É a primeira visita de um líder do parlamento português à China em mais de uma década e ocorre no ano em que os dois países assinalam o 30º aniversário do estabelecimento das relações diplomáticas.
Além do homólogo chinês, Wu Bangguo, Jaime Gama vai encontrar-se com o presidente da Conferência Política Consultiva do Povo Chinês, Jia Qingling.
Vitalino Canas (PS), António Almeida Henriques (PSD), Agostinho Lopes (PCP) e Nuno Magalhães (CDS/PP) são os deputados que integram a comitiva do presidente da Assembleia da República.
A delegação portuguesa visitará a província de Shandong na quinta-feira, regressando sábado a Portugal.
O último presidente da Assembleia da República que visitou a China foi Almeida Santos, em Maio de 1997.
Portugal e a República Popular da China estabeleceram relações diplomáticas em Fevereiro de 1979.
Trinta anos depois, o relacionamento político bilateral é considerado «excelente».
Numa mensagem ao seu homólogo português no 30º aniversário das relações diplomáticas, o Presidente chinês, Hu Jintao, manifestou «alto apreço» pelo papel de Portugal na União Europeia e disse que «apesar das diferenças», os dois países «não têm nenhum conflito de interesses fundamentais».
A transição de Macau para a administração chinesa, em Dezembro de 1999, é vista em Pequim como «um bom exemplo de solução de questões legadas pela História».
No plano comercial, porém, verifica-se uma «grande assimetria» e um contínuo agravamento do défice comercial português, realçou o embaixador de Portugal em Pequim, Rui Quartin Santos, numa recente entrevista na capita chinesa.
Segundo a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), em 2008, as exportações portuguesas para a China somaram 182,9 milhões de euros, mais 1 por cento que no ano anterior, enquanto as importações da China ultrapassaram os 1,4 mil milhões de euros, um aumento de 26,2 em relação a 2007.
Lusa / SOL
O Bar do Alcides é o ponto de encontro de todos aqueles que estão insatisfeitos com o atual "ESTADO DA NAÇÃO PORTUGUESA" e que querem desabafar enquanto bebem um copo. O Bar do Alcides é editado por portugueses não-maçons que estão exilados no Rio de Janeiro e São Paulo no Brasil. Aqui a MAÇONARIA não é de todo benvinda!
Bem-Vindos a "O Bar do Alcides"!
* O Bar do Alcides não faz favores a ninguém!
* É apolítico e imparcial!
* Todos os portugueses são vítimas da MAÇONARIA, que continua destruindo a nossa Nação!
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terça-feira, 5 de maio de 2009
DN de 05.05.2009: Portugueses são os mais tristes da Europa.
Os portugueses são dos cidadãos mais tristes e desmotivados da Europa e só os povos de leste da Hungria e Bulgária têm valores semelhantes.
Tudo isto porque Portugal já foi, em termos de crescimento, ultrapassado por todos os países da Europa, segundo o britânico The Economist.
De acordo com uma sondagem publicada, hoje, no jornal inglês The Economist, 92 por cento dos portugueses vêem a situação económica como má, 95 por cento estão deprimidos e mais de metade estão descontentes com a vida que levam.
Portugal não sentiu um “boom” económico como aconteceu em Espanha e na Irlanda mas existem algumas razões para estar mais animado.
Os exportadores portugueses estão a apostar em novos mercados com especial incidência em Angola, onde um crescimento por ano superior a 10 por cento garante aos investidores portugueses boas perspectivas de negócio.
Além disso, a maioria das instituições financeiras portuguesas evitou activos tóxicos o que lhes permite agora não estar dependente de apoios do Estado.
Por último, Portugal está na vanguarda da produção de energias renováveis.
Investimentos na ordem dos 14 mil milhões de euros vão criar 22 mil empregos até 2020, altura em que o país será capaz de produzir mais de 60 por cento da sua electricidade através de energia limpa.
Tudo isto não é, no entanto, suficiente para estimular um povo que assiste a um péssimo desempenho da economia ano após ano.
As previsões económicas para este ano, actualizadas ontem pela União Europeia, apontam para um défice orçamental de 6,5 por cento e uma taxa de desemprego superior a 9 por cento, valores que sobem para 6,7 por cento e 9,8 por cento respectivamente em 2010.
