O Bar do Alcides é o ponto de encontro de todos aqueles que estão insatisfeitos com o atual "ESTADO DA NAÇÃO PORTUGUESA" e que querem desabafar enquanto bebem um copo. O Bar do Alcides é editado por portugueses não-maçons que estão exilados no Rio de Janeiro e São Paulo no Brasil. Aqui a MAÇONARIA não é de todo benvinda!
domingo, 22 de abril de 2012
A TRAIÇÃO A PORTUGAL (1ª PARTE).
quarta-feira, 18 de abril de 2012
A TRAIÇÃO A PORTUGAL (4º PARTE).

segunda-feira, 16 de abril de 2012
Dr. Francisco Sá Carneiro - Vítima da MAÇONARIA!

"Se alguma vez nos passou pela cabeça que os políticos e militares portugueses, ganham fortunas no poder, para nos servir, para nos gerir, para nos salvar, para nos proteger... Desenganem-se!!!
Eles ganham fortunas para servir interesses estrangeiros criminosos, para se servirem a eles próprios, para colocar a nação ao serviço do tráfico, para nos roubar, para nos enganar, para nos falir e para nos matar... se for preciso.
O clube Bildberg, a CIA, a Maçonaria, o tráfico de armas, os atentados, os partidos ao serviço de tráfico de armas, parece uma história de países distantes... Ou de filmes americanos!
Mas é afinal... a história de Portugal.
Últimas divulgações do caso Camarate onde surgem nomes sonantes de portugueses e não só.18 paginas da confissão do caso Camarate, em Video: (resumo aqui alguns trechos)
- Mário Soares, (o preferido dos traficantes de armas).
- Francisco Pinto Balsemão ( Do clube Bildberg e maçonaria, o que sabia do atentado desde o inicio) Agora entendemos como conseguiu impedir a privatização da RTP e ainda retirar-lhe a publicidade, este homem é muito poderoso É UM BILDBERG, (o livro proibido em Portugal.)
- General Diogo Neto, Coronel Vinhas, Frank Carlluci, etc (os que tramaram tudo)
- PS (referido, pelos americanos, como o partido amigo dos americanos)
- Banco BIC de Angola, e o envolvimento do pai (José Pedro Castro)e do filho, director adjunto do BIC (Bruno Castro), no tráfico de armas.
- O segurança pessoal de Sá Carneiro, também envolvido.
- Contém ainda a revelação de todos os envolvidos no atentado e no tráfico de armas.
- Nomes das empresas que fabricavam as armas.
- General Costa Gomes e Rosa Coutinho lideravam o tráfico para Angola
- Major Otelo Saraiva de Carvalho cuidava do negócio com Moçambique.
- Dinis Almeida, Coronel Corvacho, Varela Gomes e Carlos Fabião, outros nomes dos que enriqueceram com o negócio.
- O atentado visava Adelino Amaro da Costa, mais que Sá Carneiro, pois era ele que insistia em investigar os envolvidos no tráfico de armas.
- Foi encontrada a mala dele com a investigação e os nomes, foi dada à PJ, mas desapareceu.
- Etc...Etc...etc...etc...etc só visto porque contado ninguém acredita.
Acesse o Artigo Original:
http://apodrecetuga.blogspot.com/2012/04/camarate-finalmente-trazido-luz-pela.html#ixzz1sEmijfAS
Gentileza do BLOG "APODRECETUGA"!
BLOG AMIGO!
segunda-feira, 9 de abril de 2012
Primeiro post d' O Bar do Alcides datado de Quinta-feira, 30 de Abril de 2009.



Este é o PRIMEIRO POST d' O Bar do Alcides datado de Quinta-feira, 30 de Abril de 2009.
http://bardoalcides.blogspot.com.br/2009/04/correio-da-manha-de-30042009-caso.html
Dizia assim:
"Correio da Manhã de 30.04.2009: Caso Freeport.
Sindicato do Ministério Público esteve ontem com Cavaco.
Procurador investiga pressões em Haia.
Cavaco Silva ouviu ontem atentamente a história das pressões feitas aos dois investigadores do caso Freeport pelo procurador Lopes da Mota, presidente do Eurojust.
João Palma, presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, contou em pormenor todas as conversas que os procuradores Vítor Magalhães e Paes Faria tiveram com Lopes da Mota, os recados que José Sócrates terá dado a Alberto Costa, ministro da Justiça, e que foram transmitidos pelo presidente do Eurojust aos dois procuradores, as sugestões para arquivar o processo, as ameaças de que as suas carreiras estariam em risco caso não o fizessem e mesmo alguns episódios anteriores em que se levantaram suspeitas de escutas e perseguições.
ESTÁ TÃO ATUAL QUE PODERIA TER SIDO HOJE!
A JUSTIÇA EM PORTUGAL NÃO EXISTE!
É UMA VIGARICE PEGADA!!!
Freeport, envolvimento de Belmiro de Azevedo no "esquema"!





