empresa não terá presença apenas em Portugal e no Brasil. "Não seremos apenas uma empresa com presença no Brasil e em Portugal, mas sim uma empresa de raiz lusófona que tem por base os 250 milhões de falantes de língua portuguesa", refere no documento interno. A Portugal Telecom anunciou hoje, em comunicado divulgado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), uma proposta de fusão com a operadora brasileira de telecomunicações Oi -- da qual a PT é a maior accionista -- para criar uma nova entidade. Segundo lembrou Granadeiro, o objectivo de criar uma operadora para a lusofonia já estava na base da parceria estratégica realizada com a Oi em 2010. "Há cerca de três anos, quando evoluímos a nossa presença no Brasil de um operador móvel para um operador integrado, demos mais um passo na consolidação da nossa opção de crescimento num dos mercados de telecomunicações com mais potencial a nível mundial", afirmou. A intenção, acrescentou, tem por base o "imperativo de crescimento por forma a assegurar a independência do projecto industrial", sendo que a concretização da fusão visa "alcançar benefícios de escala, partilhar melhores práticas, potenciar iniciativas de pesquisa e desenvolvimento, desenvolver tecnologias, diversificar serviços, maximizar sinergias, reduzir custos e criar valor accionista". No email enviado hoje de manhã aos colaboradores da PT, Henrique Granadeiro refere que Zeinal Bava será o presidente executivo da nova entidade, considerando que "é a pessoa certa para liderar este novo projecto", já que realizou "com sucesso a transformação tecnológica e de mercado da PT" e assumiu "recentemente a presidência executiva da Oi". A concretizar-se a fusão, Henrique Granadeiro será vice-'chairman' da nova empresa."


3º) Zeinal Bava, o oportunista que fez todo o trabalho de sapa do Henrique Granadeiro a favor dos Grupos Maçônicos Corruptos BES e ONGOING.

 
"Zeinal Bava diz que “receitas da empresa após fusão serão de 37,5 mil milhões de reais” e que as duas empresas em conjunto vão ficar no “top 20” mundial. As sinergias poderão superar os 5,5 mil milhões de reais, admitiu. O CEO da Oi, e que assumirá a presidência executiva da nova empresa, diz que a implementação desta operação de fusão será feita “o quanto antes”. "Estamos mobilizadíssimos", diz Zeinal numa teleconferência, referindo-se à sua equipa de gestão e ao conselho de administração. “A PT e a Oi ficarão entre as vinte maiores empresas mundiais”, adiantou Zeinal Bava durante a conferência, acrescentando que a operadora “parte com 100 milhões de clientes, o que coloca [a empresa] como uma das maiores empresas do sector mundial”. No que respeita a receitas, Zeinal Bava diz que, após a fusão o volume de negócios consolidado será de 37,5 mil milhões de reais (12,3 mil milhões de euros). Zeinal Bava considera que sinergias de 5,5 mil milhões de reais são “perfeitamente exequíveis”. “Tal como alguns analistas já disseram esta manhã, este nível de sinergias de 5,5 mil milhões de reais (1,8 mil milhões de euros) é perfeitamente exequível”. Foi precisamente este valor que a PT colocou como estimativa no comunicado onde anunciou a fusão. “Podemos mesmo dizer que fomos um pouco conservadores nesta estimativa”, admitiu. “A equipa de gestão será integrada, vai gerir todos os nossos activos, estiverem eles onde estiverem, sob a tutela apenas de um conselho de administração”, acrescentou Zeinal Bava durante a conferência."
 
------------------------------------------
 
"As operadoras de telecomunicações Portugal Telecom e Oi (Brasil) assinaram hoje um acordo de intenções para a fusão das duas empresas, e das holdings da operadora brasileira, constituindo uma entidade única liderada por Zeinal Bava. "A PT, a Oi, a AG Telecom Participações , a LF Tel e respectivas holdings assinaram a esta data um acordo de intenções o qual define os princípios essenciais para uma proposta de fusão", refere um comunicado hoje divulgado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
A nova empresa, CorpCo, só avançará depois de a fusão ser aprovada por todos os accionistas das operadoras portuguesa e brasileiras, além de um aumento de capital na ordem dos 2,3 a 2,7 mil milhões de euros e à aprovação das entidades de regulação. A transacção, refere o documento, está prevista para o primeiro semestre do próximo ano. As empresas explicam que a fusão surge na sequência da aliança estabelecida em 2010, ano em que a PT entrou na Oi, após a venda da participação que o grupo português detinha na brasileira Vivo à operadora espanhola Telefónica, por 7,5 mil milhões de euros. A participação na Oi permitiu à PT permanecer no mercado brasileiro, uma das suas grandes apostas. A PT tem uma participação de 23,6% na Oi e a Oi tem 10% da PT. O presidente executivo da nova empresa será Zeinal Bava, actual presidente da PT.