Para piorar a situação, o país teve, durante a última década, um crescimento muito abaixo da média europeia: longe de uma aproximação aos países de referência, Portugal já foi ultrapassado por todos os países da Europa.
Segundo o jornal inglês, os problemas do país são, na sua génese, domésticos e não globais.
Assim, para melhorar o seu desempenho, Portugal precisaria de leis do trabalho mais flexíveis, menos burocracia, uma força de trabalho mais qualificada e maior competitividade.
Não obstante todos os problemas, segundo a mesma publicação, José Sócrates vai continuar no poder ainda que venha a perder a maioria absoluta.
O actual primeiro-ministro também tem as suas razões para não estar feliz.
O “Caso Freeport”, escândalo de corrupção no licenciamento de um centro comercial na altura em que Sócrates era Ministro do Ambiente, teve igualmente as suas repercussões nos índices de intenção de voto.
A morosidade da investigação, iniciada em 2005, é, para o The Economist, mais um problema do país – a ineficácia e os atrasos do sistema judicial português.
Tudo isto porque Portugal já foi, em termos de crescimento, ultrapassado por todos os países da Europa, segundo o britânico The Economist.
De acordo com uma sondagem publicada, hoje, no jornal inglês The Economist, 92 por cento dos portugueses vêem a situação económica como má, 95 por cento estão deprimidos e mais de metade estão descontentes com a vida que levam.
Portugal não sentiu um “boom” económico como aconteceu em Espanha e na Irlanda mas existem algumas razões para estar mais animado.
Os exportadores portugueses estão a apostar em novos mercados com especial incidência em Angola, onde um crescimento por ano superior a 10 por cento garante aos investidores portugueses boas perspectivas de negócio.
Além disso, a maioria das instituições financeiras portuguesas evitou activos tóxicos o que lhes permite agora não estar dependente de apoios do Estado.
Por último, Portugal está na vanguarda da produção de energias renováveis.
Investimentos na ordem dos 14 mil milhões de euros vão criar 22 mil empregos até 2020, altura em que o país será capaz de produzir mais de 60 por cento da sua electricidade através de energia limpa.
Tudo isto não é, no entanto, suficiente para estimular um povo que assiste a um péssimo desempenho da economia ano após ano.
As previsões económicas para este ano, actualizadas ontem pela União Europeia, apontam para um défice orçamental de 6,5 por cento e uma taxa de desemprego superior a 9 por cento, valores que sobem para 6,7 por cento e 9,8 por cento respectivamente em 2010.
Para piorar a situação, o país teve, durante a última década, um crescimento muito abaixo da média europeia: longe de uma aproximação aos países de referência, Portugal já foi ultrapassado por todos os países da Europa.
Segundo o jornal inglês, os problemas do país são, na sua génese, domésticos e não globais.
Assim, para melhorar o seu desempenho, Portugal precisaria de leis do trabalho mais flexíveis, menos burocracia, uma força de trabalho mais qualificada e maior competitividade.
Não obstante todos os problemas, segundo a mesma publicação, José Sócrates vai continuar no poder ainda que venha a perder a maioria absoluta.
O actual primeiro-ministro também tem as suas razões para não estar feliz.
O “Caso Freeport”, escândalo de corrupção no licenciamento de um centro comercial na altura em que Sócrates era Ministro do Ambiente, teve igualmente as suas repercussões nos índices de intenção de voto.
A morosidade da investigação, iniciada em 2005, é, para o The Economist, mais um problema do país – a ineficácia e os atrasos do sistema judicial português.
DN de 05.05.2009: PS e PSD rejeitam bloco central sugerido por Sampaio.
Ex-presidente da República diz que a situação do País pode exigir uma coligação entre PS e PSD após as legislativas. Partidos recusam.
O PS chama-lhe uma "possibilidade remota", o PSD uma impossibilidade.
É a reacção dos dois partidos à ideia de uma coligação defendida por Jorge Sampaio: em entrevista ao Diário Económico, o ex-presidente da República afirmou-se preocupado com a governabilidade do País e sustentou que "pode ser necessário um bloco central para garantir estabilidade".
O "não" social-democrata a este cenário foi contundente e veio pela voz da presidente do partido.