“O Crime Digo Eu» http://crimedigoeu.wordpress.com/ já tinha dado um «cheirinho» sobre esta matéria relacionada com o processo Freeport mas agora volta à carga, apresentando os documentos da PJ respeitantes ao testemunho de uma funcionária da DRAOT (Direcção Regional do Ambiente e Ordenamento do Território).
Fernanda Guerreiro disse à PJ que corria a “notícia” de que “Belmiro de Azevedo tinha pago ao Sócrates 500 mil contos para o processo não avançar”, apresentando como justificação o facto de este não querer “perder dinheiro” por o Freeport ser uma forte concorrência ao Centro Comercial Vasco da Gama (pertencente ao grupo Sonae), em Lisboa.
Era algo que circulava pela DRAOT sobre uma alegada tentativa de «chumbo estratégico».
Nada, portanto, que desse margem aos investigadores para acusarem Sócrates.
O certo é que este depoimento foi «esvaziado», nem Sócrates nem Belmiro (que considerou estas declarações como falsas e injuriosas) não foram incomodados, o processo seguiu o seu curso sinuoso e apenas dois réus acabaram com os costados no tribunal.
Eles foram o bode expiatório do escândalo, como Oliveira e Costa o foi no caso BPN.
«The show must go one»…
Interrogada pela inspectora coordenadora da PJ, Maria Alice, esta testemunha disse que, no ano de 2000,o processo de licenciamento do Freeport, pela mão do consultor Manuel Pedro (um dos arguidos que está a ser julgado) deu entrada na DRAOT com indicações de «grande secretismo» e que, em conversa com o engenheiro hidráulico, Miguel Santos, foi-lhe referido que o projecto estava perfeito, mesmo em cálculos hidráulicos, «pelo que não teria a menor dúvida de que seria aprovado pelo ministro do Ambiente».
Alguns meses depois, Fernanda Guerreiro diz ter ficado surpreendida ao ler na comunicação social que o projecto tinha sido chumbado, facto que achou estranho visto que toda a DRAOT o havia gabado».
E acrescentou a testemunha nesse auto de inquirição que transcrevemos: «Esclarece que recorda ter ouvido, dentro da DRAOT alguém, que não recorda, ter comentado que o projecto tinha sido chumbado no Ambiente (referindo-se ao ministério que tutelava aquele organismo) e de o engenheiro Miguel ter referido que o ministro do Ambiente (José Sócrates) ter pedido que o projecto fosse para o seu gabinete».
Ainda segundo o relato da testemunha, esta situação terá levantado suspeitas «pelo facto de ninguém compreender porque é que o titular da pasta do Ambiente queria o processo».
O processo esteve «parado» até que na DRAOT surgiu a notícia ( não especificando como a mesma alastrou naquele organismo) que «o processo teria sido alterado porque o Belmiro de Azevedo estava disposto a pagar ao engenheiro José Sócrates 500 mil contos para o projecto não avançar».
No entender desta técnica da DRAOT, «a justificação desta proposta prendia-se com facto do Belmiro de Azevedo ir perder muito do volume de negócio no Centro Comercal Vasco da Gama», mostrando-se convicta que o «processo demorou porque existia um «braço de ferro entre o empresário nortenho e o José Sócrates».
Um testemunho que aqui revelamos através de provas documentais numa altura em que este processo se reacendeu, devido ao julgamento que decorre no Tribunal do Barreiro e que introduz novos dados e suspeitas sobre o que terá motivado o tal chumbo inicial do empreendimento.
A versão que correu na imprensa foi a de que o «falso chumbo» poderia ter contribuído para valorizar junto aos empreendedores ingleses uma futura aprovação, beneficiando os eventuais intermediários neste negócio com muitas «pontas» ainda por «desatar».
Sublinhe-se, a propósito, que o ex-membro da Assembleia Municipal de Alcochete, Zeferino Boal, e que teria enviado uma carta a diversas entidades a denunciar o escândalo, chegou a referir ao Semanário «Privado» ter tido conhecimento de uma proposta para a venda do empreendimento à SONAE de Belmiro de Azevedo de forma a ser «mais rapidamente licenciado».
O presidente da Câmara de Alcochete, Miguel Boeiro, também terá ficado surpreendido com o veto inicial, garantindo que as reuniões efectuadas com técnicos superiores do Ministério do Ambiente foram fundamentais para adaptar o projecto às exigências feitas para que fosse aprovado o estudo de Impacte Ambiental.