O Conselho de Administração para o primeiro mandato de três anos será composto por Alexandre Jereissati Legey, Amilcar Morais Pires, Fernando Magalhães Portella, Fernando Marques dos Santos, Henrique Manuel Fusco Granadeiro, José Maria Ricciardi, José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha, Nuno Rocha dos Santos de Almeida e Vasconcellos, Rafael Luís Mora Funes, Renato Torres de Faria e Sergio Franklin Quintella. José Mauro Mettrau Carneiro da Cunha e Henrique Manuel Fusco Granadeiro assumirão, respectivamente, o cargo de Presidente e de Vice-Presidente do Conselho da empresa. 

Uma fusão entre a PT e a Oi irá resultar na criação de um operador de telecomunicações "líder", que cobrirá uma área geográfica com cerca de 260 milhões de habitantes e cerca de cem milhões de clientes. Além disso, "antecipa-se que a Combinação de Negócios irá gerar sinergias no valor actual líquido estimado de 1,8 mil milhões de euros". Para a concretização da fusão, a Oi "propõe a realização de um aumento de capital em dinheiro e em bens, com um mínimo de 7 mil milhões de reais (2,3 mil milhões de euros), com o objectivo de melhorar a flexibilidade do balanço da CorpCo". Com a fusão concluída, os accionistas da PT deverão ficar com 38,1% do capital da CorpCo, uma participação minoritária, e terão direito de voto. As acções da CorpCo, depois de concluída a operação, serão negociadas nas bolsas de Lisboa, São Paulo e Nova Iorque. O comunicado de hoje refere que, "com base nas cotações médias ponderadas pelo volume das acções da PT e da Oi nos 30 dias anteriores ao anúncio, uma acção ordinária da Oi será trocada por 1 acção da CorpCo, uma acção preferencial da Oi será trocada por 0,9211 acções da CorpCo, e uma acção da PT será trocada por um número de acções da CorpCo equivalente a 2,2911 euros (a emitir ao mesmo preço do aumento)".
Além da aprovação dos accionistas, a fusão e o aumento de capital ficarão também sujeitos à autorização das entidades de regulação portuguesas e brasileiras."

 ---------------------------------------------

Comentários d' O Bar do Alcides

ALTA TRAIÇÃO À PÁTRIA LUSA.

Há quem muito ganhe com a fusão da PT com a Oi, e esses caras são Zeinal Bava (PT), Henrique Granadeiro (PT/BES), Ricardo Salgado (BES), José Maria Ricciardi (BES), Nuno Vasconcellos (Ongoing) e TODA A MAÇONARIA CORRUPTA DE PORTUGAL E DO BRASIL, que está envolvida neste ROUBO. O povo português esse, só perde e muito.

São nestas operações financeiras de ROUBO À NAÇÃO que maçons corruptos como Luís Montenegro, Miguel Relvas, Nuno Vasconcelos, Jorge Silva Carvalho, etc., etc. ficam pôdres de ricos.

Em Portugal TUDO o que é PT (Fixo, Móvel, TV) é para DESLIGAR.

Portugal e Portugueses NÃO VÃO PAGAR A CORRUPÇÃO LUSO/BRASILEIRA!

TODOS OS PRODUTOS DA PT (Fixo, TMN, UZO, MEO, etc., etc.) LIXO COM ESSA BOSTA.

Portugal e os Portugueses deverão RECUSAR-SE A PAGAR A CORRUPÇÃO NO BRASIL.

Os corruptos mafiosos do crime organizado e legalizado do Brasil AGRADECEM a fusão entre a PT e a OI.

TELEMAR - OI - PT, ou para onde vai o dindin dos Portugueses da PORTUGAL TELECOM. 

http://revistaforum.com.br/blogdorovai/2013/08/23/lula-e-lulinha-sao-bilionarios-a-esquerdista-forbes-diz-que-nao/