Manuela Ferreira Leite afasta qualquer coligação com os socialistas, em resultado das próximas legislativas - algo "verdadeiramente impensável", afirmou ontem, invocando "diferenças de política".
"Não vejo qualquer possibilidade, comigo, de uma coligação com o engenheiro Sócrates.
Estes dois protagonistas são verdadeiramente opostos", defendeu Ferreira Leite, em Viana do Castelo.
"Os meus princípios, os meus valores, a políticas que eu proponho são radicalmente opostas ás do engenheiro Sócrates", acentuou.
Classificando a hipótese de um bloco central como "fantasia", a líder social-democrata defendeu que "o que torna um País ingovernável são as políticas, não são os governos minoritários".
"O PSD deve, e pode, ganhar as eleições, e quando ganhar as eleições logo se vê a orientação que se segue", sublinhou Ferreira Leite.
Na passada semana foi a própria líder social-democrata a trazer a questão para a ribalta, ao afirmar que estaria disponível para qualquer entendimento pós-eleitoral - após o que veio recusar que este fosse um sinal de abertura à hipótese de um bloco central.
No PS, o porta-voz do partido, Vitalino Canas, afirmou em declarações à TSF que a hipótese de um bloco central é uma "possibilidade remota".
"O bloco central teria problemas muito graves de legitimação política, do ponto de vista democrático", referiu o dirigente da actual maioria, defendendo que esta solução daria aos "partidos da extrema esquerda ou direita" o estatuto de partidos de "alternância democrática", hoje dividido entre socialistas e sociais-democratas.
Também António Vitorino disse ontem, na RTP, não ser um "entusiasta" do bloco central - "Não é a solução mais adequada na actual conjuntura".
No entanto, questionado sobre a solução de governo caso as legislativas resultem na vitória de um partido sem maioria absoluta, Vitorino sublinhou que "esse é um cenário que nenhum partido aceitará antecipar".
Para a mesma situação alerta o politólogo Manuel Meirinho, ao defender que no actual contexto pré-eleitoral, o discurso partidário não poderia ser outro que não o da recusa da hipótese de um bloco central (ver entrevista na última página).
Um cenário que está muito longe de agradar aos pequenos partidos, que ontem não pouparam nas palavras para criticar um eventual bloco central.
Para o comunista José Catalino, membro da comissão política do partido, esta "é uma ideia gasta".
"Temos 30 anos de políticas do bloco central", sublinha, defendendo que o necessário é uma "ruptura" com esta situação.
Pelo BE, Francisco Louçã defendeu que esta seria "a pior de todas as soluções" - "É a que nos traz ao vício, a falsificar o resultado das eleições, a fazer batota eleitoral".
Já Paulo Portas, líder do CDS, sustentou que "há uma tentativa" de resumir a escolha política "ou à extrema-esquerda ou ao centrão".
O PS chama-lhe uma "possibilidade remota", o PSD uma impossibilidade.
É a reacção dos dois partidos à ideia de uma coligação defendida por Jorge Sampaio: em entrevista ao Diário Económico, o ex-presidente da República afirmou-se preocupado com a governabilidade do País e sustentou que "pode ser necessário um bloco central para garantir estabilidade".
O "não" social-democrata a este cenário foi contundente e veio pela voz da presidente do partido.
Manuela Ferreira Leite afasta qualquer coligação com os socialistas, em resultado das próximas legislativas - algo "verdadeiramente impensável", afirmou ontem, invocando "diferenças de política".
"Não vejo qualquer possibilidade, comigo, de uma coligação com o engenheiro Sócrates.
Estes dois protagonistas são verdadeiramente opostos", defendeu Ferreira Leite, em Viana do Castelo.
"Os meus princípios, os meus valores, a políticas que eu proponho são radicalmente opostas ás do engenheiro Sócrates", acentuou.
Classificando a hipótese de um bloco central como "fantasia", a líder social-democrata defendeu que "o que torna um País ingovernável são as políticas, não são os governos minoritários".
"O PSD deve, e pode, ganhar as eleições, e quando ganhar as eleições logo se vê a orientação que se segue", sublinhou Ferreira Leite.
Na passada semana foi a própria líder social-democrata a trazer a questão para a ribalta, ao afirmar que estaria disponível para qualquer entendimento pós-eleitoral - após o que veio recusar que este fosse um sinal de abertura à hipótese de um bloco central.
No PS, o porta-voz do partido, Vitalino Canas, afirmou em declarações à TSF que a hipótese de um bloco central é uma "possibilidade remota".
"O bloco central teria problemas muito graves de legitimação política, do ponto de vista democrático", referiu o dirigente da actual maioria, defendendo que esta solução daria aos "partidos da extrema esquerda ou direita" o estatuto de partidos de "alternância democrática", hoje dividido entre socialistas e sociais-democratas.
Também António Vitorino disse ontem, na RTP, não ser um "entusiasta" do bloco central - "Não é a solução mais adequada na actual conjuntura".
No entanto, questionado sobre a solução de governo caso as legislativas resultem na vitória de um partido sem maioria absoluta, Vitorino sublinhou que "esse é um cenário que nenhum partido aceitará antecipar".
Para a mesma situação alerta o politólogo Manuel Meirinho, ao defender que no actual contexto pré-eleitoral, o discurso partidário não poderia ser outro que não o da recusa da hipótese de um bloco central (ver entrevista na última página).
Um cenário que está muito longe de agradar aos pequenos partidos, que ontem não pouparam nas palavras para criticar um eventual bloco central.
Para o comunista José Catalino, membro da comissão política do partido, esta "é uma ideia gasta".
"Temos 30 anos de políticas do bloco central", sublinha, defendendo que o necessário é uma "ruptura" com esta situação.
Pelo BE, Francisco Louçã defendeu que esta seria "a pior de todas as soluções" - "É a que nos traz ao vício, a falsificar o resultado das eleições, a fazer batota eleitoral".
Já Paulo Portas, líder do CDS, sustentou que "há uma tentativa" de resumir a escolha política "ou à extrema-esquerda ou ao centrão".
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Expresso de 04.05.2009: 'Geração Magalhães'.
Na semana passada pudemos ver, no tempo de antena do Partido Socialista, um grupo de meninos numa escola pública a mostrar o seu computador e a gritar: "Geração Magalhães".
É discutível que uma escola sirva para filmar tempos de antena.
Mas isso seria um pormenor.
Acontece que aquelas crianças entraram no filme depois de um pedido do Ministério da Educação à escola e da escola aos pais, sem que estes soubessem do destino das imagens.
Através do Ministério da Educação, o PS usou crianças do ensino público como se fossem propriedade sua.
Supomos que o Estado distribui computadores a crianças porque lhes quer dar ferramentas para ganharem autonomia.
No entanto, não hesita em violentar a sua autonomia usando-as como meros adereços.
Pequenos súbditos de um Estado que serve os interesses particulares de quem detém transitoriamente o poder.
Mais a norte, em Fafe, alguns alunos também tiveram direito a um cheirinho de um país antigo.
Ironicamente, o mesmo Governo que usa crianças à revelia dos pais em campanhas de um partido queria saber se os estudantes foram usados pelos docentes quando, em Novembro, protestaram contra a ministra da Educação.
Um inspector do ministério foi à escola tratar dos interrogatórios.
A ideia era que os alunos denunciassem os seus próprios professores.
Figurantes e bufos, é aquilo em que o Governo quer transformar a "geração Magalhães".
O hardware é moderno.
O software tem décadas.
Daniel Oliveira
É discutível que uma escola sirva para filmar tempos de antena.
Mas isso seria um pormenor.
Acontece que aquelas crianças entraram no filme depois de um pedido do Ministério da Educação à escola e da escola aos pais, sem que estes soubessem do destino das imagens.
Através do Ministério da Educação, o PS usou crianças do ensino público como se fossem propriedade sua.
Supomos que o Estado distribui computadores a crianças porque lhes quer dar ferramentas para ganharem autonomia.
No entanto, não hesita em violentar a sua autonomia usando-as como meros adereços.
Pequenos súbditos de um Estado que serve os interesses particulares de quem detém transitoriamente o poder.
Mais a norte, em Fafe, alguns alunos também tiveram direito a um cheirinho de um país antigo.
Ironicamente, o mesmo Governo que usa crianças à revelia dos pais em campanhas de um partido queria saber se os estudantes foram usados pelos docentes quando, em Novembro, protestaram contra a ministra da Educação.
Um inspector do ministério foi à escola tratar dos interrogatórios.
A ideia era que os alunos denunciassem os seus próprios professores.
Figurantes e bufos, é aquilo em que o Governo quer transformar a "geração Magalhães".
O hardware é moderno.
O software tem décadas.
Daniel Oliveira
Blogue de Esquerda em 04.05.2009: Esta notícia tem o rosto do Eng.º Sócrates"™.
4 MAIO 2009 - 16.11h
"Esta notícia tem o rosto do Eng.º Sócrates"™
Um dos mais previsíveis blogues oficiosos dos acólitos do quase-engenheiro tem andado eufórico nos últimos tempos.
A cada notícia que dá conta de algum amortecimento da crise aqui em Portugal, lá sai mais um post da série "Esta notícia tem o rosto do Eng.º Sócrates"™.
O desemprego não sobe como no resto da Europa?É obra do senhor Eng.º.
A economia encolhe menos 0,3% do que a média da zona euro? Milagre de S. Sócrates!
Um dia, ainda hei-de procurar textos homólogos, dos mesmos autores, a explicar as divergências em crescimento, e em todos os índices relevantes, que marcaram os anos que antecederam a presente crise.
E ficarei à espera de mais reflexos do glorioso "rosto do Eng.º Sócrates™" daqui a uns tempos, quando a UE retomar a sua marcha e nós continuarmos atascado na lama.
Mas será escusado, claro.
Já sabemos que o quase-engenheiro só tem responsabilidade sobre o menos mau; a desgraça é culpa de uns senhores lá fora.
Haja pachorra para os puxa-sacos.
Luis Rainha
"Esta notícia tem o rosto do Eng.º Sócrates"™
Um dos mais previsíveis blogues oficiosos dos acólitos do quase-engenheiro tem andado eufórico nos últimos tempos.
A cada notícia que dá conta de algum amortecimento da crise aqui em Portugal, lá sai mais um post da série "Esta notícia tem o rosto do Eng.º Sócrates"™.
O desemprego não sobe como no resto da Europa?É obra do senhor Eng.º.
A economia encolhe menos 0,3% do que a média da zona euro? Milagre de S. Sócrates!
Um dia, ainda hei-de procurar textos homólogos, dos mesmos autores, a explicar as divergências em crescimento, e em todos os índices relevantes, que marcaram os anos que antecederam a presente crise.
E ficarei à espera de mais reflexos do glorioso "rosto do Eng.º Sócrates™" daqui a uns tempos, quando a UE retomar a sua marcha e nós continuarmos atascado na lama.
Mas será escusado, claro.
Já sabemos que o quase-engenheiro só tem responsabilidade sobre o menos mau; a desgraça é culpa de uns senhores lá fora.
Haja pachorra para os puxa-sacos.
Luis Rainha
Sol de 04.05.2009: Inquérito sobre alegadas pressões deverá estar concluído esta semana.
Pinto Monteiro falava à margem da cerimónia comemorativa dos 98 anos da GNR, que decorreu na Praça do Império, em Lisboa.
Questionado pelos jornalistas, o procurador disse que estava previsto, «para o início deste mês, esta semana ainda» o resultado do inquérito.
No dia 7 de Abril o inspector do Ministério Público Vítor Manuel Santos Silva foi nomeado para dirigir o inquérito.
O processo de inquérito aberto pelo CSMP tem por objecto «o esclarecimento dos factos e o apuramento da consistência das afirmações» relacionadas com alegadas pressões exercidas sobre os magistrados que dirigem a investigação do caso Freeport.
O CSMP justificou a instauração do inquérito por subsistirem «divergências de interpretação sobre os factos ocorridos entre os magistrados titulares do processo [Paes Faria e Vítor Magalhães] e o membro nacional da Eurojust [Lopes da Mota] no sentido de ocorrência de pressões».
As supostas pressões levaram também o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público João Palma a reunir em audiência com o Presidente da República, Cavaco Silva, depois de ter falado publicamente em alegadas pressões.
O SOL já tinha noticiado que Alberto Costa estaria, em nome do primeiro-ministro, por detrás das alegadas pressões de Lopes da Mota sobre os magistrados titulares do caso Freeport.
Alberto Costa desmentiu a notícia e decidiu processar judicialmente o SOL.
O processo relativo ao centro comercial Freeport de Alcochete prende-se com alegadas suspeitas de corrupção e tráfico de influências no licenciamento daquele espaço, em 2002, quando o actual primeiro-ministro, José Sócrates, era ministro do Ambiente.
Neste momento, o processo tem dois arguidos: Charles Smith e o seu antigo sócio na empresa de consultoria Manuel Pedro, que serviram de intermediários no negócio do espaço comercial.
Questionado pelos jornalistas, o procurador disse que estava previsto, «para o início deste mês, esta semana ainda» o resultado do inquérito.
No dia 7 de Abril o inspector do Ministério Público Vítor Manuel Santos Silva foi nomeado para dirigir o inquérito.
O processo de inquérito aberto pelo CSMP tem por objecto «o esclarecimento dos factos e o apuramento da consistência das afirmações» relacionadas com alegadas pressões exercidas sobre os magistrados que dirigem a investigação do caso Freeport.
O CSMP justificou a instauração do inquérito por subsistirem «divergências de interpretação sobre os factos ocorridos entre os magistrados titulares do processo [Paes Faria e Vítor Magalhães] e o membro nacional da Eurojust [Lopes da Mota] no sentido de ocorrência de pressões».
As supostas pressões levaram também o presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público João Palma a reunir em audiência com o Presidente da República, Cavaco Silva, depois de ter falado publicamente em alegadas pressões.
O SOL já tinha noticiado que Alberto Costa estaria, em nome do primeiro-ministro, por detrás das alegadas pressões de Lopes da Mota sobre os magistrados titulares do caso Freeport.
Alberto Costa desmentiu a notícia e decidiu processar judicialmente o SOL.
O processo relativo ao centro comercial Freeport de Alcochete prende-se com alegadas suspeitas de corrupção e tráfico de influências no licenciamento daquele espaço, em 2002, quando o actual primeiro-ministro, José Sócrates, era ministro do Ambiente.
Neste momento, o processo tem dois arguidos: Charles Smith e o seu antigo sócio na empresa de consultoria Manuel Pedro, que serviram de intermediários no negócio do espaço comercial.
Expresso de 04.05.2009: Mota-Engil inaugura sede no Brasil.
A Mota-Engil inaugura na terça-feira a sede do grupo no Brasil, que operará nas áreas do ambiente e das concessões rodoviárias.
Em declarações recentes à agência Lusa, o presidente-executivo da Mota-Engil, Jorge Coelho, adiantou que a construção, a principal área de negócio do grupo, está para já fora do interesse da empresa no Brasil.
Neste país, segundo Jorge Coelho, a Mota-Engil pretende explorar oportunidades de negócio "nas áreas do ambiente, concretamente no tratamento de resíduos, e das concessões de auto-estradas".
Na área das concessões rodoviárias, a Mota-Engil já está presente no Brasil através da Ascendi, empresa detida pelo grupo liderado por Jorge Coelho (60 por cento) e pelo grupo Espírito Santo (40 por cento).
A Mota-Engil está presente em 19 países, segundo informação disponível na página da empresa na Internet.
Em 2008, a Mota-Engil lucrou 30,6 milhões de euros e atingiu uma carteira de encomendas de 2,6 mil milhões de euros.
Em declarações recentes à agência Lusa, o presidente-executivo da Mota-Engil, Jorge Coelho, adiantou que a construção, a principal área de negócio do grupo, está para já fora do interesse da empresa no Brasil.
Neste país, segundo Jorge Coelho, a Mota-Engil pretende explorar oportunidades de negócio "nas áreas do ambiente, concretamente no tratamento de resíduos, e das concessões de auto-estradas".
Na área das concessões rodoviárias, a Mota-Engil já está presente no Brasil através da Ascendi, empresa detida pelo grupo liderado por Jorge Coelho (60 por cento) e pelo grupo Espírito Santo (40 por cento).
A Mota-Engil está presente em 19 países, segundo informação disponível na página da empresa na Internet.
Em 2008, a Mota-Engil lucrou 30,6 milhões de euros e atingiu uma carteira de encomendas de 2,6 mil milhões de euros.
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